EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20180519

" Académico Viseu é de Primeira Liga" ?


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A manifestação pacífica marcada para as 15h00, com concentração no Rossio e destino ao  Fontelo, convocada pelos administradores de uma página do Facebook ("De Viseu ao Mundo") a que se juntou ainda a página "Juntos Pelo Académico", para exigir a subida do Académico de Viseu Futebol Clube à I Liga de Futebol, em prejuízo do Clube Desportivo Santa Clara, por alegadas irregularidades no preenchimento dos boletins de jogo, não conseguiu mobilizar mais de uma centena de adeptos, simpatizantes, atletas da formação, directores, funcionários do clube, curiosos e alguns jornalistas. O clube e a sociedade desportiva estiveram representados pelo presidente Sr. António Albino, Sr. Cabido e Sr. Monteiro. Quem também marcou presença foi o técnico Manuel Cajuda que prestou declarações, pelo menos a um representante da Comunicação Social. Penso que a manifestação foi insignificante e mostrou que a cidade está alheada do clube e que à cidade tanto importa que o clube jogue na segundo ou no primeiro escalão do futebol. A força que os organizadores queriam mostrar  foi muito débil e a marcha arrancou meia-hora mais tarde, para permitir a chegada dos retardatários.

P.S. Uma Petição on line "Verdade Desportiva na Liga LD", neste momento já reuniu 825 apoiantes. É sempre mais fácil colocar um nome que até pode não ser verdadeiro, assinar várias vezes, ou por um "Gosto" do que dar-se ao trabalho de comparecer pessoalmente.

20180319

"VIZEU - Paços do Concelho"


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"VIZEU - Paços do Concelho", Bilhete Postal Ilustrado nº 758 (Editor e fotógrafo desconhecidos), Circulado em 22 de Fevereiro de 1919. Ao centro, junto ao lancil está um marco do Correio e no meio da praça é possível ver o coreto onde a Banda do Regimento de Infantaria nº 14, tocava para deleite dos cidadãos. O edifício dos Paços do Concelho ainda não estava adornado com as armas do município e o relógio.


20180226

Viseu - Praça da República


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"Viseu - Portugal, Pr. da República (Rossio) e Mon. ao Infante D. Henrique", Bilhete Postal Ilustrado nº 466, Editor ÂNCORA, Lisboa e  "Viseu - Praça da República (Rocio). Monumento ao Infante D. Henrique", Bilhete Postal Ilustrado nº 275, Editor Portugal Turístico. Não circulados, datáveis do início da década de 1970.

20180221

"VIZEU - Paços do Concelho"


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"VIZEU - Paços do Concelho", Bilhete Postal Ilustrado (Nº 758), Editor e Fotógrafo desconhecidos, Circulado em 22 de Fevereiro de 1919

Na actual Praça D. Duarte ardeu na madrugada do dia 9 de Agosto de 1796, o edifício dos Paços do Concelho de Viseu, onde funcionavam além da câmara municipal, o Tribunal, a Cadeia e o Açougue. O imóvel fora edificado por iniciativa do Corregedor Domingos Borges da Costa, entre 1578 e 1580. O nome do local era Praça do Concelho, Rossio do Concelho ou Praça do Mercado e naturalmente o era o sítio onde se erguia o Pelourinho, símbolo do poder municipal, objecto do qual não ficaram vestígios. O edifício estava localizado entre Rua da Cadeia, a actual Rua D. Duarte e o pequeno largo da Rua Augusta Cruz. A Rua Dr. Luiz Ferreira (Rua do Comércio) só foi aberta no século XX e finalizada em 1926. Depois do incêndio os serviços camarários funcionaram em diversos edifícios, até se instalarem no Paço dos Três Escalões (Museu Grão Vasco), depois da Guerra Peninsular (Invasões Francesas). O actual edifício, localizado no Rossio de Massorim (Passeio de D. Fernando) e na actualidade na Praça da República (Rossio), começou a ser construído em 24 de Setembro de 1877. O projecto foi obra do Engenheiro Militar viseense, José de Matos Cid (1837-1915), o edifício de dois piso tinha como objectivo juntar todos os serviços públicos de Viseu.

Fonte: "Monumentalidade Visiense" de Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa, Viseu 2007

20170921

Dia do Município de Viseu


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Armas da Cidade de Viseu, pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio do Mestre Joaquim Lopes/Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia), 1931

20170920

Painel de Azulejos do Rossio


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Pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, da autoria do Mestre Joaquim Lopes, Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931. Cena dedicada à agricultura - lavragem da terra e mulher com molho de ervas à cabeça..

