EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20111202

D. Afonso Henriques 900 Anos 1111-2011



Defensor do nascimento de D. Afonso Henriques, em 1111 em Guimarães e tenaz adversário da tese de A. de Almeida Fernandes (1109 - Viseu) [ligação], Barroso da Fonte publicou mais um livro em defesa da tradição, contendo repetitiva e copiosa argumentação.

"D. Afonso Henriques 900 Anos (1111-2011)", Barroso da Fonte, Âncora Editora e Editora Cidade Berço, Capa de João Soares, 1ª edição Julho 2011

20110618

O Viseense João Torto



Foi no dia 20 de Junho de 1540 que João Torto [ligação] se lançou, com um par de asas de seu fabrico, duma das torres da Sé e aterrou muito mal no campo da Feira de São Mateus. Apesar das dúvidas e para lembrar a data, estão previstas várias actividades [ligação]

20100406

D. Afonso Henriques Nasceu em Viseu


Há poucos dias recebi, numa das minhas caixas de correio electrónico, um “alerta" sobre o tema que serve de título a este artigo. Segui a ligação e tive oportunidade de ler uma pequena entrevista de José Mattoso ao jornalista João Céu e Silva do "DN" [ligação].
José Mattoso é considerado o maior especialista do período medieval português, cansado e doente, manifestou o seu desencanto pelo evoluir da sociedade portuguesa nas últimas décadas.
Em relação à naturalidade do nosso 1º rei, revelou que se limitou a aceitar a tese do investigador A . Almeida Fernandes e a declarar que a hipótese Viseu seria:
"(...) a tese mais segura. No entanto, acabei por concluir que não era tão segura como pensava e considero que é necessário voltar a examinar a questão se ela nos interessar mesmo. Dei essa opinião na biografia sobre Afonso Henriques sem pensar que iria constituir uma base para uma polémica e quando realizaram o congresso invocaram a minha opinião." (...)
Desta maneira mostrou o seu descontentamento com a polémica sobre a terra onde o rei nasceu, Guimarães ou Viseu? e opinou, com toda a razão, que o significado desse facto do ponto de vista histórico "não é praticamente nenhum, porque o rei não fez a sua vida em nenhum destes lugares, mas em Coimbra e a partir desta cidade." (...)
José Mattoso está no pleno direito de não desejar ser parte na polémica, porém não adiantou qualquer motivo para justificar a sua mudança de opinião e apenas referiu que o assunto deverá ser aprofundado.
Parece-me estranha esta mudança, sem a mais breve justificação, uma vez que a única negação que conheço, da tese defendida pelo medievalista Almeida Fernandes em, "Viseu, Agosto de 1109, nasce D. Afonso Henriques", é da autoria de Barroso da Fonte que defende que essa hipótese não passa de uma grosseira manipulação.
Até agora a única "polémica" que conheço, consta do título do livro de Barroso da Fonte publicado em Junho de 2009 - "Afonso Henriques: um Rei Polémico" e gostaria de saber mais.

Na imagem - D. Afonso Henriques na Rua Direita, logótipo da sapataria "O Guimarães". Mais uma prova que contraria Barroso da Fonte, quando escreve que: Viseu não tem (...)" nem tradição, nem património, visível ou invisível" (...), nada recorda a memória de D. Afonso Henriques - "Palavras Necessárias", na obra citada.

20100218

"Judith Teixeira e o Lugar"

Judith Teixeira e o Lugar: uma "irmã de Shakespeare" no modernismo literário português - de Martim de Gouveia e Sousa

O autor nasceu no Porto em 1962 mas muito cedo veio para Viseu. Mestre em Literatura Portuguesa, Director da revista literária, Ave Azul, autor do blogue com o mesmo título [ligação], e EVROPA [ligação], membro do Conselho redacção dos Cadernos Aquilinianos, Professor, Ensaísta e Investigador com colaboração dispersa por várias revistas e jornais.

