EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20151005

Viva Portugal e Viva a República!


Litografia colorida, da autoria de Cândido da Silva (?) alusiva à revolução que deflagrou na noite de 3 de Outubro de 1910, em Lisboa, e que conduziu à proclamação da República Portuguesa. em 5 de Outubro de 1910. (Wikipédia). 
Em 5 de Outubro de 1143 foi assinado o Tratado de Zamora, entre D. Afonso Henriques e o seu primo, Afonso VII de Leão e Castela. Esta data é considerada a data da independência de Portugal. Portanto republicanos e monárquicos podem e devem celebrar o 5 de Outubro que o governo "mais troikista que a troika", suspendeu!

20121005

5 de Outubro de 1910 - Viva a República


Dr. Afonso Costa - Seia, 6 de Março 1871 - Paris, 11 de Maio 1937 [saber +]

20120131

Rua Capitão Leitão - Farminhão



No dia 31 de Janeiro de 1891 eclodiu no Porto uma revolta militar em que esteve envolvido o capitão António Amaral Leitão, do Regimento de Infantaria 10 aquartelado no Porto. Natural de Farminhão, nascido no dia 7 de Março de 1845, foi um dos principais revoltosos que pretendiam derrubar o regime monárquico. Foi mesmo considerado o “Chefe” da insubordinação.
Falhada a insurreição a maioria dos envolvidos, militares e civis, foram detidos ou tiveram de pôr-se em fuga. O capitão Leitão procurou fugir a cavalo para Farminhão mas foi denunciado, ao passar em Albergaria-a-Velha, por um padre e acabou detido. Julgado em Conselho de Guerra, num barco fundeado ao largo de Leixões, foi condenado a seis anos de prisão ou vinte anos de degredo em África, optou pela segunda pena.
Chegado a Angola tentou voltar a Portugal escondido, num caixote de madeira, na companhia do também condenado actor Miguel Verdial. Apesar de descobertos conseguiram fugir e alcançar Paris. O capitão Leitão logrou refugiar-se no Brasil, tendo regressado a Portugal em 1901, vindo a falecer no dia 14 de Janeiro de 1903.
O 31 de Janeiro de 1891 no blogue  "Aventar" [
ler

P.S. - Existem várias localidades que renderam homenagem ao Capitão Leitão inscrevendo-o o seu nome na toponímia. Viseu não fugiu à regra, mas apenas no início dos anos de 1990.

20071005

A República Portuguesa



(...)"5 de Outubro de 1910
As movimentações militares da revolução do 5 de Outubro iniciaram-se no dia 3 de Outubro pelas 3 da madrugada. Foi nessa altura que os soldados da Infantaria 16 se instalaram no cimo da Avenida da Liberdade onde se juntaram as baterias do Regimento de Artilharia 1. Nessa zona instalar-se-ia o quartel-general dos revolucionários chefiados pelo comissário naval Machado Santos.
A marinha aderiu imediatamente à revolta tendo-se juntado outros militares de baixa patente de ideais republicanos. Os navios Adamastor e São Rafael prepararam-se para o bombardeamento ao Palácio das Necessidades, que se veio a efectura no dia seguinte. Não obstante a oposição do cruzador D. Carlos, as operações navais rapidamente foram controladas.
Entretanto, mal se soube do início das operações, registou-se uma grande agitação entre a população que rapidamente se prestou a ajudar os revoltosos. Há que salientar neste aspecto a acção da Carbonária que desempenhou um papel importante no sucesso do golpe militar."(...)

Fonte CITI - leia mais!

Manuel de Arriaga



(...)"Manuel José de Arriaga Brum da Silveira nasceu na cidade da Horta em 8 de Julho de 1840. Era filho de Sebastião de Arriaga Brum da Silveira, oriundo de famílias aristocráticas e descendente de flamengos que se radicaram na Ilha do Faial no séc. XVII e de Maria Cristina Ramos Caldeira, natural de Lisboa, também descendente de nobre linhagem. Tiveram seis filhos Maria Cristina, a mais velha, viria a ser poetisa e a ela se refere Vitorino Nemésio em "Mau Tempo no Canal." (...)