EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20170530

Novidades do "Parque de Santiago"


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Na margem esquerda do ribeiro de Santiago ou do Pintor, junto ao pontão da Avenida de Salamanca e ao Poço do Nicolau, local onde as águas do ribeiro se juntam com as do rio Pavia, os projectista do parque resolveram e bem colocar uma vedação para prevenir alguma queda acidental, principalmente de crianças à água. A vedação é constituída por várias placas de aço, com a silhueta da Sé Catedral e o Sol.
O ribeiro separava as antigas Quinta do Coval e a das Quintas das Mestras e o Poço do Nicolau, tinha má fama por nele terem acontecido vários afogamentos, acidentais ou suicídios. 
Um pequeno monte de terra na margem esquerda do ribeiro, será o lugar escolhido para a colocação de um letreiro - "VISEU", provavelmente com letras luminosas, para aqueles que tiverem perdido o norte, saberem onde estão. Este letreiro constava nas imagens divulgadas pela câmara municipal, outra atracção anunciada é um muro, com a inscrição dos Direitos da Crianças. Também li sobre um labirinto que ainda não avistei.

20170308

Outeiro de Santiago


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Uma grandes lajes de granito onde, há muitos anos e no fim do Verão o milho cultivado na "Quinta das Mestras", actualmente parcialmente ocupado pelo "Parque de Santiago", era seco ao sol antes de ser vendido ou guardado nas arcas. Para não terem o trabalho de levar o milho para casa e voltar a trazê-lo, no dia seguinte, havia quem dormisse no cimo do outeiro de Santiago, ao relento para guardar o cereal.
"As Mestras" que deram o nome à quinta, eram umas feiticeiras que frequentavam a margem direita do rio Pavia:

(...) “Costumava haver mulheres, que debaixo do nome de Mestras ousavam curar enfermos com reprovadas artes diabólicas, e vãas superstições; entre ellas foi uma refinada, como era em a noite de S. João, banharem os enfermos n’aquelle Rio onde se mete a ribeira de S. Theago, passando-se por elle tres veses, fazendo algumas cerimonias, e dizendo algumas palavras boas e Santas, de modo que se ouvissem, para cuidarem os simples, que por virtude d’ellas, e d’aquella agoa saravam. Assim ousou fazer o Demónio a muitos gentios, como ainda hoje usam em o Ganges, crendo com isso ficarem lavados dos pecados “(…)

Manoel Botelho Ribeiro Pereira in “Diálogos Moraes e Politicos”, manuscrito datado de 1630, Cap. 5º - Do Rio Pavia, e porque uma parte d’elle se chama das Mestras.

20111014

Tabuletas de Viseu - Ribeiro de Santiago


No Ribeiro de Santiago, ou do Pintor há muito que já não corre água em direcção ao Poço do Nicolau e ao Rio Pavia. O leito do pequeno curso de água está maioritariamente coberto de plantas e as tabuletas que indicam a existência de uma "Concessão de Pesca Desportiva", são motivo de incredulidade e risota... porque criar uma reserva de pesca, e de trutas em particular, em linhas de água que no Verão deixam de correr é um absurdo.

20110922

O Rio Pavia está a ficar "Ferrugento"

Ontem fui ver os efeitos que o Verão, prestes a terminar, originou no Rio Pavia e observei que no Pontão do Raposo o leito do rio está quase totalmente invadido por vegetação mas ainda é possível ver correr alguma água. Mais abaixo podem ser vistas colónias flutuantes de pequenas algas verdes mas a água embora pouca, está limpa até ao pequeno açude da Ponte de Pau. Ultrapassada a represa a água começa a ficar cada vez mais escura e sobretudo depois do Poço do Nicolau (o Ribeiro de Santiago que corre para o rio já secou e nele crescem plantas altas), é visível uma ligeira película sobre a água, com aspecto oleoso, que depois da ponte da Circunvalação se transforma numa massa acastanhada, com péssimo aspecto, que esconde a água. Essa situação, por enquanto, ocorre apenas junto da Escola da Ribeira e prolonga-se até à Ponte das Barcas. A superfície da água está a ficar, cada dia que passa, mais "pintada" da cor da ferrugem. A pastosa massa orgânica produz "estalidos", provavelmente originados pela formação de bolhas de um gás desconhecido, que podem ser ouvidos por quem prestar atenção.
Mais um Verão está a chegar ao fim e a promessa de garantir água limpa no rio, durante todo o ano continua por cumprir. É caso para dizer que no caso das obras realizadas ao abrigo do Programa Polis no Pavia - "começaram a construir a casa pelo telhado".

