20170402
"Viriato" - Prof. José Hermano Saraiva
20170217
"O Domínio Romano em Portugal"
20161007
Hábitos Lusitanos Segundo Estrabão
20150810
Blogue "Lusitania Castrum"
"Povos ancestrais pré-romanos que ocuparam o território hoje português. As suas origens e os seus costumes. Herois, mitos e lendas. Leituras, poemas e contos. Musica e Artesanato. Tradicionalismo Ibérico. Paganismo e neo-paganismo. Politeísmo, xamanismo, panteísmo e animismo."
Histórias (Estórias) & Mitos Lusitanos
20150407
Lusitanos Armados - A. Passaporte
20140804
20100130
"A Morte de Sertório" - M. Gustavo

20100103
A Falcata do Viriato
(…) Foi, talvez, a mais emblemática e eficaz arma dos Lusitanos e aquela que mais “dores de cabeça” causou às hostes romanas.
Não se sabe a origem da falcata na Ibéria. (…) Enquanto os legionários romanos utilizavam o gládio quase sempre de ponta, a falcata nunca era usada para espetar, mas para actuar de gume. (…)
De uma maneira geral o gume da falcata localizava-se (ao contrário dos sabres) no interior da curva. Daí a sua espectacular eficácia. Mais, muitos fabricantes tentavam aumentar a sua eficácia afiando também o lado contrário ao gume.
Assim, a falcata ficava a possuir dois gumes e podia ser utilizada em direcções contrárias. (…)
(…) Quando o pretor P. Carisius ordenou a cunhagem de denários em Emérita Augusta, para celebrar a sua vitória sobre os Cantabri, em 22 a. C., mandou gravar na face da moeda uma falcata e uma caetra [1] – as armas dos vencidos. (…)
Miguel Sanches de Baêna, Investigador do Centro de História da Universidade de Lisboa, Perito em história militar - in "Grandes Enigmas da História de Portugal" , Vol. I, Editora Ésquilo Edições & Multimédia, de Miguel Sanches de Baêna e Paulo Alexandre Loução (autores-coordenadores) [ligação]
1 – Pequeno escudo circular ( 30 a 60 cm) feito de madeira cortada e unida com peças de ferro, tinha muitas vezes uma bossa metálica ao centro que escondia a empunhadura e protegia a mão do guerreiro. Era muito usado pela infantaria ligeira, tinha presa uma correia de cabedal que servia para transportar o escudo ao pescoço. Durante o combate a correia permitia fixar o escudo ao antebraço, com firmeza, possibilitando o seu uso com arma de ataque. (AJ)
20091206
"Os Lusitanos" - M. Gustavo

20091129
O Monumento a Viriato em Viseu
(...) "Na guerra os Lusitanos utilizavam um escudo redondo; como armas ofensivas usavam um punhal, a célebre falcata e a espada de duplo corte, o gladius hispaniensis, que Políbio considera melhor que a dos Celtas gálicos, porque feria de ponta e de gume, enquanto que a dos Celtas só feria de fio. Por esta razão os Romanos viriam mesmo a adoptar esta arma lusitana. Os Lusitanos utilizavam também uma lança de ferro e uma espécie de tridente, armas que semeariam o pânico entre as hostes inimigas."(...)
(...) "Na guerra, quando se tornava necessário, as lusitanas lutavam aguerridamente ao lado dos homens.
Os Lusitanos eram sóbrios, bebiam água e uma bebida fermentada, semelhante à cerveja. Parece que raramente bebiam vinho. Comiam uma vez por dia, normalmente carne e uma espécie de pão de bolota seca que fabricavam." (...)
Paulo Alexandre Loução in "Portugal - Terra de Mistérios", 7ª edição, pag. 353, Editora Ésquilo, Lisboa 2006
O guerreiro lusitano "ensanguentado" foi moldado pelo escultor espanhol Mariano Benlliure e poderá representar Táutalo, homem de confiança de Viriato de quem foi sucessor imediato. Desgraçadamente foi recentemente "atacado". Esse acontecimento não o impede de continuar a participar numa emboscada aos legionários romanos, apesar de há muitos anos lhe terem roubado o punhal.
Agora uma boa notícia relacionada com o monumento a Viriato: antecedendo a realização do congresso da Associação de Municípios Portugueses, marcada para os próximos dias 4 e 5 de Dezembro no Multiusos, os técnicos da EDP reviram a iluminação do Campo de Viriato e substituíram as lâmpadas amarelas dos holofotes que iluminavam o monumento, completamente desadequadas, por outras de cor branca que melhoraram o aspecto nocturno do conjunto escultórico.
A iluminação dos novos acessos à "Cava de Viriato", Monumento Nacional desde 1910, da nova "passadeira" e do passadiço continua desligada, mais de um no passado sobre o final das obras, talvez à espera de ser ligada no próximo fim-de-semana na presença dos autarcas, dos convidados e quem sabe do primeiro-ministro...
20091025
"A Voz dos Deuses" de João Aguiar

