Estranhamente o pórtico de luz da feira anual de 2014 e 2015, evocativo da "Porta do Soar ou Arco dos Melos", reutilizado como iluminação de natal e colocado na rotunda da Estação Agrária (Av. Prof. Reinaldo Cardoso/EN 229/Estrada do Sátão), desta vez não apresenta os votos de "Boas Festas"! É certo que essa via faz a ligação aos concelhos mais pobres do Distrito de Viseu e será a de menor movimento mas nada justifica o "esquecimento"! Para corrigir esta falha, resolvi fazer um letreiro virtual e reparem como ficou bonito.
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20161217
"Boas Festas"
Etiquetas:
Av. Professor Reinaldo Cardoso,
EN 229,
Natal,
Porta Soar
Local:
Viseu, Portugal
"Arco dos Melos - antiga porta da cidade"
GIF via GIPHY - B. Postal Ilustrado, Tabacaria Costa - Viseu, Circ. 1932
A "Porta do Soar", também conhecida por "Arco dos Melos" e ainda como "Porta de São Francisco", é uma das duas das sete que constituiam a cerca da cidade que ficou para sempre incompleta pois nunca teve ameias, cujos trabalhos foram iniciados muitos anos antes e terminaram em 1472, já no reinado de D. Afonso V. Desta muralha apenas restam duas portas, as outras cinco foram mandadas demolir em 1844, pela câmara municipal, com o argumento de permitir o crescimento da urbe. A outra sobrevivente é a "Porta dos Cavaleiros", na Rua do Arco.
A "Porta do Soar", assim chamada porque era aí que soavam as cornetas para anunciar o encerramento das portas, possui um arco ogival, dois nichos, um exterior em honra de S. Francisco de Bórgia e outro interior com uma imagem de Santo António. A arcada é encimada com as "armas de D. João IV" colocadas sobre uma pedra com um letreiro que confirma a consagração do reino de Portugal a Nossa Senhora da Conceição, ali colocada em 1646 e uma outra, hoje ilegível:
D. Afonso Quinto Rey de Portugal
e dos Algarves daquem e dalem mar
em Africa mandou cercar esta nobre ci-
dade de Viseu assi por nobreza
e defensam della com prol comum
de seus Reynos......
1472
A porta está encostada à antiga Casa do Conde de Santa Eulália, também conhecida por "Palácio dos Melos" que pertenceu a António Augusto de Mello e Castro Abreu, 1º Visconde Santa Eulália, que no ano de 1862 recebeu o título de Visconde, outorgado pelo Rei D. Luís, passando a ser Conde em 1870, por decisão do mesmo monarca. António Castro Abreu, faleceu em 24 de Setembro de 1886, sem deixar descendência, exerceu as funções de Governador Civil da Guarda, de Viseu e de Leiria, entre os anos de 1839 e 1847, foi deputado às cortes nas legislaturas de 1848-1851, 1853-1856, 1857-1858 e 1858-1859.
O palecete esteve décadas a degradar-se mas recentemente foi recuperado e transformado numa unidade hoteleira de grande qualidade.
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Arco Melos,
Porta Melos,
Porta Soar,
Postais Viseu
Local:
Viseu, Portugal
20160801
Corrigindo Erros - "VISITE VISEU"
Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar de opinião, porque não me envergonho de raciocinar e aprender.
Alexandre Herculano
Os responsáveis pela construção da página turística de Viseu perderam e ainda não encontraram o Norte! Também porque a imagem do passeio da ronda da guarda da "Porta dos Cavaleiros" foi publicada com coordenadas que deverão corresponder à "Porta do Soar ou Arco dos Melos", noutra ponta da cidade.
Os responsáveis pela construção da página turística de Viseu perderam e ainda não encontraram o Norte! Também porque a imagem do passeio da ronda da guarda da "Porta dos Cavaleiros" foi publicada com coordenadas que deverão corresponder à "Porta do Soar ou Arco dos Melos", noutra ponta da cidade.