Este ensaio pretende chamar a atenção para a (esquecida) poetisa viseense Judith Teixeira (1880 - 1959), um caso único na literatura portuguesa pelo escândalo causado pela apreensão da sua colectânea poética de 1923 - "Decadência", onde de modo explícito e desassombrado, falava do amor e do erotismo entre mulheres mas sobretudo pelo injusto esquecimento da sua contribuição literária, especialmente do movimento modernista nas letras portuguesas.
A publicação desta obra foi planeada para coincidir com a passagem do cinquentenário do seu desaparecimento ocorrido no dia 28 de Dezembro de 2009.
Editora "Areias do Tempo - Associação Cultural e Editorial", Coimbra, 1ª edição Dezembro de 2009

Ligações para páginas dedicadas a Judith Teixeira: "Truca" e "Estúdio Raposa"

20091204

D. Afonso Henriques em Viseu



Quando em 27 de Janeiro de 2009 na TSF (*) o então vereador da cultura da Câmara Municipal de Viseu, José Moreira, anunciou o início das comemorações dos 900 anos do nascimento de D. Afonso Henriques para o dia 30 desse mês, com o ponto alto no mês de Agosto em que a cidade receberia um congresso internacional dedicado a Afonso Henriques e sua época, terá reconhecido que em Viseu não existia: (...) "beco, nem praça, nem busto, absolutamente nada com o nome do nosso primeiro rei" (...), enganou-se redondamente, como a imagem muito bem documenta.

Certamente muitos repararam que os pendões que anunciavam a celebração do nascimento daquele que viria a ser o nosso primeiro rei e que segundo a tese defendida por A. de Almeida Fernandes [ligação], secundado por outros historiadores aconteceu em Viseu foram retirados para dar lugar aos pendões do congresso da ANMP. Porém estava aprazada uma missa solene a realizar na Sé de Viseu no próximo dia 6 de Dezembro (11h00) o dia da sua morte acontecida em Coimbra no ano de 1185, de que não tive mais notícia.

* Fonte "Afonso Henriques: um Rei polémico" de Barroso da Fonte, Editora Cidade Berço, Guimarães, Junho de 2009 [ligação]. Obra publicada com o objectivo de "contestar a especulação" da tese de A. de Almeida Fernandes.

20091111

Aldrabas, Batentes e Portas



Puxador da porta da pequena Capela de São Martinho [ver foto] nas Termas de São Pedro do Sul [ligação] que segundo a tradição foi mandada construir em 1169, quando após a fractura duma perna sofrida no cerco de Badajoz D. Afonso Henriques veio tratar-se às Caldas Lafonenses da Vila do Banho. Já em 1152, D. Afonso Henriques tinha reconhecido a importância da vila onde brotavam águas medicinais e concedeu o 1º Foral à Vila do Banho, conferindo-lhe a importância de concelho.

20090921

O Viseense - D. Afonso Henriques



O Professor Doutor João Silva de Sousa comissário-geral das comemorações dos 900 anos do nascimento de D. Afonso Henriques em Viseu, considerou que o congresso reunido durante quatro dias, no Viriato Teatro Municipal, serviu para "reforçar a tese do seu nascimento em Viseu".
Ao longo dos quatro dias do congresso, reuniu consenso, por parte da maioria dos conferencistas, o apoio à tese de A. de A. Fernandes que localiza o nascimento de D. Afonso Henriques em Viseu, em Agosto de 1109. "Apenas um conferencista apontou o nascimento para Guimarães, sem, no entanto, ter indicado um só documento nesse sentido".

