EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20170122

Novidades "Pavilhão Cidade de Viseu"


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Se a reutilização das telas de relva sintética, provenientes dos campos de futebol do Fontelo e promovida pela Câmara Municipal de Viseu, no "Parque Urbano de Santiago", teve um resultado deplorável, o mesmo não se verificou no espaço equipado com Máquinas Promotoras de Atividade Física ao Ar Livre, localizado junto ao "Pavilhão Cidade de Viseu". Neste caso a relva muito degradada e inapropriada para campos de jogos, mesmo que informais, foi aproveitada para revestir o pavimento, em terra batida que exigia manutenção. O resultado final é bastante agradável porque houve o cuidado de seleccionar, cortar e reutilizar as telas menos deterioradas e de as aplicar adequadamente. Penso que seria melhor para o desenvolvimento das raquíticas árvores que fossem recortadas as caldeiras nas telas, por motivos estéticos e para permitir melhor irrigação, uma vez que o espaço ficou menos permeável.

20160625

2º Festival Street Art de Viseu


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"2º Festival Street Art de Viseu", trabalhos dos artistas locais escolhidos por concurso, "ZELA", "REAK", "PAPA LAMEROS" e Rosália Marques. Local "Pavilhão Cidade de Viseu".

O “Mural Festival 2016” célebre festival de “Street Art” de Montréal terminou há pouco. Participaram artistas urbanos de grande qualidade, entre os quais Meggs, Buff Monster, D*Face, Natalia Rak, Felipe Pantone, Mateo, Five Eight, Roadsworth e Maser que executaram murais gigantes. O programa foi completado com concertos, conferências e exposições.

20160526

"2º Festival Street Art Viseu"


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"Andai-me já daqui para fora!"
Quinta-feira 26 de Maio, o "2º Festival Street Art Viseu" terminou no Domingo (22) e os andaimes continuam armados no Pavilhão Cidade de Viseu. Os artistas locais são "ZELA", "REAK" "PAPA LAMEIROS" e Rosália Marques que estão a ser desrespeitados.

20160524

Ainda o "Festival Street Art"



Se juntar "Street Food", comida "Ready to eat", geralmente consumida em copos de plástico ou garrrafas de cápsula, com "Street Art" é um bom casamento! apenas uma grande cabeça poderia juntar tudo isto com "bebida de rolha", no caso do festival de Viseu com  "Vinho do Dão", de boa qualidade. Também foi curioso ver ontem que os andaimes, utilizados na pintura do murais, ainda não tinham sido retirados. E há poucos minutos reparei que nos quatro trabalhos dos artista locais, executados em pequenos e "esburacados" painéis da frontaria do "Pavilhão Cidade de Viseu", os andaimes ainda não tinham sido retirados. Pressa para quê se a festança já terminou no Domingo?

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"2º Festival Street Art" - Artistas Locais



"Festival Street Art de Viseu", evento âncora de "Tons de Primavera" e  primeiro deste ano dedicado ao vinho. Fotos dos trabalhos de artistas locais no "Pavilhão Cidade de Viseu".

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"Street Art" Local


Além da pequenez das superfícies disponibilizadas aos artistas locais, que ainda há pouco acabaram de ser preparadas, acresce o desafio da existência de janelas e portas.

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2º Festival de Street Art de Viseu


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Os quatro painéis reservados pela organização da 2ª edição “Festival de Street Art de Viseu”, integrado no evento “Tons da Primavera” (o primeiro evento anual dedicado à vinha e ao “Vinho do Dão”) constituem desafios que os artistas nacionais e internacionais convidados não terão de ultrapassar. Os painéis da fachada do “Pavilhão Cidade de Viseu” - ex-INATEL são de reduzidas dimensões, portante muito longe da grandiosidade das paredes utilizadas no festival de 2015, com a excepção das portas entaipadas, no Largo de São Teotónio que apanharam de surpresa Marco Mendes que teve de esquecer o seu projecto (“Tributo a Malhoa”) e pintar uma taberna da “Cidade Vinhateira”. 
Os artistas viseenses, por nascimento ou por residência, vão naturalmente ter de agradar ao júri e decorar as diminutas fachadas de quatro “casinhas", com telhados com duas águas, quatro janelas e duas possuem porta, sendo tema ou temas obrigatórios: “Viseu, Cidade Vinhateira”, “Viseu, Cidade-Jardim” e “Viseu, Cidade de Grão Vasco”. A cada um dos projectos seleccionados serão atribuídos 600 euros + IVA, que apenas serão entregues depois de concluídos os trabalhos e  "mediante a emissão de recibo eletrónico e/ou fatura, contra requisição do Município de Viseu ou da VISEU MARCA”. Nada de adiantamentos ou confianças porque: “A aquisição dos materiais será da responsabilidade dos criadores”. Uma vez que as candidaturas podem ser individuais ou em grupo, adivinha-se a constituição de “empresas na hora”, para permitir adquirir tintas, pincéis, outros materiais e  depois do serviço prestado emitir a documentação exigida. 
Quanto à utilização e provável aluguer de andaimes, não prevista nas normas do concurso, será que os artistas vão usar andas?, os interessados vão poder esclarecer-se (a dualidade continua) porque – “A interpretação de qualquer dúvida sobre este conjunto de normas e sobre a convocatória à participação é da competência exclusiva do Município de Viseu e da VISEU MARCA.”