Painel de azulejos de "CONTRA & DRAW" artistas convidados do IV Festival de Street Art de Viseu ("Tons de Primavera"), instalado na Rua Alves Martins, próximo das instalações da PSP.
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20180312
Azulejos de Viseu
Azulejos de estampilha da Fábrica das Devezas, Porto (1865). Revestimento em tapete de fachada de moradia e anexo, na Rua 5 de Outubro.
Fonte: "O Azulejo - Técnicas e Padrões" de Ana de Jesus Rui L. Almeida, Viseu 2006 (Pág. 75)
"O Azulejo - Técnicas e Padrões"
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"O Azulejo - Técnicas e Padrões" de Ana de Jesus Rui L. Almeida, Viseu 2006
"O Azulejo - Técnicas e Padrões" de Ana de Jesus Rui L. Almeida, Viseu 2006
"O azulejos não é um arte menor, é um material decorativo com grandes potencialidades de revestimento interior e exterior, atribuindo aos ambientes uma beleza específica de cor, brilho e desenho. O nosso azulejo assimilou várias influências artísticas que mestres e operários souberam explorar com expressividade, tendo em vista um sentido monumental na aplicação."
20180221
Azulejos de Viseu - "O Bom Samaritano"
Azulejos de Viseu - "O Bom Samaritano", Fábrica da Fonte Nova - Aveiro, Decoração fachada de edifício na Praça General Humberto Delgado
E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto.
E, ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo.
E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de largo.
Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão;
E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre o seu animal, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele;
E, partindo no outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que de mais gastares eu to pagarei quando voltar.
Lucas 10:30,35
E, ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo.
E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de largo.
Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão;
E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre o seu animal, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele;
E, partindo no outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que de mais gastares eu to pagarei quando voltar.
Lucas 10:30,35
Local:
Viseu, Portugal
20171020
20170921
Dia do Município de Viseu
Armas da Cidade de Viseu, pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio do Mestre Joaquim Lopes/Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia), 1931
Etiquetas:
Azulejos,
Joaquim Lopes,
Praça República,
Rossio
Local:
Viseu, Portugal
20170920
Painel de Azulejos do Rossio
Pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, da autoria do Mestre Joaquim Lopes, Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931. Cena dedicada à agricultura - lavragem da terra e mulher com molho de ervas à cabeça..
P.S.: Apenas na Sala de Visitas da Cidade Jardim é possível observar um quadro destes
P.S.: Apenas na Sala de Visitas da Cidade Jardim é possível observar um quadro destes
20170911
#viseufazmal
Pormenores do monumental painel de azulejos do Rossio, do Mestre Joaquim Lopes, azulejos da Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia), 1931. Obra da Comissão de Iniciativa e Turismo de Viseu
Na década de 1920 e 30, a Praça da República (Rossio) recebeu vários melhoramentos promovidos, pela Câmara Municipal de Viseu e pela Comissão de Iniciativa e Turismo de Viseu, criada em 1926, para fomentar a actividade turística. Na rampa que liga a Rua Formosa à Rua do Soar de Cima, bordejando o Largo Major Teles (Jardim das Mães), a Comissão de Iniciativa realizou várias intervenções, com relevo para a colocação da balaustrada de granito e um conjunto de candeeiros, “arte nova”, infelizmente desaparecidos. O extenso e alto muro de suporte da rampa em 1930 apresentava um aspecto muito pobre, face ao conjunto urbanístico envolvente. Por proposta do Capitão Almeida Moreira, a comissão decidiu revestir a “curva do Rossio” com um painel de azulejos decorativos e artísticos. O artista escolhido foi o Mestre Joaquim Lopes (1886 – 1956), pintor de reconhecido mérito e professor da Escola de Belas Artes do Porto e os azulejos foram produzidos pela extinta Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia). A vontade inicial era a de assinalar os pontos principais de interesse turístico da região, mas o programa executado foi a representação de motivos alusivos a figuras e cenas do mundo rural da Beira-Alta, com o maior destaque para as feiras. O painel viria a ser inaugurado no dia 13 de Dezembro de 1931, ocasião em que a comissão fez a sua simbólica entrega à câmara municipal.
