EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20170724

Travessa da Fábrica - Veja as Diferenças


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É natural que muitos desconheçam onde fica a Travessa da Fábrica que em tempos teve umas poldras que permitiam atravessar o rio Pavia, um pouco mais abaixo da ponte da Avenida Emídio Navarro. A travessa termina no Parque Radial do Rio Pavia e começa na Rua de Serpa Pinto, dando seguimento à Calçada de São Mateus (Casa dos Pais/Estradas de Portugal) que se iniciava na demolida Porta da Senhora do Postigo (Porta das Angústias ou Porta da Traição), da muralha gótica da cidade de Viseu.
A porta verde pertenceu a uma oficina de bicicletas e motorizadas que há poucos anos se mudou para a Balsa, tendo o edifício ficado abandonado e a aguardar demolição. Em Outubro de 2016, à luz do dia e com mirones a assistir, dois Street Artists (YOUTHONE & CLASSIC) executaram um trabalho que muito beneficiou o edifício em ruínas, mas há poucos dias a Brigada Municipal Anti-graffiti, que anda a percorrer a cidade, acompanhada de uma pasta com as localizações e as fotografias dos grafitti a eliminar, cumpriu as ordens do Sr. Engenheiro. Pouco depois passou o "SIVA" e fez questão de deixar a sua marca, quem sabe se em jeito de protesto?

P.S.: YOUTHONE é considerado um dos pioneiros da Street Art, em Portugal

20150518

Grafitti de Viseu e Brigada Anti-Grafitti



Grafitti na Travessa da Fábrica e uma brigada anti-grafitti, da Câmara Municipal de Viseu, a dirigir-se à camioneta, depois do trabalho executado.

20140829

A Nova "Zona Verde" de Viseu

Já iniciaram a plantação de arbustos e árvores na nova "Zona Verde" (ou será "Jardim ?") porque actualmente a distinção na prática parece nem existir, que está a ser implantada junto ao Orfeão de Viseu e ao Parque Linear do Rio Pavia.


Junto à sede do orfeão já plantaram algumas árvores, numa faixa de terreno contígua à parede virada a nascente. Começaram por cobrir o solo com uma tela para impedir a exposição solar e o crescimento de outra vegetação, especialmente ervas daninhas, que depois irão cobrir com pequenos pedaços de carcódoas (cascas dos pinheiros). Nota-se uma "estranha azáfama", normalmente estes trabalhos costumam ser mais demorados e certamente a relva irá ser semeada, para diminuir os custos. Talvez seja por essa razão que os trabalhos parecem uma "prova de contra-relógio". Uma fonte que reputo de bem informada adiantou-me, informalmente que o custo dos trabalhos rondaria os 37.000 euros e o terreno fora cedido pelo proprietário, muito conhecido no ramo do imobiliário e com interesses noutras áreas de negócio, ao município por apenas dois anos. Mas que futuramente e devido à grande crise que o sector atravessa, o destino da propriedade poderia não ser outro. O terreno é delimitado a norte pelo Parque Linear do Rio Pavia, a sul pela Rua Serpa Pinto, a nascente pela Travessa da Fábrica e a poente pela sede do Orfeão de Viseu e pelo Largo do Matadouro,  tem uma área bastante considerável e poderá se bem planeado, executado, com boa manutenção e cuidados, no futuro vir a ser um local agradável situado em frente do Campo de Viriato, local onde se realiza a feira anual de Viseu. O objectivo será ter o trabalho finalizado rapidamente ainda antes do próximo dia 14 de Setembro, data do encerramento do evento. Facto que duvido que venha a ser possível apesar de todos os esforços, a relva poderá nascer e crescer mas não terá condições para ser pisada.

20070405

Aldrabas, batentes e portas de Viseu



Porta com puxador improvisado (isolador de cerâmica) na Travessa da Fábrica

(…) "A primeira sede do Ribeira e Viriato, deve-se ter situado – conforme o próprio nome nos indica – lá para a Ribeira, pois foi lá que ainda conhecemos as sedes do União e do Académico, na Travessa da Fábrica, e junto ao chafariz que existiu pegado à Quinta bicas, (agora junto à Igreja da Misericórdia) respectivamente. E tinha razão de assim ser, porque o Campo de Futebol era o vastíssimo Campo da Feira." (…)

José Alves Madeira – “O Sport Ribeira e Viriato”, 1980/12/31