EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20170625

Ano Oficial para Visitar Viseu


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Nem a proclamação do ano de 2017 como - Ano Oficial para Visitar Viseu, tornou possível a substituição da placa, do roteiro 5 Cores/ 5 Caminhos/ 5 Descobertas, com o nº 45 do núcleo 4 - Fontelo, contendo informação destinada aos visitantes, relativa à Porta dos Cavaleiros e à muralha gótica de Viseu (Séc. XVI). Este problema não é novo e mereceu a minha atenção, no dia 18 de Agosto de 2014 [VER]. Tanto dinheiro desperdiçado em auto-promoção, do ano oficial e uma simples placa metálica e uma folha de vinil impressa, continuam em falta. Que amargura...

20170224

A “Fonte do Arco”


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Junto da “Porta dos Cavaleiros” e em frente do Solar dos fidalgos do Arco, da família Albuquerque do Amaral Cardoso foi construído, no ano de 1741, um fontanário em granito com as armas reais portuguesas colocadas sobre um nicho com uma imagem de São Francisco de Assis. De feição barroca a sua construção deve-se a António de Albuquerque que aproveitou um chafariz já existente no local. A fachada está dividida em três corpos separados por pilastras, encimadas por fogaréus. No corpo principal estão colocadas duas bicas em forma de malmequer e o tanque. Da água que jorrava das suas bicas diziam-se maravilhas mas há cerca de duas décadas e depois das escavações para a construção do "Centro Comercial Académico", a água passou a rarear e a ser imprópria para consumo. Na parede posterior, totalmente revestida com azulejos de padrão, existe um banco e um painel com as armas de Viseu.
A ligação da fonte e da família proprietária do solar fronteiro ao romance de Camilo Castelo Branco, “Amor de Perdição” não passa de uma fantasia do escritor que descreveu uma violenta cena de pancadaria junto da fonte.

"VIZEU - Fonte do Arco", Bilhete Postal Ilustrado nº 7 da Colecção Passaporte (LOTY), fotografia provavelmente da década de 1950. A imagem permite ver em segundo plano, logo atrás e à esquerda da fonte, o edifício onde entre 1942 e 1989 funcionou a sede do extinto "Clube Académico de Futebol - C.A.F.", mais conhecido como "Académico de Viseu". No rés–do-chão tiveram porta aberta os "Armazéns Avenida de António das Águas", especializados na venda de mobílias e colchões.

20160722

Brasões de Viseu - "Casa do Arco"


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A casa possui no cunhal que confina com a "Porta dos Cavaleiros" uma segunda pedra de armas e um pedaço de cornija, mais antigas em que poucos reparam:
"Escudo esquartelado: I e IV - Gouveias. II e III - Castelo-Branco.
De "Leonel de Queiroz de Castello-Branco, que está sepultado em Orgens com um escudo igual"
"Este escudo de armas (Gouveia e Castello-Branco) foi de Leonel de Queiroz de Castello-Branco, que está sepultado em Órgens com um escudo igual. Este Leonel foi senhor da casa do Arco e foi 4º avô de Duarte Pacheco de Albuquerque, senhor da dita casa do Arco. Vide “Ascendências Visienses. Ensaio genealógico sobre a nobreza de Viseu. Séculos XIV a XVII”, de Manuel Abranches de Soveral"
Fonte: Comentário anónimo em "Solares e Brasões" que muito agradeço porque a pedra de armas que é referida em raras fontes, não estava identificada.

20150619

A "Fonte de São Francisco"

Colecção Passaporte (LOTY)

Junto da “Porta dos Cavaleiros” e em frente do Solar dos fidalgos do Arco pertença da família Albuquerque do Amaral Cardoso foi construído, no ano de 1741, um fontanário em granito com as armas reais portuguesas colocadas sobre um nicho com uma imagem de São Francisco de Assis. De feição barroca a sua construção deve-se a António de Albuquerque que aproveitou um chafariz já existente no local. A fachada está dividida em três corpos separados por pilastras, encimadas por fogaréus. No corpo principal estão colocadas duas bicas em forma de malmequer e o tanque. Da água que jorrava das suas bicas diziam-se maravilhas mas há cerca de duas décadas e depois das escavações para a construção do "Centro Comercial Académico", a água passou a rarear e a ser imprópria para consumo. Na parede posterior, totalmente revestida com azulejos de padrão, existe um banco e um painel com as armas de Viseu.
A ligação da fonte e da família proprietária do solar fronteiro ao romance de Camilo Castelo Branco, “Amor de Perdição” não passa de uma fantasia do escritor que descreveu uma violenta cena de pancadaria junto da fonte.

Bilhete Postal nº 7 da Colecção Passaporte (LOTY), fotografia provavelmente da década de 1950. A imagem permite ver em segundo plano, logo atrás e à esquerda da fonte, o edifício onde entre 1942 e 1989 funcionou a sede do extinto "Clube Académico de Futebol - C.A.F.", mais conhecido como "Académico de Viseu". No rés do chão tiveram porta aberta os "Armazéns Avenida de António das Águas", especializados na venda de mobílias e colchões.