Com a passagem dos anos o painel viria a tornar-se num dos maiores ícones de Viseu e agora a mostrar vários sinais da passagem do tempo, estando a exigir a atenção do município, para mandar fabricar e colocar vários azulejos em falta, executar a limpeza e restauro de todo o painel que sofre de vários males, incluindo a retirada de plantas que teimam em crescer nas pequenas frestas do muro.
Portanto mais uma ocasião para usar: #viseufazmal
Etiquetas:
Azulejos,
Jardim Mães,
Largo Major Teles,
Praça República,
Rossio
Local:
Viseu, Portugal
20170908
A Feira do Gado em 1886
O Mappa estatistico official dos objectos expostos à venda na FEIRA FRANCA de Viseu em Setembro de 1886, e valor da vendas n'ella realizadas, mostrava os seguintes números relativos a gados:
Gado bovino para venda 280:000$000, vendido 50:000$000; Bezerros para venda 45:000$000, vendido 17:500$000; Muar para venda 15:000$000, vendido 9:000$000, Cavallar para venda 8:000$000, vendido 3:000$000; Asinino para venda 1:250$000, vendido 500$000
Gado bovino para venda 280:000$000, vendido 50:000$000; Bezerros para venda 45:000$000, vendido 17:500$000; Muar para venda 15:000$000, vendido 9:000$000, Cavallar para venda 8:000$000, vendido 3:000$000; Asinino para venda 1:250$000, vendido 500$000
Total em feira 349:250$000
Transaccionado 80:000$000
Os números revelam que apenas cerca de 23% dos animais foram negociados facto que levará a pensar que a feira não terá sido boa e uma vez que não foram indicadas as quantidades, não podemos saber os preços médio por cabeça.
Fonte: “PORTUGAL ANTIGO E MODERNO, DICCIONARIO...” (Pag. 1555 e 1556) de Augusto Soares de Azevedo Barbosa de Pinho Leal, continuado por Pedro Augusto Ferreira. Lisboa, Livraria Editora de Tavares Cardoso & Irmão, 5 - Largo de Camões – 6, 1890
Azulejos: Feira de gado bovino, painel de azulejos do Rossio, do Mestre Joaquim Lopes (1888-1956), azulejos da Fábrica do Agueiro - Vila Nova de Gaia, 1931
,
20170906
Azulejos de Viseu - Painel do Rossio
Homens a lavrar com uma junta de bois e mulher com molho de ervas à cabeça - pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, Mestre Joaquim Lopes, Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931
20170825
Fonte São Martinho - Termas S. Pedro Sul
A Fonte de São Martinho, na margem esquerda do rio Vouga, nas Termas de São Pedro do Sul. Azulejos da Fábrica Aleluia, Aveiro, 1943
Pormenor da painel central de acesso à bica, decorado com o cupido a derramar água, de uma concha, sobre um casal de anjinhos enamorados
Na tradição portuguesa as alusões a São Martinho costumam estar ligadas ao vinho mas neste caso o nome da fonte deverá estar ligado ao da modesta capela, dedicada ao mesmo santo, erigida a mando de D. Afonso Henriques, na então Vila do Banho à qual concedeu foral em 1152. Em 1169 procurou alívio para as mazelas de que passou a sofrer, depois de ter fracturado uma perna, ao embater acidentalmente nas ferragens de uma das porta de Badajoz, acidente que o derrubou da montada tendo sido capturado e ficado prisioneiro do seu genro o rei Fernando II de Leão, acontecimento que o deixaria humilhado e obrigou ao abandono da vida militar.
PS. : Quadra I - M. da G. F. e Quadra II - A.C.S.
