EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20180105

Novidades da "Cava de Viriato"


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Dois aspectos do cimo de um dos taludes da "Cava de Viriato", junto ao local onde a Rua do Heróis Lusitanos abandona o interior da antiga fortaleza, para prosseguir para a Póvoa da Abraveses.


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A Rua Heróis Lusitanos, a Rua dos Plátanos e escadarias de granito que possibilitam o acesso ao cimo dos taludes e que se prolongam pela polémica, dispendiosa e perigosa passadeira de granito que já originou vários acidentes. Gastar muito dinheiro para tornar mais difícil o acesso aos taludes do monumento foi coisa que nem ao diabo lembraria. A câmara municipal anunciou que vai alterar o plano de pormenor da cava para o adequar  "(...)  à evolução que Viseu teve, realçando-a e tornando-a cada vez mais utilizável”. Será que a polémica e perigosa passadeira e as escadarias vão desaparecer?

20171106

A "Cava dos Plátanos" no Outono


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Corte aberto na muralha no local onde a Rua dos Heróis Lusitanos se prolonga para fora o perímetro da antiga fortaleza e aspectos do cimo dos taludes que delimitam a Rua dos Plátanos


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Aspectos da passadeira de granito, junto à Quinta da Patarrega, e de parte do antigo fosso que se prolonga até à Vila Batalha


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Passadiço no alto dos taludes da Cava de Viriato e escadaria na Rua do Coval/Rua dos Plátanos, junto à Vila Batalha

20171104

Vândalos Atacam na Rua dos Plátanos


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Sinal de Stop arrancado na Rua dos Plátanos (Cava de Viriato) na saída para a Rua dos Heróis Lusitanos.



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O sinal vandalizado junto aos contentores para o lixo doméstico existentes na Rua do Heróis Lusitanos, felizmente não o levaram para muito longe. Ou era muito pesado, ou tiveram receio que aparecesse algum polícia...

20170826

Limpezas na Cava de Viriato


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Os trabalhos de limpeza e corte da vegetação espontânea na Cava de Viriato que hoje foram efectuados, tiveram início da Rua dos Heróis Lusitanos e terminaram na Rua dos Plátanos. Genericamente posso afirmar que foram executados rapidamente, atendendo ao pequeno número de operários envolvidos, e foi realizados de modo a deixar limpa a rua e a malfadada, passadeira de granito. Os restos das plantas secas foram soprados para o exterior das muralhas de terra batida  e a passadeira, embora livre da palha seca, merecia uma limpeza mais profunda no local em que está cheia de bagas que depois de pisadas sujam e manchas as pedras de granito.


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Agora falta tratar da limpeza da chamada Cava dos Plátanos, onde até há tojos a crescer, tem os taludes  mais altos e de maior declive toda a fortaleza e possui uma grande área de terreno que pertenceu ao antigo fosso que rodeava a fortaleza, agora ocupado terrenos alagadiços, outrora cultivados principalmente com milho que vai ser necessário cuidar. Poderá ser que desta vez a tarefa seja considerada prioritária e não fique agendada para o próximo fim-de-semana.

ALELUIA !


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Finalmente começaram os trabalhos de limpeza da vegetação espontânea dos taludes da Cava de Viriato, entre o início da Rua dos Heróis Lusitanos e suponho que até à Vila Batalha (Rua do Coval). As primeiras imagens foram obtidas ontem a diferença, para melhor é bem clara. Eram quatro operários de uma empresa especializada neste tipo de trabalhos, do concelho de Loures, que encontrei. Três com o recurso a roçadoras de fio cortavam a vegetação e um quarto andava a apanhar plásticos, garrafas papéis e outros detritos que conspurcavam o monumento.


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Mas muito ainda deverá ficar por fazer porque os restos da vegetação não deverão ser retirados e a lajes de granito, nalguns locais estão a pedir uma boa varredura. As imagens permitem ver o que resta de dois pontos de luz, da iluminação decorativa.


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A montureira existente na passagem para o Lago da Cava, confinante com a Quinta da Machada, continua a crescer...