20100121

A "Ponte de Pau" e as Mestras



Geralmente apenas os mais velhos e vizinhos de Santiago e da Esculca sabem que em Viseu existem dois lugares denominados "Ponte de Pau". O mais conhecido é a Rua da Ponte de Pau junto da antiga Central Eléctrica e do Campo de Viriato, o segundo fica nas "Mestras". Ambos os lugares tiveram em comum a existência de uma ponte sobre o rio Pavia, se no primeiro caso a ponte de pau deu lugar a uma ponte de um só arco construída em granito, da segunda ponte na desaparecida Quinta das Mestras, uma parte do actual Parque da Radial de Santiago, só sobrou parte do pilar central da ponte particular que há várias dezenas de anos ainda unia duas quintas nas margens do rio e protegia a comporta de uma pequena represa. Os restos do portal construído em granito, a ponte tinha uma porta de madeira e fechadura, estão caídos e no último Verão foram parcialmente removidos quando foi feita a limpeza do rio. Foi lá que há cerca de 50 anos aprendi a nadar.
Curiosamente no último domingo ia a passar de automóvel e vi um velho amigo, com cerca de 80 anos mas ainda vigoroso, que mirava o parque. Resolvi parar e convidei-o a acompanhar-me. Seguiu-me com agrado pela beira do rio mas com cuidado para não se atolar na lama. Foi então que me contou que ainda era pequeno e já acompanhava o pai, lavrador e proprietário de juntas de bois, na lavra daqueles terrenos. Fiquei a saber que era habitual no dia 23 de Junho, na véspera do São João, fazer mergulhar as ovelhas nas águas da represa num ritual levado muito a sério pelos pastores de várias regiões portuguesas.
Este local era considerado sagrado, mágico ou ambas as coisas e há vários séculos porque: "Quinta das Mestras" foi o nome atribuído aos terrenos, mas o pequeno curso de água era - o "Ribeiro das Mestras" ou "Ribeiro das Feiticeiras" uma vez que o povo acreditava ser o local frequentado por feiticeiras e bruxas que aí se banhavam ou porque algumas mulheres chamadas de "Mestras" prometiam curas a quem com a sua ajuda se banhasse na confluência de dois ribeiros junto do Poço do Nicolau [ligação]. Foi nesse local que nos separamos até um dia destes.

20100119

O Parque da Radial de Santiago



Como se previa que a feira semanal decorresse dentro da normalidade, sem inundação e lixo abandonado, resolvi virar a minha atenção para o vizinho "Parque da Radial de Santiago" que foi construído com financiamento POLIS, ao abrigo do programa de valorização ambiental da cidade, e previa uma dupla utilização: parque ribeirinho de lazer e local para a realização da feira semanal que há séculos se realiza em Viseu todas as terças-feiras. Depois do anúncio que os terrenos iam ficar de quarentena cerca de 2 anos, para garantir a estabilidade do piso do novo espaço construído em leito de cheia de onde foi retirada a terra vegetal, a câmara municipal anunciou que o espaço iria passar a ter uma utilização exclusivamente lúdica para a qual seriam feitas as necessárias adaptações. O mercado continuaria no mesmo local onde também seriam introduzidas melhorias.
A súbita mudança de planos e o enorme desperdício de dinheiro feito num espaço que estava longe de reunir as condições para instalar uma feira pareceram estranhas. O parque foi projectado e construído em leito de cheia e não possui estruturas de drenagem eficazes. As imagens mostram vários locais lamacentos e permitem futurar que se o terreiro, onde actualmente circulam muito poucas pessoas, fosse pisado por várias centenas de vendedores, muitos milhares de compradores e sobretudo pelas carrinhas dos feirantes rapidamente se transformaria num lameiro, em dias de chuva.
Os pontos de água espalhados pelo parque continuam com as portas rebentadas à espera que alguém provoque o desperdício de muitos milhares de metros cúbicos de água sem que ninguém pareça preocupar-se. [ligação]

