EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20170730

As Poldras da Balsa


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Há já várias semanas que um montão de terra e lama continuam no leito do rio Pavia, junto das poldras que ligam a Balsa à Tapada. Se estavam a aguardar que a terra e lama secassem, tal já sucedeu há muito tempo...


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Aspectos das poldras vistas da ponte de estrada de circunvalação, junto aos Moinhos da Balsa e ao posto de abastecimento de combustíveis, vendo-se dois ciclistas a atravessar carregando as suas bicicletas de BTT, naturalmente sem respeitar o sinal que pretende proibir a travessia, mas que serve apenas para a câmara municipal, não poder ser culpabilizada por qualquer azar!

"Em tempos idos era (o Rio Pavia) visto e tratado com carinho, pois vários eram os moinhos que fazia trabalhar donde saía a farinha para o pão que abastecia a cidade, nomeadamente a Boroa de Vildemoinhos, dava rico pescado, regava os campos que o ladeavam, e muitas eram as lavadeiras que nele lavavam a roupa, pois não havia máquinas, lá se banhava a rapaziada no Verão e oferecia bons espaços de lazer para merendas, passeios, etc. Atravessando a Cidade, corre de nascente para poente e vai desaguar no Rio Dão depois de percorrer 35 Kms. aproximadamente. De pontes ou simples pontões antigos que chegaram aos nossos dias destacamos (…) como testemunhos de um passado que hoje nem sequer imaginamos a utilidade que tiveram: o pontão de granito paralelo à nova ponte rodoviária da circunvalação, anexo ao antigo lagar de azeite e que dava acesso à Balsa e à Tapada através das Poldras." (…)

J. M. Silva, In Viseu Revista nº 6, de Agosto de 2005

20140828

O Novo "Pontão" da Balsa

As poldras que fazem a ligação da Balsa à Tapada vistas da ponte da estrada da circunvalação

O Rio Pavia e as algas verdes que diligentemente no "Parque Lienar do Rio Pavia" que termina um pouco mais acima, nos moinhos da Balsa, têm andado a "limpar" mas no dia seguinte voltam a aparecer, não por magia mas por força da Natureza. A água que se vê a correr para o rio é proveniente da Aguieira, onde as caves de vários edifícios estão equipados com bombas. No Inverno a corrente é engrossada por águas pluviais e por um pequeno regato que vem de Abraveses, e há muitos anos foi entubado. Em ocasiões de muita chuva que coincidiam com cheias no rio, esta água chegava a impedir o acesso à Aguieira, pelo caminho estreito existente nas traseiras da garagem dos autocarros e das instalações da empresa de telecomunicações existentes na Avenida Capitão Homem Ribeiro. Nesses dias os moradores da Aguieira costumavam ir pela estação dos caminhos-de-ferro e atravessavam a linha, para ir ou vir a Viseu.

As poldras foram transformadas em pontão, recorrendo à colocação de paletes de madeira, para permitir a passagem das bicicletas da prova de BTT, realizada nos passados dias 26 e 27 de Julho [ver] e ainda não foram retiradas.


Os habituais utilizadores das poldras, agora transformadas em pontão, sentem-se mais seguros apesar da precaridade da construção, e continuam a ignorar como sempre fizeram a sinalização de proibição de atravessar as poldras, colocada no início do ano de 2011, pela câmara municipal em ambas as margens do rio.

20140727

As Poldras da Tapada (Balsa)


A passagem nas poldras sobre o rio Pavia que ligam a Balsa à Tapada foi interdita, há poucos anos, por sinalização colocada pela câmara municipal que ninguém cumpre, desde que o volume água o permita, sem correr o risco de cair à agua, ficar ensopado e provavelmente a cheira mal. Arrastado e afogado só em situações de grande pluviosidade que cobrem as pedras e até já aconteceu mas há mais de meio século, por ocasião de uma grande cheia e com uma vítima fatal. A imagem mostra as poldras transformadas em pontão, com a ajuda de paletes de madeira, para permitir a passagem dos concorrentes à prova "Viseu em 24 horas BTT" que se realizou este fim de semana.

