EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20170501

Novidades no Adro da Sé


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A câmara municipal eliminou um lugar de estacionamento para deficientes que existia junto à Igreja da Misericórdia, próximo da plataforma elevatória que permite o acesso de cadeiras de rodas à igreja e ao Museu da Misericórdia. Um erro que será fácil de corrigir, assim haja vontade.


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Para dificultar o estacionamento no Adro da Sé a edilidade colocou em frente da Igtreja da Misericórdia um conjunto de floreiras, semi-esféricas em ferro fundido, igual ao que já existia do lado da Sé Catedral de Santa Maria de Viseu. Parece-me uma má opção substituir o policiamento, o reboque das viaturas estacionadas em contravenção e as multas, por dissuasores de estacionamento que acabam por ser objectos dissonantes da beleza da praça e dos edifícios envolventes.  Claramente existem vasos a justificar desoxidação, repintura e os amores-perfeitos estão em condições que não justificam o epíteto de "Cidade Jardim".

20170331

"Viseu Cidade das Sete Torres"


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"Viseu Cidade das Sete Torres" - Igreja do Seminário (1), Igreja do Carmo (2), Igreja da Misericórdia (2) e Sé Catedral de Viseu (2). Vista da Avenida Monsenhor Celso Tavares da Silva.

20170112

Olha o Mamarracho!


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O Mamarracho visto do Adro da Sé Catedral de Viseu

20151220

A Igreja da Misericórdia de Viseu




A data da constituição da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Viseu é desconhecida, embora vários investigadores refiram o ano de 1510 e o bispo D. Diogo Ortiz de Vilhegas (1505-1519) como tendo sido o primeiro Provedor. Durante muitos anos não teve sede própria, sabe-se que esteve instalada junto do Soar, em edifício cuja localização exacta é desconhecida. Na época do bispo D. Jorge de Ataíde (1568-1578) foi construído um templo no local onde actualmente se situa a actual igreja, tendo sido necessário destruir parte da muralha da cidade.
Não existem dúvidas que a actual edificação foi mandada construir por deliberação da Mesa Administrativa de 1775, era provedor Bernardo de Nápoles Telo de Meneses, e que originou a destruição do edifício anterior. Arrematou os trabalhos o mestre pedreiro António da Costa Faro, de Besteiros, como consta da escritura lavrada em 22 de Outubro de 1775.
O edifício é composto por um corpo central, a Igreja, e dois laterais onde funcionaram a Casa do Despacho e a Botica. Lateralmente e em plano um pouco recuado erguem-se duas torres sineiras. A frontaria, no estilo rocaille, é repartida por pilastras em cinco corpos verticais. O corpo central correspondente à igreja é o mais elevado de empena recortada, exibe ao centro as armas de Portugal e é coroado por uma cruz trevada.
O interior da igreja for modificado em 1842, sendo provedor António Teixeira de Carvalho e Sampaio, tendo as obras ficado concluídas em 24 de Março de 1846, o estilo adoptado foi o neo-clássico. A igreja tem três retábulos o principal, na capela-mor tem ao centro a imagem de Nª. Srª. da Misericórdia, em madeira estofada, ajudando um casal de gente pobre ajoelhado a seus pés. Os retábulos laterais são de menores proporções, o do lado da Epístola é dedicado à Nª. Srª. das Dores, o Calvário com Cristo crucificado, obra datada de 1881 de José Lopes Grilo, "O Catavejo", de Travassós de Cima (Rio de Loba), o do lado do Evangelho é dedicado à Visitação de Maria a Isabel, as duas imagens são da autoria do mestre viseense José Monteiro Nelas e foram executadas em 1875.
O interior da igreja é constituído por uma única nave, dividido em dois corpos pelo arco do cruzeiro, a capela-mor recebe a luz por quatro grandes frestas. Um órgão barroco da segunda metade do séc. XVIII, construído em madeira dourada e marmoreada, proveniente do demolido Convento de Santo António do Massorim (Rossio, junto da Igreja dos Terceiros) está de frente para o púlpito. Na ala esquerda está instalado o novo Museu da Misericórdia. A porta de entrada da igreja é  um excelente trabalho de marcenaria e talha, são duas folhas de porta e uma bandeira únicas.

Fonte - "Monumentalidade Visiense", de Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa [VER]
Sistema de Informação para O Património Arquitectónico (SIPA) [VER]

20141010

Concerto com Luísa Sobral


O concerto com Luísa Sobral integrado na "Festas das Vindimas - Viseu & Vinho Dão Festa", marcado para 20 de Setembro de 2014 e adiado de devido à chuva, realiza-se no dia 17 de Outubro de 2014 (Sexta-feira), às 22 horas no Adro da Misericórdia. Entrada Livre [saber +].

