EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20170712

"GANART" de Robert Schad


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"GANART" (2015) escultura em ferro d artista alemão Robert Schad, na Avenida Infante D. Henrique (Parque Aquilino Ribeiro), cuja obra mais conhecida entre nós é o grandioso crucifixo de Fátima (Cruz Alta), em Fátima . Esta escultura faz parte da exposição "Percurso Lusitano" [vídeo], com outras peças no Rossio e na Cava de Viriato.

20170605

Escultura na Av. Infante D. Henrique


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Escultura de "grande dimensão", na Avenida Infante D. Henrique, de artista cujo nome ainda não foi divulgado, instalada junto da entrada do Parque Aquilino Ribeiro. Esta obra de arte pública tem como objectivo confirmar que a Melhor Cidade para Viver, pode ser uma boa alternativa a Florença, em várias áreas e sobretudo, no campo das belas-artes, especialmente na escultura. 

20170311

" Visitar Viseu - 2017 Ano Oficial"


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O "Diário de Viseu", cada vez mais o jornal oficioso da Câmara Municipal de Viseu, na sua edição de ontem publicou mais um pequeno artigo da campanha do "Ano oficial para visitar Viseu", desta vez com o título "FONTELO, AS MÃES E AQUILINO RIBEIRO". Os textos não são assinados mas depois de terem divulgado que a "Cava de Viriato" só é visível do ar, e que a Rua Direita continua a ser a principal rua comercial da urbe, chegou agora a vez de situar o "Parque da Cidade" - "entre os Paços do Concelho e a Escola Secundária Viriato"... voltaram a perder o Norte e trocaram o nome à escola que "confundiram" com a Escola Secundária Alves Martins (antigo Liceu Nacional de Viseu).

20160610

Vizeu - Praça de Camões


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O busto de Camões do artista viseense Almeida e Silva (1864-1945) foi encomendado em 1880, na altura das comemorações do terceiro centenário da morte do poeta mas só seria inaugurado em 5 de Outubro de 1913, dia de grandes festejos republicanos mas de mau tempo que obrigou ao adiamento do lançamento do fogo de artifício, efectuado no dia seguinte na Via-Sacra. Presidiu à cerimónia o Governador Civil - João Teixeira de Queirós Vale Guedes, enquanto se ouvia o Hino Nacional, “seguido de muitos vivas à Pátria, à República e ao Partido Republicano”. Foguetes e uma salva de vinte um tiros, soaram vindos do Massorim, disparados por uma Bateria de Artilharia 7. De seguida usaram da palavra os Drs. José Augusto Pereira e Pereira Vitorino, a partir de uma tribuna onde estava a comissão organizadora dos festejos. Em 1955 foi removido para o Parque da Cidade e substituído por estátua do Rei D. Duarte, nascido em Viseu em 31 de Outubro de 1391, do escultor Álvaro de Brée (1903-1962). Este acontecimento foi naturalmente, acompanhado pela alteração do nome da praça. Mas durante longos anos a memória perdurou, hoje já nem os mais velhos se enganam ao nomear a praça, onde outrora esteve o desaparecido pelourinho, o edifício da câmara e se realizava a feira semanal. A coluna e base do monumento estão no pátio do Seminário Maior, a servir de apoio a uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. O busto, sem a folha de palma, depois de ter andando "a saltitar" no Parque da Cidade (actualmente o "Parque Aquilino Ribeiro") foi instalada na "Meia Laranja", na rotunda fronteira à "Escola Básica Grão Vasco", onde começa a "Alameda Luís de Camões".