20100709

A "Pedrada" nº 17 - As Poldras da Balsa


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No passado mês de Fevereiro a abertura descuidada da represa dos antigos moinhos, actual CIMA, e a falta de limpeza fizeram com que as águas do rio Pavia derrubassem duas das pedras nas poldras da Balsa [ligação]. Passados estes meses e já com a água a um nível que torna fácil a reparação ainda nada foi feito. As tábuas foram colocadas por um vizinho que necessita muito de utilizar a passagem e terá solicitado, por diversas vezes, o conserto sem que ainda tenha sido atendido.
A "pedrada" vai, desta vez, para a câmara municipal ou para os serviços municipalizados e embora com outro nome já a vi nos "Postais" do "Jornal da Beira"

20100322

Poluição no Rio Pavia



A abertura descuidada da comporta da represa dos antigos moinhos da Balsa, actual Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (CMIA), deverá ter causado o derrube de duas das pedras que constituem as poldras que ligam a Balsa à Tapada. Esta é uma antiga passagem continua a ser usada pelos moradores para encurtar caminho.
Recorrendo a quatro tábuas e alguns pregos já foi improvisada uma solução, enquanto as pedras não são recolocadas no lugar que há séculos ocupam no leito do Rio Pavia, porém se o derrube das pedras chamou a minha atenção, ao aproximar-me do rio vindo da Balsa, depressa senti um cheiro nauseabundo. Rapidamente dei conta que um caneiro que apenas deveria transportar águas pluviais está a lançar no rio água suja proveniente de esgotos que deveria ser conduzida para a ETAR.
Esta é uma situação grave e os Serviços Municipalizados deverão rapidamente averiguar o que se passa e não poderão improvisar mas solucionar esta vergonhosa situação.

20080414

O "Mamarracho" de Novo!



O "Mamarracho" num dia escuro é ainda mais feio. Não haverá programa Polis que nos livre deste monstro...

20070929

20070809

As Poldras



Cool Slideshows!

Aproximadamente há meio ano que por descuido uma das pedras das poldras foi atingida por uma máquina que fazia a limpeza do Rio Pavia. A pedra, um bloco de granito, foi retirada do rio e continua a aguardar junto da margem a reposição no seu lugar. Durante este tempo foram várias as soluções usadas para facilitar a passagem. A que se encontra em uso é a que se pode ver e tem um certo grau de sofisticação porque foram colocadas duas travessas para manter o "tabuleiro" firme.
A Dulce deu a seguinte opinião: "Muitas vezes nas coisas pequenas e que parecem insignificantes... podemos ver as grandes!"
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Gárgula na Tapada



(...)
“Crê-se que as chamadas gárgulas, figuras por vezes igualmente quiméricas, começaram por ser aplicadas para embelezar os orifícios por onde as águas escorriam dos telhados para o chão.
Sabe-se que já em algumas edificações gregas, ao longo dos rebordos dos telhados inclinados, nas extremidades destes e, eventualmente, também ao longo das paredes, existiam pequenas caleiras para recolha da água das chuvas, que era canalizada para orifícios por onde se escoava. Em alguns casos, a água era conduzida para baixo por uma conduta, cuja extremidade inferior encaixava por detrás da escultura de uma cabeça de leão, de modo que a boca jorrasse a água para longe (mais uma vez a figura do leão surge como protectora não só contra os inimigos terrenos, como contra espíritos malignos).”(…)
Leia mais em - "SpectruM"

20070612

Vivenda na Tapada



Depois de passar pelas poldras e antes da antiga passagem de nível, da antiga linha de comboios do Vale do Dão, e da Aguieira.

20070318

Outras Pedras - As Poldras





As poldras são uma velha ligação, ainda bastante usada, entre a Balsa e a Tapada.
Foi assim que os moradores resolveram o problema de que já se deu conta aqui.
Para o mau cheiro as soluções são outras ... [Ligação]