EDITORIAL
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio
Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
20180226
Brasões de Viseu
20150713
A Casa de São Miguel
A Casa de São Miguel terá começado a ser construída no ano de 1633, por David Alvares que depois a vendeu aos frades do Convento de Santo António do Massorim que nela se instalaram até 1635, sendo depois vendida a João da Mesquita Cardoso de Melo e Sousa, um abastado viseense que casou na nobre casa da Trofa, passando a sua descendência a usar os apelidos de Sousa Lemos e Menezes.
A casa é um palacete de planta regular e austera, no piso superior da fachada principal abrem-se janelas a espaços regulares. Ao centro possui uma escadaria dotada de alpendre pela qual se acede ao andar superior. Foi no ano de 1803 que António Cardoso da Mesquita de Lemos e Meneses de Noronha mandou trocar as armas do portal da entrada dos Cardoso e Mesquita por Cardoso e Lemos.
Após a implantação da República o bispo de Viseu, D. António Alves Ferreira dos Santos, foi expulso do Paço do Fontelo e instalou-se em São Miguel, depois ter regressado a Viseu após uma curta ausência forçada.
O local que possui uma agradável mata serviu de cenário a algumas cenas do filme de Manoel de Oliveira "Amor de Perdição". Trata-se de uma propriedade classificada como "Imóvel de Interesse Público" - Dec. 95/78 de 12 de Setembro de 1978, localizada na estrada dacircunvalação e perto do Fontelo.
Fonte: "Monumentalidade Visiense" de Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa [LER]
20150112
20140802
A Fonte de São Francisco
Esta pomba, embora com sede receia beber a água?
20140729
Festas da Cidade de Viseu - 1972
Festas da Cidade de Viseu - 1972 / Programa Oficial/10 a 18 de Junho
20120229
Bicas & Fontes # 6
(...)“Encaixa-se num formoso arcosólio quinhentista, de frontão angular, finas pilastras e ornatos delicadamente trabalhados, decerto proveniente do interior da antiga igreja conventual, de jazigo de família abastada e distinta da Beira, de linhagem vetusta e orgulhosa dos feitos heróicos dos seus avoengos. É, sem dúvida, um caso único da arte funerária existente não só na cidade de Viseu, como também nas terras da Diocese.” (...)
Dr. Alexandre Alves [ler +]
20100802
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
20100618
"As Festas de Santo António em Viseu"
20100614
Entrada do Convento de Orgens
O Convento de São Francisco - Orgens
(…)“A do Convento era cerca do extincto convento de S. Francisco do Monte, ou de Orgens. Foi vendida pelo nosso governo e comprou-a em 1834 António Rodrigues de Loureiro, chamado pelo povo – Antonio Jeronymo, o Pepino, - que se tornou celebre pelas questões que teve com os habitantes d’esta freguezia por causa do convento. Por vezes tentaram assassinal o, pois tendo o governo dado para matriz da parochia a bella egreja do convento, elle tratou logo de demolir quasi tudo; - estragou a comunicação interior do convento para a egreja e sacristia – e tentou abrir nova comunicação da parte restante do convento para a egreja, o que o povo não consentiu por ser o dicto homem uma creatura antipathica e por estar destruindo barbaramente o convento, que o povo estimava, como diremos adiante.
20091127
A Capela da Via Sacra
Segundo as investigações do Dr. Alexandre Alves [ligação] a capela da Via Sacra foi edificada, em data incerta mas anterior ao séc. XV, sobre as ruínas duma pequena capela românica em honra do "Senhor do Horto". A capela passou a ser conhecida por "Capela da Via Sacra" porque era aí que estava instalado o Calvário da Via Sacra que os irmãos da Ordem Terceira de São Francisco faziam todas as sextas-feiras da Quaresma, com início na Igreja dos Terceiros seguindo o trajecto inicial da antiga estrada romana Viseu-Seia.
O edifício sofreu grandes acrescentos e remodelações em especial em 1690 quando a irmandade de S. Francisco das Chagas mandou construir os altares laterais e um novo corpo mais vasto. Os trabalhos foram concluídos em Março do ano seguinte e no dia 23 o Bispo D. Ricardo Russel autorizou a bênção dos altares e da igreja, para se fosse possível o culto e os enterramentos. Durante o séc. XVIII foram executados novos retábulos, renovaram-se as imagens e foi construído o campanário, tendo por modelo o da capela da Nossa Senhora dos Remédios, junto da Porta do Soar de Cima, e colocado um sino fundido por João de Argos.