Etiquetas:
Arco Melos,
Porta dos Cavaleiros,
Porta Soar
20160422
A Muralha de Viseu e o Vinho
A construção da muralha de Viseu teve início no reinado de D. João I e foi tema nas cortes de Lisboa de 1412.
”(…) que os da cidade e dos povos até duas léguas em redor servissem na obra da cerca, que então se andava construindo, não seis dias continuados em cada seis meses, mas um dia em cada mês, ficando os moradores do termo com dantes a servirem os ditos seis dias em cada seis meses, consecutivamente; que nem Lopo Fernandes nem outro qualquer obrigasse os moradores da cidade, quando abrissem algum tonel de vinho para vender, a ir leva-lo à obra, porque nem todos tinham servidores e criados que ali o levassem, e outros não tinham quem o vendesse senão mulheres, e não era justo e decente que elas ali fossem, obrigando-se os moradores da cidade a prover homem que tivesse continuamente taberna aberta na dita obra e bom vinho e aguisado e pelo preço da cidade”.
ARAGÂO, Maximiano Pereira da Fonseca em – “Vizeu: Apontamentos históricos”. Viseu: Typographia Popular, 1894.P.131, citado por CASTILHO, Liliana em “A cidade de Viseu nos Séculos XVII e XVIII/Arquitetura e Urbanismo/Vol, I”, Tese de Doutoramento em História da Arte, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2012
Ilustração:
Bilhete Postal Ilustrado, Editor desconhecido, com indicação do vendedor/Confeitaria Santa Ritta – Vizeu, não circulado, datável dos primeiros anos da república.
“VIZEU – 10
ARCO DOS MELLOS
Das sete portas da cidade acabadas de construir com a muralha em 1472 apenas existem esta e a denominada do Arco, ao fundo da Rua dos Cavalleiros. Ao lado, na face externa está a imagem de Santo António e na interna a de S. Borja advogado e padroeiro do reino contra os terramotos. Na face externa existem tres letreiros. O mais antigo, quasi apagado diz quando se construíram muros e portas. O imediato no tempo, a escolha da Mãe de Deus para padroeira do reino e a defeza da sua immaculada concepção, no tempo de D. João IV. O mais moderno refere-se ao governo das armas da Beira, de D. Sancho Manuel.”
20160303
Será que Perderam o Norte?
A propósito na página "VISIT VISEU" lançada ontem é notória a intenção, bem conseguida de privilegiar o acesso através de equipamentos móveis. A mais valia desta iniciativa do Núcleo de Imagem e Comunicação do Município de Viseu e da Viseu Marca (?), foi a de sistematizar e agregar informação que estava muito dispersa. Os conteúdos relativos à historiografia e ao património estão genericamente correctos, embora possa haver lugar a algumas polémicas. No decorrer de uma breve consulta, via telemóvel, encontrei três pormenores que num projecto que terá levado um ano a preparar, são estranhos. Questões mais significativas poderão ser tratadas noutra ocasião:
I - Em "Expoentes da Guerra - Muralha Afonsina";
"Do troço original e das suas sete portas originais, apenas se encontram preservadas a porta dos Cavaleiros, a sul, e a porta do Soar a norte." [Ver]
Sr. Dr. Jorge Sobrado é precisamente o inverso! Corrigir por favor porque a "Porta dos Cavaleiros" está e sempre esteve a norte e a "Porta do Soar" ou "Arco dos Melos", a sul.
II - Em "Rua Direita"
"Sabia que… A Rua Direita unia a passagem entre duas portas da Muralha afonsina (séc. XV): a Porta dos Cavaleiros, a sul, e a Porta de S. José, a norte)" [ver]
Idêntico desnorte do ponto anterior!
Sr. Dr. Jorge Sobrado é precisamente o inverso! Corrigir por favor porque a "Porta dos Cavaleiros" está e sempre esteve a norte e a "Porta do Soar" ou "Arco dos Melos", a sul.
