
EDITORIAL
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio
Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
20100106
Futebol de Areia em Viseu mas não só...

20100104
Ano Novo, Problemas Velhos...
Estava assim ontem a Rua da Ponte de Pau, com a calçada naturalmente a ficar cada vez mais degradada, a poder originar tropeções ou mesmo trambolhões aos peões mais descuidados ou com problemas e estragar pneus e suspensões das viaturas. A vantagem é que deste modo os automobilistas são obrigados a moderar a velocidade pois os "buracos" são cada vez mais evidentes. Estou convencido que em breve a câmara municipal exigirá à empresa construtora a rectificação do trabalho e que não será necessário ao presidente, Dr. Fernando Ruas, "perder a paciência" e "invadir" as competências do seu vereador ou "puxar as orelhas" aos engenheiros camarários para que o problema seja em definitivo resolvido, como está a acontecer com o assunto do lixo na feira semanal...
Até lá continuarão os "xilofones" a tocar e cada vez mais forte!
"Futebol de Areia" em Viseu

20100103
A Falcata do Viriato
(…) Foi, talvez, a mais emblemática e eficaz arma dos Lusitanos e aquela que mais “dores de cabeça” causou às hostes romanas.
Não se sabe a origem da falcata na Ibéria. (…) Enquanto os legionários romanos utilizavam o gládio quase sempre de ponta, a falcata nunca era usada para espetar, mas para actuar de gume. (…)
De uma maneira geral o gume da falcata localizava-se (ao contrário dos sabres) no interior da curva. Daí a sua espectacular eficácia. Mais, muitos fabricantes tentavam aumentar a sua eficácia afiando também o lado contrário ao gume.
Assim, a falcata ficava a possuir dois gumes e podia ser utilizada em direcções contrárias. (…)
(…) Quando o pretor P. Carisius ordenou a cunhagem de denários em Emérita Augusta, para celebrar a sua vitória sobre os Cantabri, em 22 a. C., mandou gravar na face da moeda uma falcata e uma caetra [1] – as armas dos vencidos. (…)
Miguel Sanches de Baêna, Investigador do Centro de História da Universidade de Lisboa, Perito em história militar - in "Grandes Enigmas da História de Portugal" , Vol. I, Editora Ésquilo Edições & Multimédia, de Miguel Sanches de Baêna e Paulo Alexandre Loução (autores-coordenadores) [ligação]
1 – Pequeno escudo circular ( 30 a 60 cm) feito de madeira cortada e unida com peças de ferro, tinha muitas vezes uma bossa metálica ao centro que escondia a empunhadura e protegia a mão do guerreiro. Era muito usado pela infantaria ligeira, tinha presa uma correia de cabedal que servia para transportar o escudo ao pescoço. Durante o combate a correia permitia fixar o escudo ao antebraço, com firmeza, possibilitando o seu uso com arma de ataque. (AJ)
20091231
20091230
Fernando Ruas e o Lixo na Feira Semanal
Para os conhecedores da feira foi evidente o esforço desenvolvido pelos feirantes para deixar o recinto limpo embora não o tivessem conseguido desta vez. Nem poderiam pois são muito poucos os contentores destinados à recolha dos restos de embalagens, a sua capacidade foi esgotada e os compradores também deitam para o chão desperdícios uma vez que o recinto continua a ser um terreiro maltratado, com arruamentos alcatroados, com poucas condições para vendedores e compradores, com pouca higiene, um lugar com vigilância insuficiente e atractivo para carteiristas, em dias de maior afluência.
Apesar do maior cuidado na recolha dos desperdícios Fernando Ruas não ficou satisfeito, renovou a "ameaça" de encerrar a feira, se considerar necessário, embora tenha acordado com Alípio Ladeira, da comissão de feirantes, uma acção concertada com a polícia municipal para solucionar em definitivo o problema do lixo [ligação - Destak.pt].