Foi por iniciativa da irmandade de S. Francisco das Chagas que se iniciou a tradição da Procissão da Ressurreição no domingo de Pascoela em que participavam muitas crianças vestidas de "anjinhos" que no final recebiam amêndoas. No adro e junto ao muro da velha estrada para Ranhados erguia-se o nicho do Calvário que hoje está encostado ao lado esquerdo do edifício. O nicho tinha uma cruz de madeira que o tempo levou.
O local é muito airoso e ainda há poucas décadas tinha uns frondosos cedros que o faziam muito agradável e um bonito miradouro da cidade porém é de má memória porque foi o local onde durante a Idade Média se ergueu a forca da cidade, onde foram sentenciados os condenados. Felizmente a capela teve há alguns anos obras na cobertura, um telhado novo e arranjos exteriores porém não tem reboco, encontra-se fechada e com o interior lamentavelmente votado ao abandono.
20081216
O Bispo de Viseu, opinião de Mário Soares

Estátua da autoria de António Teixeira Lopes na Santa Cristina
20080317
A Capela da Via Sacra
In "Portugal Antigo e Moderno, Diccionario" - Augusto Soares de Azevedo Barbosa de Pinho Leal, continuado por Pedro Augusto Ferreira - Lisboa 1890
Nota: O Largo de Santo António é a actual Praça da República (Rossio), onde se erguia o Convento de Santo António do Massorim que foi demolido para a abertura da Avenida 25 Abril (ex-avenida Salazar).
20080208
O "Rocio de Santo Antonio"
(...) "Passeio de D. Fernando, - outr'ora Quinta de Maçorim,- depois Campo de Maçorim, feito em uma parte da mencionada quinta.
Denominou-se tambem Rocio de Santo Antonio, depois que junto d'elle, na parte restante da bella quinta de Maçorim, se fez o convento de Santo Antonio, de frades capuchos.
É hoje o campo e o passeio publico mais bonito de Viseu, mas pouco espaçoso, pouco alindado e muito irregular.
Tem apenas algumas arvores de grande porte, alguns bancos e um pavilhão onde costuma tocar nos domingos e quintas feiras a banda regimental, - e no dicto campo, se erguem os novos Paços do concelho." (...)
20071222
A História do Presépio
De lá pra cá, não há dúvidas que a tradição do presépio natalino se difundiu pelo mundo criando uma ligação com a festa do Natal. Já no século XVIII, a recriação da cena do nascimento de Jesus estava completamente inserida nas tradições de Nápoles e da Península Ibérica." (...)
20071101
A Fonte de São Francisco
Esta bonita construção granítica encimada por uma singela cruz, está decorada com as armas reais portuguesas e tem um nicho com uma imagem moderna de São Francisco de Assis.
São Francisco de Assis
São Francisco de Assis no seu nicho na Fonte de São Francisco.
Sempre o ouvi tratar pelos seus vizinhos carinhosamente por "Chico"!
20070924
Azulejos de Viseu
"Morago, Estêvão Lopes (c.1575-após 1630)
Morago nasceu em Vallecas (agora parte de Madrid) em cerca de 1575, mas posteriormente passou quase toda a sua vida em Portugal. Após estudar em Évora com Filipe de Magalhães, tornou-se cónego e Mestre de Capela da Catedral de Viseu (no norte do país) de 1599 até 1628. Então, retirou-se para o mosteiro franciscano em Orgens, perto de Viseu, e morreu em 1630 ou depois. A sua música sobrevive nos arquivos de Viseu.
Dele foram editadas em 1961 várias obras de música religiosa à capela, em Portugaliae musica (F.C.Gulbenkian) Vol. IV, contendo 35 motetos, 8 responsórios de Natal, 3 salmos, 18 hinos e 4 Magnificat a várias vozes."
Fonte a página do "Coro da Universidade Nova de Lisboa"
20070613
Azulejos de Viseu - "Os Franciscanos"
(....) "Toda a cidade de Viseu adorava o humildes franciscanos, pelo que d'ali eram constantemente chamados para assistirem aos moribundos.