20090914

As Obras no Rio Pavia

Como a tabuleta permite confirmar o rebaptizado "Parque da Radial de Santiago" estendia-se pela margem esquerda do Rio Pavia, onde por estes dias estão a ser executadas tarefas de limpeza das margens e do leito do rio. As imagens mostram vários aspectos dos trabalhos, particularmente da represa da Ponte de Pau e do Poço do Nicolau. Infelizmente está acontecer o que temia uma vez que muitas das árvores que bordejavam o rio já foram destruídas e outras demasiadamente “aparadas” ou danificadas. A ”fúria” do projectista do parque destruiu uma faixa arborizada que existia na margem esquerda do Ribeiro de Santiago que era um refúgio para pessoas e pássaros. Desta vez devido à utilização de maquinaria desajustada, destruíram a vegetação que sombreava as águas, facilitaria a sobrevivência dos peixes nos meses mais quentes e retiraram pousos e abrigos à passarada.
Confirmei que nos locais onde a limpeza do rio foi mais profunda a água reapareceu, num sinal evidente de que se a limpeza da terra, lodo e areias acumuladas, ao longo de dezenas de anos, for feita de modo conveniente a água poderá voltar a correr. Ainda há poucos dias a represa da Ponte de Pau estava completamente seca e agora já tem bastante água, apesar de a limpeza não ter sido, ainda espera-se, completa.

20080714

Parque Feira Semanal e Parque Ribeirinho


Mais de um ano decorrido sobre o prazo para o Parque da Feira Semanal e Parque Ribeirinho ficar concluído o espaço onde se previu um investimento de cerca de 1.900.000,00 € continua sem utilidade. Está terminado há alguns meses e foi anunciado em Março que por motivos técnicos, garantir a consolidação dos terrenos, a feira semanal irá continuar por um ano e meio a dois anos no local actual, junto da Rua do Arco e que o parque ajardinado e a pista junto ao rio Pavia poderiam ser utilizados. Será assim como uma espécie de “quarentena”!
As fotos mostram alguns aspectos do novo espaço que continua encerrado, faltarão apenas as ligações às redes eléctricas, águas e saneamento para que o parque possa ser fruído.
Lamentavelmente o rio Pavia continua assoreado e quase sem vida além da vegetal. Os peixes desapareceram e das rãs apenas ouvi um único coaxar. Felizmente ainda resistem, na margem esquerda do rio, na Quinta Agrária, junto da margem muitos amieiros, carvalhos e cedros que talvez tenham os dias contados se a parte que ainda faltará do parque for executada. Consultando as tabuletas, as tais que dizem que o parque estaria terminado em Junho de 2007, faltará ainda tratar uma faixa de terreno, de largura variável devido às curvas do rio, na margem esquerda. Acredito que o projecto tenha sido modificado e que não mudaram as tabuletas por esquecimento ou porque não se justificava a despesa.

20080502

A Futura Feira Semanal


Finalmente e já com dez meses de atraso estão em fase terminal as obras do novo Parque da Feira Semanal e do Parque Ribeirinho. Aqui ficam algumas fotos entre as quais duas com a nova ponte construída sobre o Ribeiro de Santiago (ou do Pintor) junto do Poço do Nicolau.
Como já aqui foi escrito depois de terminadas as obras a feira semanal continuará no local habitual por motivo de "quarentena" dos terrenos. Imaginem construir uma ponte ou uma estrada e depois de terminadas não as usar por motivo de "quarentena".