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Azulejos,
São Pedro Sul,
Termas São. Pedro Sul
20170823
Mulher com Capucha e Pastor
"Mulher com capucha e pastor", pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, Mestre Joaquim Lopes, Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931
20170817
A "Feira" é um Festival Urbano
O presidente da câmara municipal, Dr. Almeida Henriques, em entrevista ao Jornal da Feira, Especial #1, de 11 a 17 de Agosto (Jornal do Centro), revelou aquilo que muitos já sabiam, ao titular uma entrevista ao edil, desta maneira: "Viseu tem hoje dentro da Feira de S. Mateus um festival urbano", sim é verdade foi essa a intenção do seu assessor e principal responsável pela organização do evento (Dr. Jorge Sobrado), agora também candidato a vereador, bastava ter estado com atenção à maioria das suas estratégias, decalcadas dos festivais de Verão que se realizam por todo o país. Já está tudo inventado... Mas o "Festival" em termos de afluência de público tem estado fraco porque nos dias em que subiram ao palco os cabeças de cartaz, sendo as entradas pagas e variando entre os 3 aos 7,5 €, os números de bilhetes vendidos são baixos, face às expectativas criadas e ao investimento realizado. A organização (Viseu Marca) não pode ser demasiado generosa, mesmo em ano de eleições, porque terá de obter lucros, para pagar outros eventos gratuitos a realizar, na sua maioria dedicados à promoção dos vinhos. O andamento da feira está a mostrar que a programação secundária, mais económica e o aumento dos preços das entradas verificado, nas últimas edições do evento, criaram condições para atrair à feira anual um maior número de visitantes, comparativamente aos dias, com programação mais cara e aparentemente mais apelativa. Esta tendência já se tinha verificado na edição de 2016. Há outros exemplos mas vou, apenas referir o mais recente. No dia 15 de Agosto (Feriado Nacional) em que atracção foi Marco Paulo e a entrada custava 5,00 €, apenas foram feirar 22.580 mas no dia seguinte (Quarta-feira), para ouvir cantar Fábia Rebordão, com entrada gratuita, feiraram mais de 45.000.
Ilustração: "Jovem a tocar flauta", pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, Joaquim Lopes, Azulejos da Fábrica do Agueiro/Vila Nova de Gaia (1931)
20170816
Azulejos de Viseu - Mestre Joaquim Lopes
Aspectos de uma feira de gado bovino na região de Viseu
Vendedeiras de frutas e de loiças de barro na feira
Pormenores do monumental painel de azulejos do Rossio, do Mestre Joaquim Lopes (1888-1956), azulejos da Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931
20170811
Mulher Serrana com Capucha
"Mulher Serrana com Capucha" - Pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, do Mestre Joaquim Lopes (1888-1956), azulejos da Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931
20170809
Azulejos de Viseu- Rossio
"Guardador de cabras", pormenor do monumental painel de azulejos do Rossio, do Mestre Joaquim Lopes (1888-1956), azulejos da Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia) 1931
20170625
Argola de Ferro Antiga
Argola antiga de ferro usada para prender cavalos, burros ou outros animais quadrúpedes e azulejos decorativos, com motivos geométricos de inspiração vegetalista, encontrada algures em Viseu
20170519
Azulejos de Viseu - Painel do Rossio
Armas da Cidade de Viseu e floreira, dois pormenores do monumental painel de azulejos do Rossio inaugurado em 13 Dezembro 1931. Obra do Mestre Joaquim Lopes (1888–1956), reputado pintor e professor da Escola de Belas Artes do Porto que utilizou azulejos da extinta Fábrica do Agueiro (Vila Nova de Gaia). Trabalho encomendado pela Comissão de Iniciativa e Turismo, por proposta do Capitão Almeida Moreira.
20170515
Azulejos de Viseu - Nª Sª Misericórdia
"Nossa Senhora da Misericórdia", azulejos pintados por M. Sousa (1986), Fábrica de Cerâmica Viúva Lamego - Lisboa, reproduzindo a bandeira processional, pintura a óleo sobre tela do séc. XIX, da "Irmandade da Misericórdia de Viseu", da autoria do pintor viseense José d'Almeida Furtado (1778 - 1831), "Pintor Gata". Largo Major Teles ("Jardim das Mães"), fachada virada a Nascente do "Palacete dos Sousa Valente".
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Viseu, Portugal
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