20160224

Capela de Nossa Senhora da Vitória



A Capela da Nª. Srª. da Vitória estava localizada frente ao antigo Convento de Santo António de Massorim e à esquerda da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco. Em 1955 para permitir a abertura da Avenida Salazar, actual Avenida 25 de Abril, foi demolido o convento franciscano, onde estava aquartelado o RI14 e a capela foi transferida para a antiga parada que foi transformada num parque ajardinado – o “Parque da Cidade”, depois o Parque Aquilino Ribeiro.
A capela terá sido construída como forma de agradecimento pela ajuda concedida por Nª. Senhora, na luta com o que restava da hostes castelhanas que depois de derrotadas em Aljubarrota, em 14 Agosto de 1385, em retirada passaram por Viseu. A cidade não possuía defesa amuralhada eficaz, facto que foi aproveitado para saquear e incendiar a cidade. Os viseenses reagiram e conseguiram, em 27 de Agosto de 1385, expulsar os invasores depois de terem invocado a ajuda da Virgem. Com o passar dos séculos a primitiva ermida caiu em ruína e finalmente foi reconstruída em 1605, durante a ocupação filipina, por iniciativa do cónego António de Almeida Abreu.
O pequeno templo de planta rectangular tem uma única nave, tecto em madeira e apenas um altar. É um edifício singelo possuindo campanário e pequeno sino, dotado de portal com colunas coríntias, encimado por um nicho com a Virgem e o Menino, ladeado por duas pedras de armas, (Cardosos e Almeida e dos Abreus e Costas), os cunhais são rematados por dois pináculos.
A Capela de Nª. Srª. da Vitória foi considerada Imóvel de Interesse Público, por Despacho de 17 de Fevereiro de 1947.

Em 1890 a Capela de Nossa Senhora da Vitória era  relacionada no tópico dos “Templos extinctos”:

“Capella de Nossa Senhora da Victoria, no rocio de Santo António, hoje Passeio de D. Fernando.
Era uma das mais luxuosas e mais formosas capellas de Viseu.
Foi fundada pelo conego Antonio d’Almeida Abreu, que sobre a porta d’ella colocou dois escudos com brasões diferentes.
Em 1733 foi doada pelo cabido, sede vacante, aos irmãos da ordem 3.ª de S. Francisco.
Tem uma fronte elegante e n’ella a inscrição seguinte:
ESTA CAPELLA DA SENHORA DA VICTORIA MANDOU FAZER E DOTOU POR SUA DEVOÇÃO O CONEGO ANTONIO D’ALMEIDA ABREU 1605”

“PORTUGAL ANTIGO E MODERNO, DICCIONARIO...” de Augusto Soares de Azevedo Barbosa de Pinho Leal, continuado por Pedro Augusto Ferreira. Lisboa, Livraria Editora de Tavares Cardoso & Irmão, 5 - Largo de Camões – 6, 1890.

Fonte principal: "Monumentalidade Visiense” de Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa , Edição AVIS, Viseu 2007. Saber Mais

20150114

Capela Nossa Sra. da Vitória

Nossa Senhora da Vitória

Escudo cortado sobre cartela com elmo e armas Abreu e Costa

Escudo cortado sobre cartela com elmo e armas Cardoso e Almeida

A actual capela de Nª Sra. da Vitória foi mandada construir em 1605 pelo Cónego António Almeida Abreu, como o comprova a inscrição na torça do portal - "Esta Capella de Nossa Senhora da Vitória mandou fazer e dotou por sua devassam o Conego António de Almeida Avreu 1605" e sucessivamente reconstruida em 1635 e em 1738. Mas a sua origem remontará a 1385 quando os viseenses repeliram um ataque dos castelhanos. Em 1956 foi deslocada para o Parque da Cidade e restaurada. Na capela edificada em granito, destacam-se as duas colunas coríntias a ladearem a entrada e um nicho com uma imagem de Nossa Senhora da Vitória, ladeada pelos brasões de armas do fundador [saber +].

20140926

O "Jardim Sensorial" do Parque


A tentativa de instalar um "Jardim Sensorial" no "Parque Aquilino Ribeiro" saldou-se por um insucesso. Foram muito poucas as plantas que conseguiram sobreviver, das seis espécies de plantas aromáticas plantadas, apenas conseguiram sobreviver ao vandalismo e à incompetência do "jardineiro", alguns  pés de Absinto e bastante mais de Alfazema. O local escolhido para instalar o jardim é periférico e apesar do desbaste da vegetação, é impossível aos vigilantes verem tudo o que se passa no parque que não tem vigilância permanente. Por esse motivo a vedação e as placas informativas, contendo os nomes científicos e comuns das plantas, em caracteres normais e em braile foram vandalizadas. A imagem mostra o que sobrou da placa relativa à "Lavandula sp", a popular Alfazema. As placas eram desadequadas à função, se algum invisual as tentasse encontrar para ler poderia sair magoado nas arestas vivas. Porque razão não se limitaram copiar o que foi feito, e bem feito no Jardim de Santo António [saber +]? Nestas circunstâncias a tentativa de instalar o  "jardim", só podia ser um fiasco, foi o mesmo que "deitar dinheiro à rua", mais um exemplo de desperdício no "consulado" do Dr. Fernando Ruas.