21 de Setembro 2009 - "Viseu Afonsina"



"Viseu Afonsina" é designação do cortejo evocativo dos 900 anos do nascimento de D. Afonso Henriques, ocorrido na alcáçova do castelo de Viseu, será possível ver D. Afonso Henriques, representado em várias idades, os seus progenitores D. Henrique e Dª Teresa, cavaleiros, homens de armas a pé, mouros, cruzados, membros da nobreza, do clero, povo e os indispensáveis em todas as festas medievais músicos e jograis. Está prevista a presença de 300 personagens vestidos à maneira da época com a colaboração de ranchos folclóricos do concelho. O evento terá início às 15h30 no Adro da Sé seguindo o seguinte percurso: Largo da Misericórdia, Largo Pintor Gata, Rua Nunes de Carvalho, Praça da República, Rua Formosa, Rua do Comércio, Praça D. Duarte, Travessa do Adro e novamente Adro da Sé.

P.S. - Na foto pormenor de carro alegórico das "Cavalhadas de Vildemoinhos 2009"

20090918

Viseu Afonsina - 21 de Setembro 2009


Saiba mais sobre o cortejo evocativo dos 900 do nascimento de D. Afonso Henriques em Viseu, fazendo clique sobre a imagem.

"D. Afonso Henriques" - Mário Domingues



(...) "D. Afonso I era bisneto de Roberto, rei de França, descendente, pois, tal como quase todos os reis e fidalgos da mais alta estirpe (velhas e nobres famílias que geralmente só entre elas se cruzam), daqueles rudes barões germanos e escandinavos que séculos antes assolaram a Europa, esfarraparam o Império Romano, retalharam-no em feudos e criaram a casta dominante que deu origem à quase totalidade das monarquias deste continente. Devia conservar, talvez, o tipo morfológico dos seus avoengos. Não haverá pois muito receio de enganos, se lhe atribuirmos, além da elevada estatura das raças nórdicas, um tom de epiderme muito claro ou róseo, olhos azuis ou verdes e barba ruiva de tons avermelhados. (...)"

Mário Domingues (1899-1977) in "D. Afonso Henriques" , Editora Prefácio, capa Biuni, Lisboa 2007

20090916

Viseu - terra de D. Afonso Henriques"



(...) "Uma pessoa não pode influenciar o seu próprio local de nascimento e este pouco ou nada nos diz sobre a sua personalidade nem sobre o seu percurso de vida. No entanto, quando falamos de um grande protagonista da História, com o estatuto de D. Afonso I, tal facto significa uma grande honra para a localidade que o viu nascer. (...)
Até à solicitação desta encomenda ao Dr. Almeida Fernandes não havia sido feito nenhum estudo específico sobre o local e data do nascimento do Conquistador. Os informes documentais de nascimento no tempo de D. Teresa e D. Henrique eram muito raros, em geral posteriores e nem sempre com indicação da localidade. O caso de D. Afonso Henriques, na ausência de documentação, apenas poderia vir a ser solucionado por deduções.
Almeida Fernandes meteu mãos à obra, consultou e cruzou documentos da época e, no final afirmou a solidez hermenêutica do seu trabalho e o seu espanto, afirmando-o o próprio: "...a conclusão a que cheguei, com surpresa crescente para mim mesmo. (...)
A encomenda do estudo sobre o local e data de nascimento de D. Afonso Henriques, por parte de Guimarães ao Dr. Almeida Fernandes, para decidir a contenda Guimarães-Coimbra, conduziu a uma solução inesperada, até para o próprio investigador - Viseu." (...)

Rui Moura, Coronel de Infantaria, Comandante do RI 14 in " Viseu - cidade de Afonso Henriques", Viseu, Agosto de 2009, edição da AVIS - Associação Cultural para o Debate de Ideias e Concretizações Culturais de Viseu que reune textos de diversos autores com capa de Jorge Braga da Costa.

20090915

"Afonso Henriques 900 Anos Depois"


A Câmara Municipal de Viseu promove de 16 a 19 de Setembro de 2009, no Viriato Teatro Municipal, a realização do Congresso internacional - "Afonso Henriques 900 Anos Depois", para celebrar o nascimento do rei fundador que segundo a tese do medievalista A. de Almeida Fernandes, ocorreu em Viseu nos primeiros dias do mês de Agosto do ano de 1109. O Prof. Doutor João Silva de Sousa, docente da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova e comissário-geral responsável pelo evento, referiu que está prevista a participação de 50 especialistas, oriundos de quase todas as universidades do país e mais revelou que "Viseu tem documentação inédita sobre o nascimento de D. Afonso Henriques na cidade" (*).