Alguns dos feirantes com quem troquei impressões manifestaram o seu desacordo com a intenção do edil de ditar uma "sentença salomónica" e ao verem chegar os jornalistas lamentaram que não tivessem aparecido mais cedo para reportar mais uma inundação do terreiro que causou muitos transtornos e obrigou à intervenção dos bombeiros [ver fotos - ligação "Viseu, Senhora da Beira"].
Viseu, Inverno no Rio Pavia
O Inverno que começou há poucos já dias encheu o Rio Pavia, embora felizmente ainda não tenha havido nenhuma enchente, muito menos das antigas que arrastavam pontões, árvores, lenha, galinhas, porcos, abóboras, enfim muito do que a enxurrada apanhava pela frente. Porém - "Inverno de cheia, Verão de fartura", diziam os antigos...
A inundação que ontem aconteceu no recinto da feira semanal, a que acorreram os bombeiros, foi a repetição de anteriores ocorrências motivadas principalmente pelo entubamento, do pequeno ribeiro que vem de Gumirães, passa à beira do Fontelo, atravessa a estrada junto ao campo de futebol Alves Madeira corre junto ao muro do recinto, percorre o terreiro para terminar no rio. Uma vez que o antigo canal a céu aberto atravessava os terrenos agrícolas era usado para rega e mais tarde transformado em esgoto foi esganado, com manilhas de calibre reduzido, é natural que aconteçam inundações. Sobretudo quando a grelha junto à entrada da Rua do Arco fica entupida e a água salta do caneiro. Outro factor é o assoreamento do rio e a forte corrente que impedem a água de sair e ainda o fecho da represa da ribeira. Também correm para o terreiro, parcialmente zona de leito de cheia, nos dias de temporal, as águas da chuva vindas do Fontelo, Via Sacra, Santa Cristina, Santo António que as sarjetas não recolhem.
As imagens mostram o rio prestes a invadir o recinto da feira semanal porque as comportas da represa da Casa da Ribeira estavam fechadas, a moderna represa dos moinhos da Balsa com a comporta descida para evitar a subida do nível da água junto do Forum, as novas poldras do actual CMIA (Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental) e as antigas poldras da Balsa que mal se distinguiam da ponte da circunvalação.
20091228
Aldrabas Batentes e Portas
Curioso este aproveitamento de puxador/batente em forma de cabeça de cão para decorar a frente de uma casa de habitação, felizmente restaurada, numa das aldeias do vizinho concelho de Vouzela. Um blogue que merece visita - "Pastel de Vouzela" [ligação]
20091227
O Inverno no Lago da Cava de Viriato
A inovadora iluminação do monumento estava ontem à noite totalmente desligada embora no final da manhã e início da tarde, como as imagens mostram, no segundo lanço do passadiço da fortificação (início da Rua dos Heróis Lusitanos até à Rua dos Plátanos) todas a luzes estivessem a funcionar, para surpresa de quem passava. Algo de estranho estará acontecer com a iluminação uma vez que desde o início da semana passada até ao Natal, desta vez apenas no troço entre a Rua do Picadeiro, a nova praça e o início da Rua dos Heróis Lusitano os pontos de luz dos acessos (incluindo o viaduto) e os que sinalizam a "passadeira" estiveram a funcionar durante a noite.
Tinha planeado ir fazer mais fotos nocturnas mas estava tudo, novamente, às escuras. Lamento não ter novas imagens para mostrar mas prometo voltar noutra ocasião.
20091226
300.000 Bem-Hajam!
Ao visitante 26 December 00:13 GPRS Costumers, Braga, Portugal e a todos os outros, mesmo aqueles que não gostam de me ver com a "máquina", os meus agradecimentos pelas 300.000 visitas!
Bem-hajam
AJ
20091224
Votos de Bom Natal para todos!
Imagens do presépio no Colégio da Via Sacra, no Natal de 2008 estas seis figuras estiveram na rotunda mais próxima