P.S.: Apenas na Sala de Visitas da Cidade Jardim é possível observar um quadro destes

20170911

#viseufazmal


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Pormenores do monumental painel de azulejos do Rossio, do Mestre Joaquim Lopes, azulejos da Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia), 1931. Obra da Comissão de Iniciativa e Turismo de Viseu


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Na década de 1920 e 30, a Praça da República (Rossio) recebeu vários melhoramentos promovidos, pela Câmara Municipal de Viseu e pela Comissão de Iniciativa e Turismo de Viseu, criada em 1926, para fomentar a actividade turística. Na rampa que liga a Rua Formosa à Rua do Soar de Cima, bordejando o Largo Major Teles (Jardim das Mães), a Comissão de Iniciativa realizou várias intervenções, com relevo para a colocação da balaustrada de granito e um conjunto de candeeiros, “arte nova”, infelizmente desaparecidos. O extenso e alto muro de suporte da rampa em 1930 apresentava um aspecto muito pobre, face ao conjunto urbanístico envolvente. Por proposta do Capitão Almeida Moreira, a comissão decidiu revestir a “curva do Rossio” com um painel de azulejos decorativos e artísticos. O artista escolhido foi o Mestre Joaquim Lopes (1886 – 1956), pintor de reconhecido mérito e professor da Escola de Belas Artes do Porto e os azulejos foram produzidos pela extinta Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia).  A vontade inicial era a de assinalar os pontos principais de interesse turístico da região, mas o programa executado foi a representação de motivos alusivos a figuras e cenas do mundo rural da Beira-Alta, com o maior destaque para as feiras. O painel viria a ser inaugurado no dia 13 de Dezembro de 1931, ocasião em que a comissão fez a sua simbólica entrega à câmara municipal.
Com a passagem dos anos o painel viria a tornar-se num dos maiores ícones de Viseu e agora a mostrar vários sinais da passagem do tempo, estando a exigir a atenção do município, para mandar fabricar e colocar vários azulejos em falta, executar a limpeza e restauro de todo o painel que sofre de vários males, incluindo a retirada de plantas que teimam em crescer nas pequenas frestas do muro. 
Portanto mais uma ocasião para usar: #viseufazmal 

Viseu - Largo Major Teles


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"Viseu - Largo Major Teles", Bilhete Postal Ilustrado, Foto Beleza - Porto, Edição da Tabacaria - Costa - Papelaria e "Viseu . Portugal - Casas Brasonadas no Largo Major Teles, Foto Germano - Viseu, Edição da Comissão Municipal de Turismo.

O primeiro postal é mais antigo e anterior à colocação do painel de azulejos (final de 1931), vendo-se dois candeeiros de ferro fundido e globos de vidro, junto à escadaria do jardim. O segundo é mais recente porque permite ver o painel de azulejos e apreciar melhor a balaustrada de granito. Em ambos não é possível ver a estátua que daria o nome ao jardim - Jardim das Mães - O melhor sono da nossa vida, de José de Oliveira Ferreira, fundida em 1930 mas erigida na década de 1940, por iniciativa da câmara municipal.

20170906

Azulejos de Viseu - Painel do Rossio


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Homens a lavrar com uma junta de bois e mulher com molho de ervas à cabeça - pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, Mestre Joaquim Lopes, Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931

20170823

Mulher com Capucha e Pastor


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"Mulher com capucha e pastor", pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, Mestre Joaquim Lopes, Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931

20170818

Azulejos de Viseu - Mestre Joaquim Lopes



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"Feirante/Negociante de gado (?) - Pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, do Mestre Joaquim Lopes (1888-1956), azulejos da Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931