20140817

O "Trio Porteño"


O "Trio Porteño" [Facebook] vai tocar dia 18 de Agosto (Segunda-feira) às 22H30, no "Palco do Centro Histórico" - Feira de "São Mateus", localizado no Adro da Igreja da Misericórdia (frente à Sé Catedral de Viseu). Entrada gratuita.

20140812

"Tranglomango" no Adro da Misericórdia


Com a intenção de revitalizar a Feira de "São Mateus" a EXPOVIS decidiu "ligar" o Campo de Viriato, local onde desde 1511 se realiza a feira ao centro histórico de Viseu, cujo "coração" sem dúvida está no Adro da Sé. Além da decoração do adro a organização programou seis eventos para o Adro da Igreja da Misericórdia, cinco concertos musicais e uma "Gala do Comércio" [ler]. Ontem foi a vez dos viseenses "Tranglomango" [Facebook] fazerem a festa. O concerto durou cerca de uma hora e as poucas dezenas de espectadores, foram brindados com vários temas de música tradicional portuguesa, com novos arranjos do grupo, e alguns temas próprios. A formação é a habitual num grupo de rock mais um acordeão. Para breve está prevista a edição do seu primeiro disco. Vamos esperar para ver se esta "inovação" consegue atrair mais gente nos próximos eventos mas não vai ser fácil, a excepção deverá ser a gala, porque o poder de atracção da feira é enorme. Ouvi dizer que o Funicular de Viseu está preparado para trazer muitas pessoas para a Sé.

20140810

Feira "S. Mateus" - Palco Centro Histórico



A EXPOVIS além de ter feito instalar um grande coração no Adro da Sé vai utilizar o adro da Igreja da Misericórdia para montar um palco, para receber parte da programação da Feira de "São Mateus". Estão previstos vários eventos, sempre com o início marcado para as 22H30:

11 de Agosto (Segunda-feira) - Tranglomango (vídeo);
18 de Agosto (Segunda-feira) - Trio Porteño (vídeo):
25 de Agosto (Segunda-feira) - SoulRichard (vídeo):
29 de Agosto (Sexta-feira) - Gala do Comércio:
1 de Setembro (Segunda-feira) - Jota Bota & Gang Band * (vídeo):
8 de Setembro (Segunda-feira) - Orquestra de Acordeãos de Viseu.
* João Bota é um rapper visiense

20111111

Campanha a Favor dos Candeeiros



Se não é pelo menos parece que a Região de Turismo do Centro de Portugal (Viseu) está a dar o seu contributo para a reposição dos candeeiros de ferro forjado, atribuídos ao Mestre Arnaldo Malho, porque de outro modo não se entenderia a insistência [ligação] em mostrar peças que deixaram de poder ser vistas, apreciadas e fotografadas. Neste caso a imagem que mostra três exemplares, está na página 10 do "Guia City Breakes" que editou e está a distribuir aos turistas e visitas.

20111031

Um dos Candeeiros "Desaparecidos"



Candeeiro em ferro forjado - "Viseu Monumental e Artístico" de A. de Lucena e Vale, 1949, fotografias de Germano [ligação], edição da Câmara Municipal de Viseu

20100809

Tesouro da Misericórdia de Viseu


Em dias de muito calor visitar um museu é ainda melhor porque habitualmente são locais frescos [ligação]

20100202

A Igreja da Misericórdia de Viseu



A data da constituição da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Viseu é desconhecida, embora vários investigadores refiram o ano de 1510 e o bispo D. Diogo Ortiz de Vilhegas como tendo sido o primeiro Provedor. Durante muitos anos não teve sede própria, sabe-se que esteve instalada junto do Soar, em edifício cuja localização exacta é desconhecida. Na época do bispo D. Jorge de Ataíde foi construído um templo no local onde actualmente se situa a actual igreja, tendo sido necessário destruir parte da muralha da cidade.
Não existem dúvidas que a actual edificação foi mandada construir por deliberação da Mesa Administrativa de 1775, era provedor Bernardo de Nápoles Telo de Meneses, e originou a destruição do edifício anterior. Arrematou os trabalhos o mestre pedreiro António da Costa Faro, de Besteiros, como consta da escritura lavrada em 22 de Outubro de 1775.
O edifício é composto por um corpo central, a Igreja, e dois laterais onde funcionaram a Casa do Despacho e a Botica. Lateralmente e em plano um pouco recuado erguem-se duas torres sineiras. A frontaria, no estilo rocaille, é repartida por pilastras em cinco corpos verticais. O corpo central correspondente à igreja é o mais elevado de empena recortada, exibe ao centro as armas de Portugal e é coroado por uma cruz trevada.
O interior da igreja for modificado em 1842, sendo provedor António Teixeira de Carvalho e Sampaio, tendo as obras ficado concluídas em 24 de Março de 1846, o estilo adoptado foi o neo-clássico. A igreja tem três retábulos o principal, na capela-mor tem ao centro a imagem de Nª. Srª. da Misericórdia, em madeira estofada, ajudando um casal de gente pobre ajoelhado a seus pés. Os retábulos laterais são de menores proporções, o do lado da Epístola é dedicado à Nª. Srª. das Dores, o Calvário com Cristo crucificado, obra datada de 1881 de José Lopes Grilo, "O Catavejo", de Travassós de Cima (Rio de Loba), o do lado do Evangelho é dedicado à Visitação de Maria a Isabel, as duas imagens são da autoria do mestre viseense José Monteiro Nelas e foram executadas em 1875.
O interior da igreja é constituído por uma única nave, dividido em dois corpos pelo arco do cruzeiro, a capela-mor recebe a luz por quatro grandes frestas. Um órgão barroco da segunda metade do séc. XVIII, construído em madeira dourada e marmoreada, proveniente do demolido Convento de Santo António do Massorim (Rossio, junto da Igreja dos Terceiros) está de frente para o púlpito. Na ala esquerda está instalado o novo Museu da Misericórdia.
A porta principal é um magnífico trabalho de marcenaria, são duas grandes portas e uma “bandeira” únicas e magníficas, um trabalho de talha digno de ser admirado.