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Aspectos do acesso ao talude da Cava de Viriato, junto à Estrada Velha de Abraveses que já foi limpo e outro acesso à chamada Cava dos Plátanos onde ainda não tinham sido iniciados os trabalhos que deverão estar a agora a ser realizados. Os trabalhos em execução fazem parte de um contrato de Prestação de serviços de Manutenção em Espaços Verdes do Município de Viseu e a Cava de Viriato necessita de muito mais atenção do aquela que o contrato prevê, para não ser uma vergonha. Até parece que o trabalho está a ser realizado porque o dia de amanhã na feira anual, vai ser o "Dia de Viriato". Está-se mesmo a ver que sim! limpam e varrem apenas antes de passar a procissão...

20170814

Vozes de Burro - Vergonha na Cava Viriato


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A nova escadaria de acesso aos taludes da Cava de Viriato, localizada no início da Rua dos Heróis Lusitanos e que termina junto à Rua dos Plátanos. Os taludes apresentam-se muito mal cuidados, com lixo no chão (não existem papeleiras) e a vegetação espontânea a crescer sem controlo. 


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Encontrar uma situação destas em meados do mês de Agosto, com a feira anual a decorrer e no Ano Oficial para Visitar Viseu, nunca pensei ser possível... à pressa limparam os troços do monumento mais próximos do Campo de Viriato, como diz o povo - "Só limpam quando e onde passa o padre, no dia da procissão"!

Resíduos de Construção e Demolição


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Há já alguns anos que cresce uma montureira na Cava de Viriato, em prejuízo do acesso ao Lago da Cava e impedindo o funcionamento do sistema de drenagem do antigo fosso que, em caso de necessidade vazava a água para o lameiro situado do outro lado da Rua dos Heróis Lusitanos, já incluído na chamada Cava dos Plátanos


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Ao lixo variado e restos de limpeza de hortas e jardins juntaram-se, há poucos dias grandes quantidades de entulho de obras. Para onde andam a olhar os fiscais das obras municipais e a Polícia Municipal. Não vi mas tenho a certeza que os responsáveis não estão muito longe, basta abrir os olhos... para saber de onde vieram os Resíduos de Construção e Demolição (RCD).

20170310

Primavera Antecipada "Cava de Viriato"


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Pormenor da iluminação decorativa da "Cava de Viriato", de dois dos taludes do monumento e da "passadeira" de granito (inovação do Programa Polis para Viseu).


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Mimosas floridas e alguns aspectos do "Lago da Cava", vestígio do fosso que rodeava a fortaleza. Além do lixo flutuante, avistei duas galinhas-de-água e ouvi patos-bravos.


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Estranhamente este pneu "careca" teima, já dois invernos seguidos, a levantar-se do fundo do charco, pouco profundo por estar entulhado, e mostrar-se no "Lago da Cava", antecipando a chegada da Primavera. No Verão passado foi o primeiro a ficar a seco e a mostrar-se aos visitantes mais atentos.
Bonito local para os "mais de 200 anfitriões" formados pela câmara municipal mostrarem aos visitantes no "Ano oficial para visitar Viseu".

20170309

Montureira na "Cava de Viriato"


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Há vários anos que esta montureira, junto ao talude exterior da "Cava de Viriato" próximo da Rua dos Plátanos, vai aumentado de tamanho. Em finais de 2008, quando terminaram os trabalhos de requalificação de parte do monumento, realizados graças ao "Programa Polis", o local estava limpo mas aos poucos, lembro-me que começou com o acumular folhas secas e algum lixo, mas paulatinamente a lixeira foi crescendo, crescendo  e irá continuar a crescer... Acontece que o sistema de drenagem do "Lago da Cava" foi entupido e de nada serve. 


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O canal de drenagem das águas pluviais que atravessa a Rua dos Heróis Lusitanos e mais à frente lançava o excesso de água noutra zona do antigo fosso, não tem qualquer utilidade porque a lixeira próxima provocou o entupimento dos tubos.

20160913

Esterqueira na "Cava de Viriato"


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Acesso à "Cava de Viriato" ("Cava dos Plátanos") e pormenor do sistema de drenagem do "Lago da Cava", obra englobada na "Requalificação Paisagística" no valor de 2 milhões de euros, concluída em meados de 2008 e vestígio do fosso que protegia a fortaleza.


