O Bloco de Esquerda tem na Praça Carlos Lopes este cartaz, à direita de Almeida Henriques e à esquerda de José Junqueiro, ambos candidatos à liderança do município viseense. Uma vez que o "Bloco" ainda não tem cartazes da sua candidata Manuela Antunes, ocupou o espaço com uma frase contra o governo que não é possível concretizar. E julgar e meter na prisão "os ladrões", tenho a certeza que nem com a ajuda da Nª Senhora de Fátima e dos 3 pastorinhos...
EDITORIAL
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio
Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20130712
20070623
As Voltas do Padeiro em 1890!
O Itinerário das Cavalhadas em 1890
(…)”Depois de formada e reunida a grande cavalhada, segue para Viseu, onde entra pelo terreiro de Santo António, hoje Passeio de D. Fernando. – d´ali vão pela Rua Formosa, rua da Regueira, Arco das Freiras, Porta dos Cavalleiros e rua da Ribeira até á capellinha de S. João da Carrreira, a 300 metros de Viseu approximadamente. Sem se apearem dão 3 voltas à dicta capella e contramarcham, seguindo outra vez pela rua da Ribeira, Porta dos Cavalleiros e rua Direita;- sobem depois pela rua da Cadeia até á Praça Velha, hoje Praça de Camões; - d’ali vão á Praça da herva e pelo Arco do Suar descem outra vez ao Rocio ou Campo de Santo Antonio (Passeio de D. Fernando) e – sempre cobertos d’aplausos por immenso povo que de todos os lados corre em montão para os ver, - regressam a Vil de Moinhos, onde são recebidos em triumpho pela multidão que forma o grande arraial.” (…)
Festividades religiosas de Viseu - “Portugal Antigo e Moderno – Diccionário” de Augusto Soares de Azevedo Barbosa de Pinho Leal continuado por Pedro Augusto Ferreira, Lisboa 1890.
(…)”Depois de formada e reunida a grande cavalhada, segue para Viseu, onde entra pelo terreiro de Santo António, hoje Passeio de D. Fernando. – d´ali vão pela Rua Formosa, rua da Regueira, Arco das Freiras, Porta dos Cavalleiros e rua da Ribeira até á capellinha de S. João da Carrreira, a 300 metros de Viseu approximadamente. Sem se apearem dão 3 voltas à dicta capella e contramarcham, seguindo outra vez pela rua da Ribeira, Porta dos Cavalleiros e rua Direita;- sobem depois pela rua da Cadeia até á Praça Velha, hoje Praça de Camões; - d’ali vão á Praça da herva e pelo Arco do Suar descem outra vez ao Rocio ou Campo de Santo Antonio (Passeio de D. Fernando) e – sempre cobertos d’aplausos por immenso povo que de todos os lados corre em montão para os ver, - regressam a Vil de Moinhos, onde são recebidos em triumpho pela multidão que forma o grande arraial.” (…)
Festividades religiosas de Viseu - “Portugal Antigo e Moderno – Diccionário” de Augusto Soares de Azevedo Barbosa de Pinho Leal continuado por Pedro Augusto Ferreira, Lisboa 1890.
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20070519
Rotundas de Viseu - Praça Carlos Lopes
O Maratonista
Monumento Escultórico da autoria
de Luís Queimadela
Inaugurado, no dia 14 de Agosto de 2004, por
S. Exa. O Ministro Dr. José Luís Arnaut,
sendo Presidente da Câmara Municipal de Viseu
Monumento Escultórico da autoria
de Luís Queimadela
Inaugurado, no dia 14 de Agosto de 2004, por
S. Exa. O Ministro Dr. José Luís Arnaut,
sendo Presidente da Câmara Municipal de Viseu
o Exmo. Senhor Dr. Fernando Ruas,
na presença do Campeão Olímpico Carlos Lopes,
Entidades do Município e da Região
e demais Viseenses.
na presença do Campeão Olímpico Carlos Lopes,
Entidades do Município e da Região
e demais Viseenses.
P.S. - Curiosa tabuleta, reparem que o Dr. Arnaut mereceu "O" ! O Respeitinho é muito bonito?!
20070511
Azulejos de Viseu
"Segundo os vestígios descobertos, a povoação da época neolítica que deu origem a Viseu, nasceu no alto do monte onde se situa a Sé.
Desde sempre que a posição estratégica de Viseu a fez um ponto de passagem obrigatória entre o Norte e o Sul de Portugal, tal como entre o litoral e o interior.
Já durante a dominação romana, Viseu era um centro de grande importância. São prova deste facto os inúmeros vestígios arqueológicos encontrados na região, de que se destacam moedas, sepulturas, marcos miliários, pontes e principalmente as estradas, que aí convergiam em grande número. (...)
Desde sempre que a posição estratégica de Viseu a fez um ponto de passagem obrigatória entre o Norte e o Sul de Portugal, tal como entre o litoral e o interior.
Já durante a dominação romana, Viseu era um centro de grande importância. São prova deste facto os inúmeros vestígios arqueológicos encontrados na região, de que se destacam moedas, sepulturas, marcos miliários, pontes e principalmente as estradas, que aí convergiam em grande número. (...)
A “Cava de Viriato”, monumento octogonal com 2 km de perímetro, era, ao que tudo indica, um ponto de vigia e de defesa de um antigo acampamento romano." (...)
Para ler mais visite "Viseu - Cidade Verde", página elaborada por Alice Ribeiro e Rui Nobre.
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