20080302

A Feira Semanal ainda vai demorar

Porque a zona tem necessidade de ficar de "quarentena" para dar tempo ao terreno de consolidar para que a passagem das carrinhas dos feirantes não destrua o trabalho feito! A revelação foi feita no decorrer da visita de alguns elementos do executivo camarário ao Coval e às Mestras.
Os trabalhos deveriam estar finalizados em Junho de 2007 mas agora soube pelos jornais que depois de terminadas as obras apenas o parque ribeirinho e a pista poderão ser utilizados. O espaço destinado à feira semanal ficará a aguardar tempo indeterminado, de um ano e meio a dois anos, até que os técnicos levantem a "quarentena".

20071210

Futuro Parque da Feira Semanal

Os trabalhos de construção do novo parque para a Feira Semanal continuam agora em melhor ritmo e já permitem fazer uma ideia do que será o espaço quando finalizado. Pelo que já vi a equipa do Arquitecto Gonçalo Byrne irá preservar os muros de pedra solta que delimitam as margens do rio e criar, como foi planeado e desejado, muito mais que um parque para a feira mas sim um óptimo local para fruição diária ao longo da margem direita do Pavia.
Espera-se que o Pavia conforme previsto venha a ter o seu caudal regularizado, senão todo este projecto ficará comprometido
Leia os artigos anteriores e veja o andamento dos trabalhos.

20071002

O Poço do Nicolau


A confluência do Pavia e do Ribeiro do Pintor ou Ribeiro de São Tiago

"Daquy deste sítio vay o famigirado Pavia fazendo seu vagarozo curso por ente as ortas chamadas os arrabaldes por serem da cidade que aquy lhe fiqua muito perto pela parte do Meio Dia e pella parte do Norte lhe fiquam as ortas do sitio chamado Curbal, por entre cujos muros vem fazendo seu curso a estrada que vem por este sítio the chegar a ponte chamada da Ribeira (...)"

Vis0 20 de Julho de 1758
O padre cura da Se
Manoel Lopes de Almeyda

Retirado, com a devida vénia, de “Notícias e Memórias Paroquiais Setecentistas – 1. Viseu”, recolha de João Nunes de Oliveira.

20070819

O Rio Pavia e as Mestras!

O Rio Pavia, o Poço do Nicolau, o Ribeiro do Pintor, o Coval e as Mestras
(...) “Costumava haver mulheres, que debaixo do nome de Mestras ousavam curar enfermos com reprovadas artes diabólicas, e vãas superstições; entre ellas foi uma refinada, como era em a noite de S. João, banharem os enfermos n’aquelle Rio onde se mete a ribeira de S. Theago, passando-se por elle tres veses, fazendo algumas cerimonias, e dizendo algumas palavras boas e Santas, de modo que se ouvissem, para cuidarem os simples, que por virtude d’ellas, e d’aquella agoa saravam. Assim ousou fazer o Demónio a muitos gentios, como ainda hoje usam em o Ganges, crendo com isso ficarem lavados dos pecados “(…)

Manoel Botelho Ribeiro Pereira nos “Diálogos Moraes e Politicos”, manuscrito datado de 1630, Cap. 5º - Do Rio Pavia, e porque uma parte d’elle se chama das Mestras.

20070807

Coval - Parque da Feira Semanal

Finalmente, lembro que as obras deveriam ter acabado em Junho, os trabalhos chegaram ao Coval. O Coval era uma quinta que foi dividida em talhões, “sortes”, para serem arrendados a famílias que os cultivavam para sobreviverem melhor. Os terrenos da várzea do Pavia eram muito férteis e os ordenados dos maridos, nas oficinas ou no comércio, muito pequenos e não permitiam ir às compras às “regateiras” do mercado. Havia muitas lojas na cidade que vendiam, lenha, carqueja e carvão. Os comerciantes vendiam a crédito – fiado. Na mercearia o arroz, o feijão, a massa, o azeite e o petróleo que eram registados no livro da casa e na caderneta do freguês. Por vezes não batiam certo e havia algumas discussões. De quem não pagava dizia-se que “ ferrava o cão”…
O Ribeiro do Pintor há meses que foi desviado para alargamento e construção de novos muros já não faz chegar água ao Rio Pavia.
O Poço do Nicolau está entupido e é apenas uma lembrança nas memórias de quem o conheceu endemoninhado, escuro, escondendo saborosos barbos e enguias grossas.