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O sistema de drenagem está impossibilitado de funcionar porque a passagem para o "Lago da Cava", tem vindo a ser transformada numa esterqueira. Há poucos dias avistei várias carteiras de senhora que alguém abriu, talvez na expectativa de encontrar algo de valor...

20160827

Esterqueira na "Cava de Viriato"


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A esterqueira que há meia dúzia de anos foi instalada, junto ao exterior do talude do troço da "Cava de Viriato", fronteiro à Rua dos Plátanos, continua a crescer. O acesso ao "Lago da Cava" está cada vez mais difícil. É uma vergonha!

20160814

A "Nova Cava de Viriato"


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A "passadeira" de granito sobre os taludes da "Cava de Viriato" ou o grande barrete que um arquitecto famoso enfiou à "ViseuPolis"...

"Fosso da Cava de Viriato"


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Vestígios do antigo fosso que rodeava a "Cava de Viriato", localizado entre a Rua dos Heróis Lusitanos (Poente/Rua dos Plátanos) e Rua do Coval (Nascente/Vila Batalha). Esta parcela de terreno já produziu o milho de maior qualidade de Viseu, actualmente está votado ao abandono e raramente é cuidado pela empresa que faz a manutenção da vegetação do monumento. Foi neste local que foram realizadas sondagens, ao que parece infrutíferas para tentar datar a construção, em terra batida, constituída por oito paredes de terra batida, cada uma com cerca de 250 metros de comprimento.

20160810

Esterqueira na "Cava de Viriato"


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"Viseu Cidade Jardim" - Esterqueira, em crescimento, junto ao exterior de talude da "Cava de Viriato".

20160416

A Cava Nem Sequer Pariu um Rato




As imagens começam por mostrar a escadaria de granito, anteriormente existia uma  simples rampa que permitia o acesso ao cimo do talude da "Cava dos Plátanos", a todos mas sem correrem o risco de tropeçar ou escorregar nos degraus de granito. Também é possível ver que o “Lago da Cava”, vestígio do fosso que ainda tem água durante grande parte do ano, transbordou para a Quinta da Machada e ainda outras “curiosidades”.
No último Verão a arqueóloga Margarida Tente, da Universidade Nova de Lisboa, executou uma sondagem num lameiro que cheio de água fez parte do fosso de proteção da "Cava de Viriato" e já produziu milho de melhor qualidade de Viseu. Era intenção da investigadora procurar "matéria orgânica" que permitisse datar a fortaleza que era constituída por oito espessas paredes de terra batida e quatro portas assentes sobre ombreiras de pedra. Mas as expectativas terão sido goradas “por problemas químicos associados [às amostras) da matéria orgânica”. Não fiquei desiludido porque estava convicto que a abordagem escolhida era desadequada. Quem andou à procura de um templo dos primeiros séculos da cristandade, no adro da Igreja de São Miguel do Fetal, ignorando que naturalmente as diversas construções, pelo menos três, foram ocupando sempre o mesmo espaço físico, embora variando nas dimensões e certamente reaproveitando materiais das anteriores, não me parece merecer grande credibilidade.
Baldados os intentos Catarina Tente desafiou a autarquia a criar condições para que os arqueólogos possam “estudar fisicamente” os terrenos (38 hectares, em grande parte ocupados por parcelas de dimensão muito variada de terrenos agrícolas e habitações. Naturalmente os proprietários e os moradores que há poucos anos viram escavadoras na "Cava de Viriato" e o ano passado, voltaram a ver outra vez uma máquina no mesmo lameiro, não desejam assistir ao esventrar das suas terras que durante séculos apenas conheceram arados, charruas, enxadas  e sobretudo lembram-se ou ouviram dizer que vários arqueólogos já estudaram, sem grandes resultados, o interior do monumento.
A investigadora apresenta uma nova tese para a existência da cava, contrariando as hipóteses de ser uma edificação romana, ou árabe e aponta a hipótese de ter sido, no séc. X dada a importância da cidade de Viseu nesse tempo – “um projeto de uma cidade ‘por causa da ideia de cidade ideal’ que terá falhado”, talvez por motivos de alteração política ou por o local ser demasiado húmido!
Não é fácil perceber porque motivo se buscam explicações esotéricas quando a tese da “Cerca da Vala” (designação medieval) e “Cava de Viriato” (designação seiscentista que perdura) ser “apenas” uma cidade acampamento com origem árabe, do tempo da invasão árabe por Almançor – “O Vitorioso” (939–1002), cuja utilidade foi pouco prolongada, continua a ser aquela que melhor explica a existência de uma edificação tão grandiosa, com dois quilómetros de perímetro e capaz de acolher muitos milhares de guerreiros e toda a logística que os acompanhava.

