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| Bilhete postal ilustrado de editor fotógrafos desconhecidos (data da compra 25/9/24) |
EDITORIAL
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio
Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
20150618
"VISEU PORTUGAL - Vista Geral"
20140827
"Viseu a melhor cidade para viver"
20121210
Vizeu - Ermida da Via Sacra
20120219
"Pedrada" # 27 - Via Sacra
20120217
20111007
A "Casa da Via Sacra" - Dr. José Coelho
Faleceu em 7 de Abril de 1977, na sua casa na Via Sacra, no centenário do seu nascimento a edilidade resolveu atribuir o seu nome à rua fronteira e foi colocado um busto de bronze, da autoria de Armindo Ribeiro [ligação], no jardim.
Saber + [ligação]
Fonte principal: "Monumentalidade Visiense", Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa [ligação]
20091224
Votos de Bom Natal para todos!
Imagens do presépio no Colégio da Via Sacra, no Natal de 2008 estas seis figuras estiveram na rotunda mais próxima
20091127
A Capela da Via Sacra
Segundo as investigações do Dr. Alexandre Alves [ligação] a capela da Via Sacra foi edificada, em data incerta mas anterior ao séc. XV, sobre as ruínas duma pequena capela românica em honra do "Senhor do Horto". A capela passou a ser conhecida por "Capela da Via Sacra" porque era aí que estava instalado o Calvário da Via Sacra que os irmãos da Ordem Terceira de São Francisco faziam todas as sextas-feiras da Quaresma, com início na Igreja dos Terceiros seguindo o trajecto inicial da antiga estrada romana Viseu-Seia.
O edifício sofreu grandes acrescentos e remodelações em especial em 1690 quando a irmandade de S. Francisco das Chagas mandou construir os altares laterais e um novo corpo mais vasto. Os trabalhos foram concluídos em Março do ano seguinte e no dia 23 o Bispo D. Ricardo Russel autorizou a bênção dos altares e da igreja, para se fosse possível o culto e os enterramentos. Durante o séc. XVIII foram executados novos retábulos, renovaram-se as imagens e foi construído o campanário, tendo por modelo o da capela da Nossa Senhora dos Remédios, junto da Porta do Soar de Cima, e colocado um sino fundido por João de Argos.
Foi por iniciativa da irmandade de S. Francisco das Chagas que se iniciou a tradição da Procissão da Ressurreição no domingo de Pascoela em que participavam muitas crianças vestidas de "anjinhos" que no final recebiam amêndoas. No adro e junto ao muro da velha estrada para Ranhados erguia-se o nicho do Calvário que hoje está encostado ao lado esquerdo do edifício. O nicho tinha uma cruz de madeira que o tempo levou.
O local é muito airoso e ainda há poucas décadas tinha uns frondosos cedros que o faziam muito agradável e um bonito miradouro da cidade porém é de má memória porque foi o local onde durante a Idade Média se ergueu a forca da cidade, onde foram sentenciados os condenados. Felizmente a capela teve há alguns anos obras na cobertura, um telhado novo e arranjos exteriores porém não tem reboco, encontra-se fechada e com o interior lamentavelmente votado ao abandono.
20090403
VIA SACRA Cidade de Viseu

2º - Encontro com sua Mãe, com a Verónica e com as mulheres de Jerusalém - Jardim das mães;
3º - Julgamento de Jesus na praça pública – antigo Mercado 2 de Maio;
4º - O cireneu ajuda Jesus a levar a cruz - Praça D. Duarte;
5º - Crucificação e morte de Jesus - Adro da Sé;
6º - Ressurreição de Jesus - Adro da Sé
20090103
Os "Reis" estão mesmo chegar...
Os Evangelhos são pouco esclarecedores sobre as 3 personagens que vindas do Oriente, guiadas por uma estrela, procuravam o rei dos Judeus e encontraram um menino pobre em Belém. Este é um episódio relatado de modo vago no Evangelho de S. Mateus (Mateus 2, 1-12) a que ao longo dos séculos foram sendo acrescentados pormenores. A designação de “Magos” era dada por alguns povos do Oriente aos sábios, astrólogos e membros de classes sacerdotais. Mais tarde foi-lhes acrescentado o título de “Reis” para lhes aumentar o mérito.
O número e os nomes dos “Reis Magos” são meras suposições sem qualquer base histórica, foi uma tradição posterior aos Evangelhos que lhes deu os nomes de Baltasar, Gaspar e Belchior (ou Melchior). Igualmente lhes foram atribuídas características próprias: Belchior (ou Melchior) seria o representante da raça branca (europeia), Gaspar representaria a raça amarela (asiática) finalmente Baltasar representaria a raça negra (africana), estavam assim representadas todas as raças bíblicas. A adoração dos “Reis Magos” ao Menino Jesus simboliza a homenagem de todos os homens, mesmo reis, os senhores da Terra, se curvaram perante Jesus menino. A versão actual da história foi fixada no século XVI e também ditou as idades dos “Reis Magos”, Belchior teria 60 anos, Gaspar 40 anos e Baltasar 20 anos. O Dia de Reis celebra-se tradicionalmente a 6 de Janeiro, partindo-se do princípio que foi neste dia que os três chegaram finalmente junto do Menino Jesus.
Em alguns países é neste dia em que se entregam os presentes a vizinha Espanha é um deles. No Natal ou nos Reis este é um hábito que continuará apesar do Natal ser cada vez mais um tempo para o negócio.
A representação dos “Reis Magos”, na rotunda da Via Sacra, tem duas características invulgares que certamente não terão escapado aos olhares mais atentos. Se ainda não deu por elas, uma é mais evidente, tenha cuidado se for ao volante não vá originar ou ser vítima de algum acidente. A Continuar...
20081225
É Natal, já nasceu Jesus!
20080323
Já podem repicar os sinos!
20080317
A Capela da Via Sacra
In "Portugal Antigo e Moderno, Diccionario" - Augusto Soares de Azevedo Barbosa de Pinho Leal, continuado por Pedro Augusto Ferreira - Lisboa 1890
Nota: O Largo de Santo António é a actual Praça da República (Rossio), onde se erguia o Convento de Santo António do Massorim que foi demolido para a abertura da Avenida 25 Abril (ex-avenida Salazar).
20080314
Fundação e Antiguidade de Viseu
(...) “Rodrigo Mendes da Silva na Poblacion general de España diz que a cidade de Viseu foi fundada pelos turdulos, 500 anos antes do nascimento de Christo; mas nós diremos que se ignora quando e por quem foi fundada.
É certo ser muito antiga, pois já no tempo dos suevos (anno de Ch. 572) foi reconhecida como cidade episcopal, anterior à occupação d’elles, pelo que já devia existir de longa data.” (...)
O Mamarracho escondido entre telhados, papoilas e malmequeres na Via Sacra


