EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20180620

Aldrabas, Batentes e Portas


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Batente da casa da Rua Augusto Hilário nº 14 (antiga Rua Nova) onde, em Janeiro de 1864, nasceu Augusto Hilário que se viria a notabilizar como fadista em Coimbra. Faleceu na mesma casa em 3 de Abril de 1896.

20150526

Frederico Draw - A Desilusão

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O conceito de "Street Arte" (Arte urbana) não se deve limitar à pintura e pode abranger outros tipos de grafismo que vão do grafitti aos stencils, autocolantes, cartazes, instalações, de carácter individual ou de grupos que agem à margem das instituições. As estátuas vivas, músicos, malabaristas, palhaços, dança e teatro, podem ser incluídas neste conceito. Mas todas estas actividades e ainda outras apenas serão Arte Urbana à condição de acontecerem nas ruas, lugares públicos inesperados, mesmo naqueles muito degradados e sem precisarem de obter autorizações e encomendadores.
A maior desilusão do intitulado "Festival de Street Art", organizado pela Câmara Municipal de Viseu que de inovador apenas teve a extravagante ligação ao Vinho do Dão, foi ver a concretização da proposta de Frederico Draw, executada num prédio da Rua Nova e Rua da Senhora da Piedade. O Mestre em arquitectura que se tornou notório por pintar murais com rostos, cabeças e figuras humanas em escala grande, afastou-se da proposta que não era fácil transpor para uma superfície curva e o resultado foi desconfortador. A cabeça foi "seccionada" e resultado foi um nariz disforme, a fazer lembrar o "cubismo". Penso que foi uma decisão menos feliz do artista que já mostrou, em muitas paredes planas do país e do estrangeiro, o seu talento [ver].

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Recado para o Dr. Almeida Henriques

Rua Augusto Hilário (centro histórico de Viseu)

Recado para o Dr. Almeida Henriques (ou para o seu adjunto Dr. Jorge Sobrado tanto faz!). 
Para que fique claro! não fiquei de atalaia para obter estas duas imagens que provam que é necessário fazer uma forte campanha, nos inúmeros bares do centro histórico, para que a nossa juventude e não só, deixe de beber cerveja e outras beberagens estrangeiras e passe a beber "Vinho do Dão" que é nosso! Permito-me fazer esta sugestão para apoiar o esforço do município na promoção do nosso vinho que naturalmente, deverá ser servido a copo para tornar o preço do precioso néctar mais acessível e assim competir com a cerveja que é certamente a bebida mais consumida.