II - Em "Rua Direita"
"Sabia que… A Rua Direita unia a passagem entre duas portas da Muralha afonsina (séc. XV): a Porta dos Cavaleiros, a sul, e a Porta de S. José, a norte)" [ver]
Idêntico desnorte do ponto anterior!
III - Em "Segredos";
P.S.: A foto do Viriato é muito má, aliás existem diferenças enormes na qualidade das imagens provenientes de dois fotógrafos.
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Arco Melos,
Porta dos Cavaleiros,
Porta Soar,
Postais Viseu
Local:
Viseu, Portugal
20140113
Viseu - Portugal
"Porta do Soar de Cima" - capa de desdobrável com a descrição dos principais pontos de interesse da cidade de Viseu e mapa com os monumentos a visitar e os edifícios de interesse publico assinalados. Edição da Comissão Municipal de Turismo (Impressão Eden Gráfico, Lda), sem data mas provavelmente do final anos de 1970.
20100422
A Capela Nª Srª dos Remédios
Existiu um imagem de Nossa Senhora dos Remédios, na face interior da muralha da cidade, junto da Porta do Soar. Como a devoção a esta Senhora era muita, os vizinhos tomaram a iniciativa de mandar construir uma pequena capela. No dia 9 de Dezembro de 1738 assinaram um contrato com dois mestres pedreiros minhotos, Manuel Ribeiro e Manuel Lourenço, pela quantia de 340 000 réis, com a condição de ficar concluída até ao dia do Espírito Santo, 31 de Maio de 1739.
A construção da capela, com planta octogonal, ficou assinalada por várias faltas de dinheiro e sofreu diversas interrupções, foi mesmo necessária a intervenção do Cabido da Sé para que a obra ficasse pronta em Março de 1743. Nessa ocasião os devotos solicitaram ao Governador do Bispado, Dr. António Cardoso Pereira, autorização para mudar a imagem do nicho da muralha e colocá-la sobre o altar da nova capela, obtida a licença foi então benzido o pequeno edifício.
Quatro anos depois alguns devotos solicitaram à autoridade eclesiática a formação da Confraria de Nossa Senhora dos Remédios, com sede na capela, e que se extingiu em data desconhecida.
A Câmara Municipal de Viseu decidiu, em sessão de 29 de Janeiro de 1816, que fossem transferidos para a Capela da Senhora dos Remédios todos os actos da Capela de São Lázaro que fora demolida.
Alguns anos depois os senhores do vizinho Solar dos Melos apropriaram-se da capela, mandando raramente celebrar algumas missas. Em Novembro de 1934 a capela foi incluída nos bens arrestados à família Malafaia, de Serrazes, São Pedro do Sul, os proprietários da casa vizinha dos Melos. Rapidamente foi desfeito esse equívoco porque a capela é do povo, como pode ser lido no granito da torça da porta:
ESTA CAPPELA HE DO POVO QUE SE FEZ/A CUSTA DAS ESMOLAS DOS DEVOTOS/ANNO DE 1742
No seu interior pode ver-se a imagem da padroeira (Secs. XVI - XVII) no altar mor, um retábulo de madeira dourada e policromada a imitar mármore (Séc. XVII). Lateralmente colocadas em dois nichos simétricos, encontramos uma imagem de São José, em madeira policromada (Sec. XVIII) e do Coração de Jesus (Século XX). Nas paredes existem pequenos painéis de azulejos com imagens de santos eremitas onde também estão representadas Maria Madalena e Maria Egipcíaca, antiga cortesã de Alexandria, e ainda a Sagrada Família e São Joaninho com o cordeiro.
No Largo Pintor Gata (a antiga Praça da Erva) e ao lado da capela existe uma casa de habitação, com dois pisos, com um varadim em madeira, onde esteve hospedado António de Oliveira Salazar que foi "prefeito" no Colégio da Via Sacra.