À Atenção dos "Serviços Municipalizados"



À atenção dos "Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Viseu", no futuro empresa municipal "Águas de Viseu" [LER]! o tanque de "Fonte de São Francisco" está a necessitar de limpeza, ou será necessário esperar pelo mês de Agosto?

20140830

Porta dos Cavaleiros e Fonte São Francsico


"Porta dos Cavaleiros" - gravura retirada do Guia Turístico (desdobrável) nº 268 da ROTEP, publicado em 1954, organizado por Camacho Pereira, Casa da Pimenteira, Cruz Quebrada.


"Porta dos Cavaleiros" - foto obtida há duas horas. Este é mais económico [ver] mas o sinal continua a ter uma função meramente decorativa...

20140829

Fonte de S. Francisco e Porta Cavaleiros


As pombas que vivem, nidificam e procriam na "Porta dos Cavaleiros" e não respeitam o São João Baptista [ver] matam a sede bebendo as escassas gotas de água das bicas da "Fonte de São Francisco".


Bem perto dos ninhos das pombas e dos seus poleiros encontrei este automóvel que deverá "beber muito". O proprietário deve considerar que o sinal faz parte da decoração do monumento...

20140802

A Fonte de São Francisco

Nicho com São Francisco

Aspecto do pavimento da fonte

Da bica da direita jorra alguma, muito pouca água para o tanque

Esta pomba, embora com sede receia beber a água?

Nas vésperas do dia 25 de Abril a edilidade preocupou-se com a limpeza da fonte de São Francisco [saber +] e da Porta dos Cavaleiros [ver] porque na vizinha Escola Emídio Navarro, decorreu a sessão da Assembleia Municipal Comemorativa do 25 de Abril. Está mais que na hora de voltar a limpar a fonte. Quanto à muralha  da cerca afonsina (D. Afonso V) um destes dias vem abaixo se não lhe acudirem a tempo [saber +].

20140422

A Casa do Arco ou Solar dos Albuquerques


 

A “Casa do Arco” ou “Solar dos Albuquerques” está localizada na Avenida Emídio Navarro, encostada à “Porta dos Cavaleiros”, foi mandada construir por D. João do Amaral Coelho, Capitão-Mor de Viseu, no séc. XVII, em data posterior a 1640. A casa foi herdada pela sua filha Dª. Eugénia do Amaral que veio a casar com D. Duarte Pacheco de Albuquerque Cardoso de Vilhegas, Morgado do Couto de Baixo, que continuou a aumentar e melhorar a edificação. Foi o seu filho D. Francisco de Albuquerque do Amaral Cardoso e Vilhegas que deu ao imóvel a feição final que não sendo merecedor de menção especial é elegante, nas suas linhas sóbrias, com um bonito portal, encimado com o brasão dos Albuquerques do Amaral Cardoso e várias janelas de moldura e avental.
A casa foi residência dos “Albuquerques”, os fidalgos do Arco, até ao final do séc. XIX. Em Agosto de 1882 hospedou o rei D. Luís e a rainha D. Maria Pia, o senhor do palacete, António de Albuquerque Amaral Cardoso (1834/1911), era um fervoroso “miguelista”, saiu de casa para não ter de receber a família real e foi substituído pelo seu irmão Fernando Albuquerque que fez as honras da casa.
O solar ficou célebre pelas festas que ali aconteceram, pelo luxo e fausto que os seus donos gostavam de ostentar. A família começou a viver tempos difíceis, o último proprietário D. António de Albuquerque do Amaral Cardoso (1886/1923), foi um esbanjador, viciado no jogo e ficou conhecido por ser o autor de um livro considerado escandaloso - “O Marquês da Bacalhoa”, publicado em 1908 que ridicularizava a família real e a monarquia [ligação].
A propriedade foi hipotecada e vendida em hasta publica, em 5 de Outubro de 1886, para pagamento de dívidas de jogo. Em 2 de Agosto de 1887 foi comprada pelo Estado para instalar vários serviços públicos e a Escola Prática de Agricultura. Da construção original nada resta além da fachada brasonada, a imponente escadaria, e vários painéis de azulejos. A Escola Industrial e Comercial de Viseu, a actual Escola Secundária Emídio Navarro, ocupou o edifício que foi mais tarde adaptado para ginásios e refeitório., Recentemente a construção foi remodelada para receber, entre outros serviços a biblioteca e o museu.
A ligação da “Casa do Arco” e da vizinha “Fonte de S. Francisco” ao romance “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco, publicado em 1862, é uma fantasia, uma liberdade do romancista. O cinema, mais recentemente pela mão de Manoel de Oliveira, reforçou a “lenda” ao usar os locais como cenário para o seu filme homónimo (1978).
Fonte:"Monumentalidade Visiense" de Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa [ligação]

20130705

Pedrada # 39 - A Fonte S. Francisco


Esta "pedrada" mas em sentido figurado vai diretinha aos Serviços Municipalizados de Viseu que não cuidam devidamente da Fonte de São Francisco que apresenta este vergonhoso aspecto...