Conheça o programa do congresso, os participantes e os temas a tratar [ligação]

Nota: Os azulejos são um pormenor do painel existente no claustro da Sé de Viseu que representa D. Afonso Henriques saudando São Teotónio que não aprecia o tratamento humilhante dado aos mouros vencidos. É uma obra da oficina coimbrã do oleiro Agostinho de Paiva pintado provavelmente por Manuel da Silva, um pintor de poucos recursos técnicos, entre 1720 e 1722 que até 1921 esteve colocado numa das paredes do interior da Sé Catedral.

* In "Viseu Digital", citando o jornal "Diário de Viseu" [ligação]

20090828

D. Afonso Henriques nasceu em Viseu



(...) É verdade que a tradição é importante, mas não chega quando os factos são indesmentíveis e esta é a realidade a que chegámos. Durante séculos acreditou-se que na falta de documentação seria Guimarães, que sendo o berço da nacionalidade o seria também de Afonso Henriques mas as investigações do Dr. Armando Almeida Fernandes conduziram-nos para uma nova situação e não foi por vontade dele que se esventrou a "bolsa da história" à procura desta "boa nova", não, foi a pedido de uma instituição vimaranense. (...)

Júlio Cruz
Secretário-geral da AVIS

Retirado do Editorial do jornal evocativo dos 900 anos do nascimento do rei fundador - 6 de Agosto de 2009

20090826

D. Afonso Henriques em Viseu # 5



"Em 1993, segundo tese de Armando de Almeida Fernandes, no seu livro Viseu, Agosto de 1109, Nasce D. Afonso Henriques, deu-se início à hipótese, a mais credível, penso, de D. Afonso Henriques ter nascido em Viseu (05 de Agosto de 1109), contrariando princípios há muito tidos como assentes, pela tradição nacional".

Prof. Doutor João Silva de Sousa
Professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
P.S. - D. Afonso Henriques "Coroado" em Viseu, imagem obtida numa rotunda em Fragosela

20090810

O Viseense D. Afonso Henriques



(...)" As bases desta investigação, sem as quais ela seria impraticável, ou baldada, são duas: uma, o conhecimento da data suficientemente aproximada do nascimento de D. Afonso Henriques; a outra, a residência de D. Teresa quando ele veio à luz. A data é possível sabê-la pelas indicações da época: tendo dois para três anos quando morreu seu pai, o que sucedeu em Maio de 1112, e sendo que aquela expressão vulgar significa mais próximo os três anos que os dois, concluímos, calculando dois anos e uns nove meses, o meado do Verão de 1109. Quanto à residência de D. Teresa, temos provada para ela Viseu, precisamente então." (...)

A. de Almeida Fernandes, investigador de História Medieval, autor de "“Viseu, Agosto de 1109, Nasce D. Afonso Henriques [ligação]

Menos contestada é a presença do nosso primeiro rei nas vizinhas terras de Lafões, uma vez que foi nos seus banhos (termas) que veio procurar alívio para as dolorosas consequências do grave ferimento numa perna, no ano de 1169, ocorrido no cerco da praça-forte de Badajoz, quando fugia a cavalo e embateu com estrondo no ferrolho da porta da muralha exterior do castelo. Acabou feito prisioneiro dos cavaleiros leoneses que vieram em socorro dos mouros sitiados na alcáçova e o entregaram humilhado ao Rei de Leão, seu genro D. Fernando II por ser casado com a sua filha D. Urraca. Badajoz embora ocupada pelos muçulmanos estava na área de reino de Leão por tratado assinado com o vizinho reino de Castela. D. Afonso Henriques nunca mais pode montar e a sua carreira militar terminou, depois desse incidente passou a deslocar-se numa carreta e limitou-se a administrar o reino com a co-regência do seu filho D. Sancho I. Mas a sua ligação à terra era mais antiga porque em 1152, reconhecendo a importância da Vila do Banho (hoje Termas de São Pedro do Sul) concedeu-lhe o seu I Foral atribuindo-lhe a categoria de concelho. Foi em 1169 e por sua iniciativa que foi edificada a pequena Capela de São Martinho ainda hoje aberta ao culto e com muito devotos com provam os imensos ex-votos depositados sobre o altar.