P. S. - Escrito com a preciosa ajuda de "Monumentalidade Visiense", de Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa, Viseu 2007 [ligação]

20090924

O Funicular de Viseu



Os vizinhos andam alarmados com a possibilidade de algum piloto vir a confundir a linha do funicular com uma pista de aterragem e tentar, em situação de emergência, fazer pousar alguma aeronave.
Agora a sério, a linha estava ontem à tarde desimpedida apenas muitas das passadeiras continuavam vedadas com grades metálicas e um operário estava a colocar os últimos fios de aço na vedação da linha no troço entre o Museu da EDP (ex-central eléctrica) e a estação inferior designada por Estação Viriato. Dentro em breve talvez façam a viagem inaugural, quem sabe se no próximo Sábado...

P.S. - Do anunciado "zelador" ainda não tive quaisquer notícias.

20081113

A Igreja da Misericórdia de Viseu


Por deliberação da Mesa Administrativa da Misericórdia de Viseu, sendo provedor Bernardo de Nápoles Telo de Meneses foi posta em arrematação a edificação esta igreja que veio substituir uma edificação anterior existente no Soar em lugar perdido na memória. Os trabalhos foram arrematados pelo mestre pedreiro António da Costa Faro, de Besteiros, conforme consta em escritura datada de 22 de Outubro de 1775.
A construção tem um corpo central, a igreja, e dois laterais onde funcionaram a Casa do Despacho e a Botica. Num plano um pouco recuado erguem-se duas elegantes torres sineiras com os seus curiosos cata-ventos. A porta principal é um sólido e magnífico trabalho de entalhador com grandes almofadas em madeira polida e envernizada. O interior da igreja foi alterado em 1842, sendo provedor António Teixeira de Carvalho e Sampaio, terminando as reformas em 1846.
A igreja tem três retábulos, o principal na capela-mor tendo ao centro a imagem de Nª. Srª. da Misericórdia. Os retábulos laterais são ao estilo do anterior mas de menores dimensões - o retábulo do lado da Epístola é dedicado à Nª. Srª. das Dores e o do lado do Evangelho dedicado à Visitação de Maria a sua prima Isabel.
O interior da igreja é constituído por uma única nave e dividido em dois pelo arco do cruzeiro. A capela-mor recebe a luz por quatro grandes frestas e a igreja possui um órgão barroco, da segunda metade de setecentos, em madeira marmoreada e dourada proveniente do demolido Convento de Santo António do Massorim, no Rossio junto à Igreja dos Terceiros.
Na ala esquerda da edificação funciona o “Tesouro da Misericórdia” um museu onde se pode apreciar um conjunto de objectos que ao longo de quase cinco séculos a Santa Casa da Misericórdia preservou, a maioria dos quais ligados a prática da sua missão de assistência e ajuda aos mais necessitados.

Escrito com a preciosa ajuda de "Monumentalidade Visiense" de Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa.

P.S. - A "Princesa do barroco" ... que bonita ficaria sem os carros na frente! Porém, espero que um dia não decidam construir um parque no Adro da Sé...

20070517

Cataventos de Viseu

Cataventos da Igreja da Misericórdia de Viseu

"A Igreja da Misericórdia de Viseu fica em frente da Sé de Viseu. Possui uma fachada rococó so século XVIII, e duas torres sineiras.
A igreja tem três retábulos de estilo Neoclássico, no trono do retábulo-mor repousa a imagem da Nossa Senhora da Misericórdia."

Fonte: Wikipédia