Outono Quente Parque Aquilino Ribeiro


"Festival Outono Quente" de 1 a 5 de Outubro no "Parque Aquilino Ribeiro", organizado pela
"Zumzum Associação Cultural" [p, oficial]

20140819

Será Por Falta de Água?



O "lago pequeno" do Parque Aquilino Ribeiro não tem água, os seus pequenos repuxos e as "taças" que o rodeiam, há várias semanas que estão secos. Será por falta de água? Talvez não, porque as avarias já são habituais, o "ribeiro" de vez em quando também tem deixado de correr. Curiosamente no Inverno as falhas do sistema são menos corriqueiras, daí a minha dúvida.
Mais uma situação que em nada beneficia a "Melhor cidade para viver", distinção "conquistada" por duas vezes, pela gestão do Dr. Fernando Ruas e de que tanto alarde faz o Gabinete de Imagem e Comunicação do Município do actual executivo que, exceptuando o Dr. Guilherme de Almeida, nada fez por essas distinções. Só em camisolas para oferecer com esse slogan e o seu novo logotipo - "Marca Viseu",  já devem ter gasto um dinheirão! e em pendões quanto terá sido [ver]?

20140618

Novidades no Parque Aquilino Ribeiro



Finalmente a esplanada do Parque Aquilino Ribeiro já está a funcionar. Não é aquela que o projectista idealizou mas é minimalista e acaba por ser um espaço agradável. Durante a noite as melgas já começavam a incomodar porque o "regato" que corre para o lago, esteve várias semanas sem abastecer o espelho de água. Aliás a segunda imagem mostra pouca água e já infestada desagradáveis algas verdes. De lamentar que o "lago" mais pequeno, com os seus repuxos e as "taças" continuem sem água.

20140527

Passeio Pelo Parque Aquilino Ribeiro # 2


Este recanto do Parque Aquilino Ribeiro já foi um lugar aprazível mas a câmara municipal não soube preservá-lo. Os vândalos e a passagem dos anos degradaram-no porque, já teve relva bem cuidada, na cópia do padrão dos descobrimentos lia-se um verso dos "Os Lusíadas", no "livro de granito" aberto sobre o chão, podia ler-se que o homenageado é o Infante D. Henrique, o 1º Duque de Viseu. No mesmo ano de 1960, também foi lembrado o Condestável, D. Nuno Àlvares Pereira [ver], cuja réplica da espada já teve punho... será que a  "reinterpretação" do parque  não poderia ter incluído estes restauros?

20140526

Passeio Pelo Parque Aquilino Ribeiro # 1

 Lago pequeno junto à escadaria Escola Secundária Alves Martins
 Futuro Bar/Esplanada do parque
Feira do Livro

São constantes os problemas no Parque Aquilino Ribeiro e de duas origens. O vandalismo continua a ser a maior adversidade, apesar do vigilante contratado pela edilidade, seguido de sucessivas e estranhas, pela frequência, avarias técnicas. Ainda há pouco o pequeno "regato" deixou de correr durante várias semanas, situação que se não tivesse sido resolvida e o tempo quente se mantivesse levaria a água do lago grande a estagnar. Porém o lago mais pequeno continua vazio e os respectivos repuxos não funcionam. O mesmo acontece com os outros repuxos que circundam o largo. É durante o tempo quente que estes problemas aparecem, no Inverno não falta a água e o que faltam são os utentes do parque, naturalmente.
Como é sabido foi necessário abandonar o projecto do Bar/Esplanada do arquitecto paisagísta Viana Barreto, certamente por motivos económicos. Apesar do equipamento alternativo ter sido montado no Inverno passado [ver] continua sem funcionar e ninguém sabe quando abrirá as portas. Espera-se que tal aconteça em breve, pelo menos assim o parecem indicar alguns trabalhos no pavimento que ficaram por finalizar, por motivo da realização de mais uma edição da Feira do Livro.
Relativamente à feira melhor dizendo mini-feira, há muitos anos que passou a ser um acontecimento de pouca relevância e sem local certo. Um evento em que não estão as grandes editoras ou livrarias e apresenta, sem pretender ser muito rigoroso, três barracas com livros religiosos, dois alfarrabistas, uma barraca de livros infantis, duas editoras de Viseu e uma ou duas livrarias da cidade, deveria chamar-se - Mini-feira do Livro. De assinalar uma melhoria porque as tendas que o município alugou possuem melhores condições para expor os livros que as "casinhas" de madeira que ultimamente vinham sendo utilizadas.

