EDITORIAL
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio
Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
20080806
"Um Tanto ou Quanto Atarantado"
20080804
O Parque da Feira Semanal e Ribeirinho
Festas Populares de Vila Chã de Sá

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20080803
De volta às obras na Cava de Viriato
De regresso ao “trabalho” fui ver as obras de "Recuperação e Arranjo Paisagístico" que estão a decorrer na Cava de Viriato.
As fotos começam por mostrar o fosso onde depois de feitas sondagens arqueológicas o terreno voltou a ser nivelado e está a ser semeada erva. Ao que parece pouco mais será feito embora devesse ser reparado o muro de suporte da Rua dos Heróis Lusitanos e da estrada junto da Quinta do Capitão Gaspar até à Vila Batalha.
O segundo conjunto de imagens mostra os “candeeiros” que irão "iluminar" a já polémica "calçada de granito" sobre a Cava de Viriato e os arruamentos que pelo interior ladeiam a antiga muralha defensiva, uma enorme construção octogonal com grandes muros de terra rodeada, talvez apenas em parte, por fosso ou vala com água.
Os “candeeiros” circulares estão a ser aplicados de 10 em 10 lajes da nova “calçada”. Os velhos muros de terra na Rua dos Plátanos, em parte da Rua dos Heróis Lusitanos e no novo arruamento aberto entre a Quinta do Fortes e a Casa das Águias na Rua do Coval, serão iluminadas com projectores embutidos em caixas de granito.
Sobre a muralha serão colocadas em breve outras fontes de luz que prometo mostrar mais tarde. Depois de terminadas as obras e ligada a corrente se verá o resultado que se espera seja eficaz e de bonito efeito.
“O Navio de Espelhos" - Os Poetas
20080727
Andanças de 4 a 10 de Agosto

"Erva Cidreira" - Uxukalhus
20080722
140.000 Bem-Hajam!
Viseu à Noite de BTT
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Aldrabas, Batentes e Portas de Viseu
20080720
A Via Romana Ranhados/Coimbrões
Troço classificado como Imóvel de Interesse Público, Decreto nº. 29/90, DR 163 de 17 de Julho 1990.
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Manhãs Desportivas no Parque

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Festa do Rancho à Moda de Viseu

20080716
Aquilino Ribeiro e a Pesca dos Gambozinos
Eu ignorava de todo o que era semelhante vigário, muito ao estilo da bexigada local. Consistia – o holofote dos etnólogos já andou a vasculhar a pouchada – em ir apanhar de noite ao rio estes anfíbios, extraordinariamente saborosos, meio lontra, meio Bordalo. O rio que ali passa é o Pavia, que no Verão mal chega para as lavadeiras da Ribeira desensaburarrem as cuecas dos viseenses. (...)
O neófito era conduzido até ali como para uma aventura, meio clandestina, meio tolerada, e punham-no de saco aberto, em guisa de galrito, à estrada desses pegos, enquanto a malta ia bater o curso do riacho, por entre salgueiros e amieiros, onde eles se acoitavam. A palavra de ordem era que estivesse muito atento, tão calado que nem respirasse sequer, senão os bichos ao mais pequeno ruído desarvoravam. A certa altura, na suspensão absoluta de todo o movimento, a pedrada chovia sobre o parolo.(...)
Comigo a segunda parte falhou de todo. Quando me vi atacado, acobertei-me por detrás duma touceira e sorna mudo, como bom neto de turdetano, municiando-me das pedras vomitadas pelas cheias do regato, que eram abundantes a meus pés, contra-ataquei com nutrido fogo.” (...)

