A construção da capela, com planta octogonal, ficou assinalada por várias faltas de dinheiro e sofreu diversas interrupções, foi mesmo necessária a intervenção do Cabido da Sé para que a obra ficasse pronta em Março de 1743. Nessa ocasião os devotos solicitaram ao Governador do Bispado, Dr. António Cardoso Pereira, autorização para mudar a imagem do nicho da muralha e colocá-la sobre o altar da nova capela, obtida a licença foi então benzido o pequeno edifício.
Quatro anos depois alguns devotos solicitaram à autoridade eclesiática a formação da Confraria de Nossa Senhora dos Remédios, com sede na capela, e que se extingiu em data desconhecida.
A Câmara Municipal de Viseu decidiu, em sessão de 29 de Janeiro de 1816, que fossem transferidos para a Capela da Senhora dos Remédios todos os actos da Capela de São Lázaro que fora demolida.
Alguns anos depois os senhores do vizinho Solar dos Melos apropriaram-se da capela, mandando raramente celebrar algumas missas. Em Novembro de 1934 a capela foi incluída nos bens arrestados à família Malafaia, de Serrazes, São Pedro do Sul, os proprietários da casa vizinha dos Melos. Rapidamente foi desfeito esse equívoco porque a capela é do povo, como pode ser lido no granito da torça da porta:
ESTA CAPPELA HE DO POVO QUE SE FEZ/A CUSTA DAS ESMOLAS DOS DEVOTOS/ANNO DE 1742
No seu interior pode ver-se a imagem da padroeira (Secs. XVI - XVII) no altar mor, um retábulo de madeira dourada e policromada a imitar mármore (Séc. XVII). Lateralmente colocadas em dois nichos simétricos, encontramos uma imagem de São José, em madeira policromada (Sec. XVIII) e do Coração de Jesus (Século XX). Nas paredes existem pequenos painéis de azulejos com imagens de santos eremitas onde também estão representadas Maria Madalena e Maria Egipcíaca, antiga cortesã de Alexandria, e ainda a Sagrada Família e São Joaninho com o cordeiro.
No Largo Pintor Gata (a antiga Praça da Erva) e ao lado da capela existe uma casa de habitação, com dois pisos, com um varadim em madeira, onde esteve hospedado António de Oliveira Salazar que foi "prefeito" no Colégio da Via Sacra.
P. S. - Elaborado com a preciosa ajuda de "Monumentalidade Visiense", de Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa, Viseu 2007 [ligação]
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Capela N S Remédios,
Largo Pintor Gata,
Porta Soar,
Solar Melos
20100408
Porta do Soar ou Arco dos Melos
A "Porta do Soar", também conhecida por "Arco dos Melos" e ainda como "Porta de São Francisco", é uma das duas das sete que constituiam a cerca da cidade que ficou para sempre incompleta pois nunca teve ameias, cujos trabalhos foram iniciados muitos anos antes e terminaram em 1472, já no reinado de D. Afonso V. Desta muralha apenas restam duas portas, as outras cinco foram mandadas demolir em 1844, pela câmara municipal, com o argumento de permitir o crescimento da urbe. A outra sobrevivente é a "Porta dos Cavaleiros", na Rua do Arco.
A "Porta do Soar", assim chamada porque era aí que soavam as cornetas para anunciar o encerramento das portas, possui um arco ogival, dois nichos, um exterior em honra de S. Francisco de Bórgia e outro interior com uma imagem de Santo António. A arcada é encimada com as "armas de D. João IV" colocadas sobre uma pedra com um letreiro que confirma a consagração do reino de Portugal a Nossa Senhora da Conceição, ali colocada em 1646 e uma outra, hoje ilegível:
D. Afonso Quinto Rey de Portugal
e dos Algarves daquem e dalem mar
em Africa mandou cercar esta nobre ci-
dade de Viseu assi por nobreza
e defensam della com prol comum
de seus Reynos......