20170817

A "Feira" é um Festival Urbano


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O presidente da câmara municipal, Dr. Almeida Henriques, em entrevista ao Jornal da Feira, Especial #1, de 11 a 17 de Agosto (Jornal do Centro), revelou aquilo que muitos já sabiam, ao titular uma entrevista ao edil, desta maneira: "Viseu tem hoje dentro da Feira de S. Mateus um festival urbano", sim é verdade foi essa a intenção do seu assessor e principal responsável pela organização do evento (Dr. Jorge Sobrado), agora também candidato a vereador, bastava ter estado com atenção à maioria das suas estratégias, decalcadas dos festivais de Verão que se realizam por todo o país. Já está tudo inventado... Mas o "Festival" em termos de afluência de público tem estado fraco porque nos dias em que subiram ao palco os cabeças de cartaz, sendo as entradas pagas e variando entre os 3 aos 7,5 €, os números de bilhetes vendidos são baixos, face às expectativas criadas e ao investimento realizado. A organização (Viseu Marca) não pode ser demasiado generosa, mesmo em ano de eleições, porque terá de obter lucros, para pagar outros eventos gratuitos a realizar, na sua maioria dedicados à promoção dos vinhos. O andamento da feira está a mostrar que a programação secundária, mais económica e o aumento dos preços das entradas verificado, nas últimas edições do evento, criaram condições para atrair à feira anual um maior número de visitantes, comparativamente aos dias, com programação mais cara e aparentemente mais apelativa. Esta tendência já se tinha verificado na edição de 2016.  Há outros exemplos mas vou, apenas referir o mais recente. No dia 15 de Agosto (Feriado Nacional) em que atracção foi Marco Paulo e a entrada custava 5,00 €, apenas foram feirar 22.580  mas no dia seguinte (Quarta-feira), para ouvir cantar Fábia Rebordão, com entrada gratuita, feiraram mais de 45.000.

Ilustração: "Jovem a tocar flauta", pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, Joaquim Lopes, Azulejos da Fábrica do Agueiro/Vila Nova de Gaia (1931)

20170816

Azulejos de Viseu - Mestre Joaquim Lopes


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Aspectos de uma feira de gado bovino na região de Viseu


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Vendedeiras de frutas e  de loiças de barro na feira
Pormenores do monumental painel de azulejos do Rossio, do Mestre Joaquim Lopes (1888-1956), azulejos da Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931

20170811

Mulher Serrana com Capucha


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"Mulher Serrana com Capucha" - Pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, do Mestre Joaquim Lopes (1888-1956), azulejos da Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931

20170809

Azulejos de Viseu- Rossio


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"Guardador de cabras", pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, do Mestre Joaquim Lopes (1888-1956), azulejos da Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931

20170621

Exposição Percurso Lusitano


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Exposição Percurso Lusitano, escultura moderna de Robert Schad
DERGEL 2015 e SYBARETS 2014, na Praça da República (Rossio)

P.S. : Este privilégio conferido à Cidade-Jardim ainda não recebeu a atenção devida, facto que se estranha. Núcleo de Vila Nova da Cerveira

20170605

Há Novidades no Rossio


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Esculturas em ferro instaladas no Rossio - pequena ave pernalta e ave de "grande dimensão", com pescoço longo (?). Continua a Câmara Municipal de Viseu apostada em colocar obstáculos, nos espaços públicos sem se preocupar com questões de mobilidade, segura para todos os seus utentes. Pouco interessa que sejam pássaros, passarões ou homens a tocar cornetas... como aconteceu no Bairro Municipal.

20170604

Novidades no Rossio


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Ainda não consegui descobrir qual o motivo representado na escultura instalada junto à Cava de Viriato (será um poleiro para a passarada?), mas já tinha sido informado sobre colocação de um outro trabalho escultórico no Rossio, facto que confirmei ao final da tarde de Sábado. Chegado à casa fui consultar o Facebook da Câmara Municipal de Viseu e fiquei a saber, pela leitura de avisos, que também na Avenida Infante D. Henrique, junto à entrada do Parque Aquilino Ribeiro, fora colocada uma "escultura de grande dimensão" e por esse motivo - "Agradecemos a compreensão de todos os munícipes e lamentamos eventuais incómodos."
Na verdade no Rossio foram instaladas duas esculturas, na imagem é possível ver a de "grande dimensão" a outra será igualmente uma ave, mais pequena e pernalta. O nome do artista continua a ser segredo e apenas deverá ser revelado por ocasião da inauguração. Guardo para a edição de amanhã, a publicação das fotos das outras esculturas.

20170519

Azulejos de Viseu - Painel do Rossio


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Armas da Cidade de Viseu e floreira, dois pormenores do monumental painel de azulejos do Rossio inaugurado em 13 Dezembro 1931. Obra do Mestre Joaquim Lopes (1888–1956), reputado pintor e professor da Escola de Belas Artes do Porto que utilizou azulejos da extinta Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia). Trabalho encomendado pela Comissão de Iniciativa e Turismo, por proposta do Capitão Almeida Moreira.

20170119

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"2017 Ano Oficial para Visitar Viseu" - pendão na fachada dos Paços do Concelho