"Muitas coisas, verdadeiras e falsas, foram ditas sobre Viriato. Como acontece com todos os grandes homens, ele transformou-se numa lenda e as lendas, regra geral, são injustas mesmo para aqueles que pretendem glorificar. Por exemplo: ouvi não poucos disparates e exageros sobre a força e a bravura do Comandante (ele era um herói, não um deus); em contrapartida, ficaram esquecidos, por menos espectaculares, verdadeiros prodígios de estratégia, diplomacia e eloquência." (28ª edição - p. 248).
20091004
"Os Cartagineses na Península"

20090719
Os Guerreiros Lusitanos
Guerreiro Lusitano trabalho do escultor Mariano Benlliure (1940)
Os Lusitanos, informa ainda Estrabão, eram sóbrios e frugais, bebendo só água, cerveja de cevada e leite de cabra. Usavam manteiga em vez de azeite, e alimentavam-se de pão, da carne dos seus rebanhos, e do que pescavam. Dormiam deitados no chão, usavam cabelos compridos como as mulheres, untavam-se com azeite e celebravam vários jogos de destreza física. Os homens vestiam-se com lã preta ou com peles de cabra. Sabemos também que os criminosos condenados à morte eram despenhados de precipícios." (...)
20090503
Os Guerreiros Lusitanos
(...) "Os Lusitanos são conhecidos como engenhosos para as emboscadas, a busca de informações, são impetuosos, rápidos, capazes de manobras rápidas. Levam um pequeno escudo de dois pés de diâmetro, côncavo, fixado ao corpo com correntes. Levam também um punhal ou uma faca. Vão de jaqueta em linho. Alguns levam cota de malha e um capacete. (…) Alguns deles estão também armados de lanças com pontas em bronze. Diz-se dos habitantes da beira Douro que vivem de modo espartano; lavam-se, untam-se com azeite duas vezes por dia em locais especiais e praticam o banho de vapor em estufas de pedra aquecidas ao lume, mas banham-se em água fria e fazem um só jantar, frugal, que comem cuidadosamente." (...)
20090405
O Monumento a Viriato e a Cava
Este lugar, pela tradição criada no século XVI, é atribuído a Viriato e por isso é conhecido ainda hoje como “Cava de Viriato”. (...)
20090208
Gravura Antiga de Viseu
20070929

(…) “Apesar das numerosas referências de escritores latinos e gregos a Viriato, o lugar e a data do seu nascimento serão sempre uma incógnita. Nada sabemos, também, das suas origens sociais. Temos, por Diodoro, conhecimento de que casou com a filha de um rico proprietário lusitano, num daqueles anos em que fez sofrer os romanos derrota sobre derrota. A boda foi servida com abundância, mas Viriato não quis sequer sentar-se. Apoiado na sua lança, olhava com desprezo os manjares, as taças de ouro e prata, os preciosos tecidos.” (…)
Jorge de Alarcão in “O Domínio Romano em Portugal”, Colecção Forum da História, Publicações Europa-América, 4ª Edição, Mem Martins, Fevereiro de 2002.
20070708
Há lugares e lugares para colocar "tags" ou rabiscos!
Saiba mais sobre os povos da Ibéria, sobre os Lusitanos e a sua tenaz resistência ao invasor romano - Clique P.F.
Infelizmente poderá confirmar como se chega à universidade cometendo erros de ortografia indignos da antiga 4ª classe.