20090808

D. Afonso Henriques em Viseu # 4



Mais uma, com esta já são quatro, a de hoje está no Viso Norte perto da escola básica. É tão feia quanto as outras! ainda haverá mais... talvez junto à porta do patrocinador, privado, quem sabe?

20090803

O Viseense D. Afonso Henriques...

Parece-me que bem merecia ter sido homenageado de outra forma! Ontem pela manhã fui, como faço muitas vezes, tirar a ferrugem à minha bicicleta ao Parque da Radial de Santiago e acabei por dar de caras com mais outro mamarracho de autor desconhecido, sem o mínimo de talento ou habilidade, que produziu a monstruosa escultura que pretende representar D. Afonso Henriques equipado para a guerra vestindo uma cota de malha e com um ridículo capacete na cabeça. Visto deste ângulo parece um melão sobre um pescoço do tipo girafa, a olhar para outro mamarracho que tarda a "cair".

Como habitualmente se costuma dizer que "não há duas sem três" já tentei encontrar a terceira cabeça mas sem sucesso. Prometo que não irei desistir facilmente...

20090801

D. Afonso Henriques nasceu em Viseu!


Há poucos dias foi colocado no Parque Linear do Rio Pavia, no Largo Major Monteiro Leite, junto da Ponte das Barcas, uma autêntico mamarracho evocativo do nascimento de D. Afonso I, mais conhecido por D. Afonso Henriques - "O Conquistador", ocorrido na alcáçova do castelo da nossa cidade que muitas vezes terá acolhido reis, vai fazer em dia incerto da próxima semana 900 anos [ligação].

Acreditem que lamento imenso dizer que se trata de um objecto de muito fraca qualidade, deveria envergonhar quem autorizou a sua colocação em lugar público e ainda salientar que a Câmara Municipal de Viseu o erigiu numa "parceria" com uma empresa de distribuição que publicita a sua marca em côr e tamanho berrantes.

D. Afonso Henriques na Póvoa do Lanhoso



"Inspirado na obra "Afonso Henriques - O Homem" de Cristina Torrão, este trabalho tem texto do dramaturgo brasileiro Weydson Barros Leal e do director artístico do CC, Moncho Rodriguez, que também dirige a encenação.
"Eu Reino" estará em exibição todas as sextas - feiras e sábados nos meses de Julho e de Agosto. O Castelo de Lanhoso é o palco desta produção que envolve cerca de 50 actores amadores e profissionais (como Pedro Giestas) em cena, bem como colectividades locais." (...)
Se o amigo leitor estiver interessado também poderá participar numa cena, vestido a rigor.
Continue a ler na página do Theatro Club da Póvoa de Lanhoso [ligação].

20090629

Os 900 anos de D. Afonso Henriques



Com a apresentação da Orquestra Filarmonia das Beiras, dirigida pelo maestro António Vassalo Lourenço, com os solistas Nuno Silva, acordeão e André Cardoso, piano e ainda meia-dúzia de grupos corais do concelho de Viseu tiveram início ontem no Pavilhão Multiusos, as comemorações dos 900 anos do nascimento de D. Afonso Henriques, ocorrido em Viseu nos primeiros dias do mês de Agosto de 1109. Mais de dois milhares assistiram ao evento que alcançou brilho, é ocasião rara poder ouvir um coro magnificamente afinado e com várias centenas de vozes. As celebrações irão prolongar-se até ao próximo dia 21 de Setembro.