20140522

Feira do Livro no Parque


"A abertura da Feira do Livro em Viseu é esta sexta-feira, dia 23 de Maio, pelas 18 horas, no Parque Aquilino Ribeiro. A iniciativa da Câmara Municipal de Viseu prolonga-se até ao dia 8 de Junho e apresenta uma programação com espetáculos, apresentações de livros, animação para crianças, entre outras atividades." [Portal CMV]

20131101

Bar Esplanada no Parque


"A edificação para o Bar esplanada é uma construção que se desdobra em vários volumes cuja imagem se vai reproduzindo como uma caixa que se abre em sucessivas gavetas, construção aparentemente provisória, que só existe em consequência da presença da envolvente e se anula perante a expressividade das árvores. Uma plataforma lançada sobre a água permite uma especial relação de lazer com o sítio, de desfrute do deslumbrante ambiente oferecido pelo Parque. Para a contemplação, o ensombramento resultante da pérgola viabiliza o ambiente sereno que o Parque proporciona;” (…)

Bonitas palavras mas a fria realidade é a que acima se pode observar - "um caixote" envidraçado que deverá abrir no próximo Verão....

Mistério no Parque Aquilino Ribeiro


Porque razão o "lago" pequeno do Parque Aquilino Ribeiro está sem água desde o início do Verão? Por escassez de água não é certamente, será que falta "alguma peça" no maquinismo...

20131028

Memorial a Aquilino Ribeiro


Memorial a Aquilino Ribeiro, Parque Aquilino Ribeiro (Viseu), erigido em 13 de Setembro de 2013, por iniciativa da Câmara Municipal de Viseu e do Centro de Estudos Aquilino Ribeiro. Medalhão da autoria de Joaquim Correia.

20130412

Parque Aquilino Ribeiro


Folha seca e flor sobre o frio granito que invadiu o parque Aquilino Ribeiro

20130318

Novidades no "Parque da Cidade"


Finalmente e segundo fonte que considero segura está completa a remodelação das instalações sanitárias do Parque Aquilino Ribeiro. Agora será apenas necessário esperar pela inauguração? Lembro que as obras já decorriam no final do Verão de 2013 [ver] e a reabertura do espaço, depois de "reinterpretado", teve lugar no final da tarde do dia 23 de Dezembro de 2011. Durante este grande lapso de tempo vi crianças a urinar junto aos muros ou atrás das árvores e adultos a dirigirem-se apressados aos sanitários junto do tribunal.

20130306

O "Jardim Sensorial" do Parque



A tentativa de instalar um "Jardim Sensorial" no renovado Parque Aquilino Ribeiro não parece estar a resultar. Com a excepção de alguns exemplares de Alfazema (Lavandula spp), aquilo que se pode apalpar, cheirar ou ver são folhas de carvalho secas, bolotas e terra [saber+].
O outro "jardim sensorial" localizado no Jardim de Santo António apresenta melhor aspecto e poderá até ter alguma utilidade, mas já foi vandalizado e está a necessitar que sejam colocados novos corrimões e efectuadas algumas reparações urgentes.

20130222

Grafitti de Viseu


Será que este grafitti foi obrigado a "despejar a bexiga" atrás da árvore, porque as obras de requalificação das instalações sanitárias do Parque Aquilino Ribeiro já tardam demasiado em ficar prontas...[saber+]
É lamentável que os "pintores" não tenham mais talento e não utilizem apenas as paredes de casas em ruínas ou muros degradados e continuem a causar prejuízos, neste caso a edilidade e a todos nós.