20121122

Mas Tu Queres Ver?!


A Fonte de São Francisco [saber + ], na Avenida Emídio Navarro está "alagada"

20120305

Cuidado! Buraco na Av. Emídio Navarro



Tomar cuidado, sim é necessário especialmente para as senhoras porque este "buraco" na Avenida Emídio Navarro (traseiras da fonte de São Francisco) poderá originar algum trambolhão. Segundo apurei esta situação, nem sequer sinalizada, existe há cerca de duas semanas.

20110611

Fonte de São Francisco

Foi um amigo que fez o favor de me levar à Fonte de São Francisco [ligação] para me mostrar a fonte, sem revelar o motivo... Confesso que estava à espera doutros problemas mas não fiquei muito surpreendido quando deparei com esta lamentável mistura de água, lama, musgos, algas e "lixo". Viseu é realmente a cidade jardim, principalmente nas imensas rotundas!

20100712

A Fonte de São Francisco


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Junto da “Porta dos Cavaleiros” e em frente do Solar dos fidalgos do Arco pertença da família Albuquerque do Amaral Cardoso foi construído, no ano de 1741, um fontanário em granito com as armas reais portuguesas colocadas sobre um nicho com uma imagem de São Francisco de Assis. De feição barroca a sua construção deve-se a António de Albuquerque que aproveitou um chafariz já existente no local. A fachada está dividida em três corpos separados por pilastras, encimadas por fogaréus. No corpo principal estão colocadas duas bicas em forma de malmequer e o tanque. Da água que jorrava das suas bicas diziam-se maravilhas mas há cerca de duas décadas a demolição e as escavações para o novo edifício do Centro Comercial Académico, provocaram grandes alterações no veio da água que passou a ser imprópria para consumo. Na parede posterior, totalmente revestida com azulejos de padrão, existe um banco e um painel com as armas de Viseu.
A ligação da fonte e da família do solar fronteiro ao romance de Camilo Castelo Branco, “Amor de Perdição” não passa de uma fantasia do escritor que descreveu uma violenta cena de pancadaria junto da fonte.


"Vizeu - Fonte do Arco"


Bilhete Postal nº 7 da Colecção Passaporte (LOTY) com fotografia provavelmente dos anos 50 do século passado. A imagem permite ver em segundo plano, logo atrás e à esquerda da fonte, o edifício onde entre 1942 e 1989 funcionou a sede do extinto Clube Académico de Futebol, mais conhecido como Académico de Viseu [ligação].
No rés do chão tiveram porta aberta os Armazéns Avenida de António das Águas, especializados na venda de mobílias e colchões.

20080409

Azulejos de Viseu - Armas de Viseu


Brasão de armas da cidade de Viseu e azulejos nas traseiras da Fonte de São Francisco na Avenida Emídio Navarro

(...)" Em 1465 o atraso da cidade de Viseu era tal, que nos Paços do Concelho não havia o sino indispensável para convocar ou avisar os habitantes.
Nas côrtes desse ano o concelho pedia ao Rei, que suspendesse a isenção dos privilegiados para o pagamento duma finta, que ele ia lançar para a aquisição dum sino de correr, como havia nos paços das principais cidades e vila do reino, e que era necessário para chamar a vereação e dar rebate em caso de arruído ou de fogo. Até então serviam-se dos sinos da Sé, mas agora o bispo e o cabido não consentem, e os teem fechados.
O rei deu o seu beneplácito
.” (...)

Costa Lobo in “História da Sociedade de Portugal do século XV”

Foi ao Rei D. Afonso V que foi apresentada a petição. A citação foi retirada de um texto publicado na revista Beira-Alta (1942- 3º Trimestre, Vol. I, Fasc. III) com o título “O Castelo de Mangualde e a Cidade de Viseu” da autoria de Valentim da Silva.

20071101

A Fonte de São Francisco



Garrafa de refrigerante (laranjada) da Fábrica Vª. de J. A. de Jesus & Herdeiros, Telefone 22782, Viseu

Junto ao Solar dos Fidalgos do Arco também conhecido como Solar dos Albuquerques está a Fonte de São Francisco, construída em 1741 tem duas bicas em ferro, geralmente secas. Das suas bicas saia uma água insonsa mas muito refrescante apreciada pelos vizinhos que lhe gabavam as propriedades quase mágicas. Lavar os olhos com a água de São Francisco diziam fazer muito bem aos olhos.
Esta bonita construção granítica encimada por uma singela cruz, está decorada com as armas reais portuguesas e tem um nicho com uma imagem moderna de São Francisco de Assis.

São Francisco de Assis



São Francisco de Assis no seu nicho na Fonte de São Francisco.
Sempre o ouvi tratar pelos seus vizinhos carinhosamente por "Chico"!