20160111

Inverno na "Cava de Viriato"



Já vi muitas vezes o "Lago da Cava de Viriato" a transbordar mas hoje fui ver se os famosos pneus já estavam submersos e reparei que um deles ainda se pode avistar e algum lixo está a flutuar, como é habitual. Até aqui tudo normal mas ao caminhar para o início da Rua dos Heróis Lusitanos apercebi-me que a água invadira a zona mais baixa da Quinta da Machada, formando um grande lençol de água que invadiu as lojas, garagens e o quintal da "Casa Henrique Felgar". Segundo apurei não há memória de uma inundação de tal dimensão. O mau funcionamento do sistema de drenagem de águas pluviais na Estrada Velha de Abraveses, poderá ter contribuído para aumentar o alagamento porque o arruamento está a uma cota mais alta que os terrenos confinantes da quinta. Também reparei que as mimosas já estão floridas, facto pouco usual no início do mês de Janeiro e estive à conversa com uma senhora que andava a cortar saramagos para alimentar os coelhos. No próximo Verão os pneus, lixo e o penico do Viriato, voltarão....[Ver]

20151216

Grande "Barrete"!



Custa-me a acreditar que haja outro exemplo de um arquitecto muito bem conceituado, ter construído escadarias onde anteriormente existiam rampas, acessíveis a todos.... sim foi mais um "GRANDE BARRETE" que enfiaram à "Melhor cidade para viver", a juntar a outros do "Programa Polis" - Funicular, Multiusos, Recinto da Feira de São Mateus e Parque da Radial de Santiago.
As imagens também mostram uma velha porta, abandonada sobre o talude "ervado" da "Cava de Viriato" na Rua dos Heróis Lusitanos, junto à Vila Ferreira.

20151122

Outono na "Cava de Viriato"



Outono na "Cava de Viriato", sem mais comentários....

20150617

Cava de Viriato - Escuridão e Insegurança



As situações vividas pelos moradores de vários arruamentos localizados no interior da "Cava de Viriato" não são conformes a vontade expressa, de mil e uma maneiras, pela câmara municipal de fazer de Viseu a  "Melhor cidade para viver": Na Rua dos Plátanos muitas lâmpadas da nova iluminação estão apagadas ou a dar sinais de "fim de vida"; Na Rua dos Heróis Lusitanos alguns candeeiros foram vandalizados mas além desses, muitos outros estão apagados; No novo arruamento interior, entre a Rua dos Heróis Lusitanos e a Rua do Picadeiro, vandalizados ou não, estão todos apagados; No troço do novo arruamento, sem nome?, entre a Rua do Picadeiro e a Rua do Coval também há bastantes candeeiros apagados, talvez por motivo das lâmpadas se encontrarem fundidas.
As imagens obtidas na Rua dos Heróis Lusitanos mostram um candeeiro sem tampa e com fios eléctricos desprotegidos e outro candeeiro caído e destroçado, com a cablagem eléctrica danificada e exposta. O acidente deverá ter causado problemas graves no automóvel porque no chão há vestígios de óleo de motor. O acidente terá acontecido há cerca de duas semanas e os restantes pontos de luz da rua, em direcção à Estrada Velha de Abraveses encontram-se sem funcionar.
Vários moradores estão preocupados com a sua segurança, e cada vez mais se sentem tratados com cidadãos de segunda, por morarem no interior da "Cava de Viriato".

20150303

A "Passadeira" da "Cava de Viriato"

 
Vista parcial de Viseu obtida no novo arruamento junto a Rua do Picadeiro

Aspecto do antigo "Mirante" da Rua do Picadeiro com abatimento de lage de granito

Pormenor do buraco existente entre as lages da inovadora "passadeira" de granito


A "passadeira" num dos taludes da Rua dos Plátanos