20070723

O Novo Parque da Feira Semanal

Os trabalhos deveriam ter ficado concluídos no final do passado mês de Junho mas só há poucas semanas os avanços têm sido notórios. As imagens mostram os trabalhos tais como estavam em 22 de Julho.
Os pormenores do projecto continuam a ser desconhecidos, porém uma coisa é certa:
O bom senso e os especialistas aconselham a não ocupar os leitos de cheia. É um erro impermeabilizar muitos hectares de terras situadas nas margens de um rio e de um ribeiro.
Não seria melhor dedicar este espaço apenas a zona de lazer, recreio e construir o parque para a nova feira semanal noutro local mais próprio e menos problemático?
Em relação aos muitos poços (furos) e a algumas cisternas que enxameiam as margens do rio parece-me que afinal há quem duvide da capacidade das tais represas que serão construídas para manter o Pavia com água todo o ano, fornecer água de rega para os relvados e jardins a criar e ainda encher o espelho de água da Feira de São Mateus.
Para ver outros artigos seleccione Etiquetas.

20070722

A Dulce de visita ao Ribeiro do Pintor!


A minha amiga Dulce só depois de muita insistência aceitou voltar ao Ribeiro do Pintor e ao Poço do Nicolau. São lugares de tristes recordações, pois passou ali alguns dias e noites de muito sofrimento (conheça o aqui o motivo).
Neste local o pequeno ribeiro vindo de Moure junta as suas águas com as do Pavia para correrem em conjunto até ao Dão, depois com Mondego e finalmente para o enorme Atlântico.
A Dulce reparou que os muros do ribeiro foram derrubados o que veio a contribuir para o entupimento do Poço do Nicolau e do Rio Pavia.
O “poço” tem agora pouco mais de um ou dois palmos de água onde ainda nadam algumas enormes carpas.
As obras da construção do novo parque da feira semanal vão agora em bom ritmo e amanhã vamos publicar sobre este tema um artigo com as já habituais fotos.
A Dulce rapidamente esqueceu os tristes acontecimentos do Inverno passado, deixou-se fotografar no local do nosso feliz encontro, vai continuar a ajudar nas minhas reportagens e quer aparecer mais vezes no blogue.

Não faltarão as oportunidades!

20070402

Tulipas à beira do Ribeiro do Pintor





Não são originárias da Holanda, como muita gente pensa, mas sim da Ásia , da Turquia ou da China não há uma certeza. Para a Holanda foram levadas no séc. XVI pelo botânico Conrad von Gesner.
Para saber mais sobre estas belezas [Plantas de Interior - ligação] e as tulipas na Wikipédia.

20070321

O Poço do Nicolau





VISEU – RECORDAÇÕES (O PAVIA)

(...)
... Passar a ponte, à vara – sem lhe tocar
Singrando nas águas profundas da Parede Nova
Sempre a remar a bom remar
Rumo ao Poço do Nicolau
Para chegar depois – ao areal da Cerdeira
Lembrando praia das areias finas
Atracando a barca, à sombra dos amieiros
Despejo a jarra que enchi no Júlio da Ribeira
Petiscando bolinhos de bacalhau !.....
(...)

Ricardo Sandro (José Madeira)

Para ler todo este poema [Assoc. dos Profs. de Viseu - ligação]

20070317

Temos soluções para tudo...



Já aqui mostrei esta situação, malcheirosa e infecta, na Estrada de Santiago junto ao Ribeiro do Pintor (ver o post anterior) agora veja a solução certamente provisória encontrada. [ligação]

20070313

Tubos Entupidos?




Estrada Nova de Santiago pontão e Ribeiro do Pintor

Apesar dos esforços feitos nos últimos dias pelos colaboradores dos Serviços Municipalizados o Ribeiro do Pintor continua a ser conspurcado e lá vai tudo para o Pavia algumas centenas de metros mais abaixo. Esta situação não é nova e com a chegada do tempo quente vai piorar. Já por lá foram vistas ratazanas que mais pareciam coelhos!