1472
D. Afonso Quinto Rey de Portugal
e dos Algarves daquem e dalem mar
em Africa mandou cercar esta nobre ci-
dade de Viseu assi por nobreza
e defensam della com prol comum
de seus Reynos......
1472
A porta está encostada à antiga Casa do Conde de Santa Eulália, também conhecida por "Palácio dos Melos" que pertenceu a António Augusto de Mello e Castro Abreu, 1º Visconde Santa Eulália, que no ano de 1862 recebeu o título de Visconde, outorgado pelo Rei D. Luís, passando a ser Conde em 1870, por decisão do mesmo monarca. António Castro Abreu, faleceu em 24 de Setembro de 1886, sem deixar descendência, exerceu as funções de Governador Civil da Guarda, de Viseu e de Leiria, entre os anos de 1839 e 1847, foi deputado às cortes nas legislaturas de 1848-1851, 1853-1856, 1857-1858 e 1858-1859.
O palecete esteve décadas a degradar-se mas recentemente foi recuperado e transformado numa unidade hoteleira de grande qualidade.
Porta do Soar
"Arco dos Melos (Antiga Porta da Cidade)" - Bilhete Postal, Foto Beleza, Porto, Impreso na Alemanha, enviado para a Guarda com data de 20 de Maio de 1937
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Largo Pintor Gata,
Porta Soar,
Praça Erva,
Rua Nunes Carvalho
Um português nunca se atrapalha...
É bem verdade... reparem na solução encontrada para resolver a dificuldade de montagem de aparelhagem eléctrica (disjuntores e um interruptor). Uma vez que a caixa era inadequada o problema foi resolvido recorrendo a muita imaginação com: um pedaço de arame, duas tábuas, alguns parafusos e, pasme-se, um bloco de cimento.
Esta situação poderá ser vista na Rua Nunes de Carvalho, junto da "Porta do Soar", frente a um conjunto de edifícios recuperados, um misto de espaços comerciais, habitação, escritórios, garagens, parcialmente em condomínio fechado. Refiro-me a um empreendimento de grande qualidade, actualmente em fase de comercialização e candidato a um prémio para o "Melhor Empreendimento do Ano".
Esta situação poderá ser vista na Rua Nunes de Carvalho, junto da "Porta do Soar", frente a um conjunto de edifícios recuperados, um misto de espaços comerciais, habitação, escritórios, garagens, parcialmente em condomínio fechado. Refiro-me a um empreendimento de grande qualidade, actualmente em fase de comercialização e candidato a um prémio para o "Melhor Empreendimento do Ano".
A localização de "armários" para os sistemas de segurança e controlo de electricidade, água, telecomunicações e os materiais usados não merecem, muitas vezes, a atenção devida. A sua colocação despreza aspectos de natureza estética e neste caso são uma imagem de descuido. Num empreendimento desta categoria, localizado no núcleo central do Centro Histórico de Viseu, é um pormenor inesperado e muito desagradável. É porém uma solução muito mais barata do que embutir os "armários" no pavimento ou numa parede.
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Arco Melos,
Porta Soar,
Rua Maximiano Aragão,
Rua Nunes Carvalho,
Rua Silva Gaio
20070901
Santo António e o Menino
Esta imagem de Santo António está num nicho da muralha afonsina (D. Afonso V- 1472) a olhar para o Largo do Pintor Gata.
A Porta do Soar (ou Arco dos Melos) era uma das 7 da velha muralha e escapou ao camartelo da Câmara Municipal por pouco. Dá passagem para a Rua Nunes de Carvalho (Rua do Bispo), desse lado a porta ogival tem um outro nicho em honra de S. Francisco de Bórgia e as armas de D. João IV numa placa de granito que confirmam a consagração de Portugal a Nossa Senhora da Conceição, datada de 1646.
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