20141013
Flores de Outono
20141007
Outono
Quando, Lídia, Vier o Nosso Outono Quando, Lídia, vier o nosso outono
Com o inverno que há nele, reservemos
Um pensamento, não para a futura
Primavera, que é de outrem,
Nem para o estio, de quem somos mortos,
Senão para o que fica do que passa
O amarelo atual que as folhas vivem
E as torna diferentes.
Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de Fernando Pessoa
20140921
As Abóboras
20131127
Poema para os Cogumelos
Você cogumelo
Planta que implanta no pau-podre
Sem o verde clorofilático
E que pára no camalote-de-gente-da Frei-Mariano
Discutindo política, sexo, inflação, futebol e educação...
(...)
Benedito C. G. Lima
20131113
Miguel Torga - Outono
Tarde pintada
Por não sei que pintor.
Nunca vi tanta cor...
... Tão colorida!
Se é de morte ou de vida,
Não é comigo.
Eu, simplesmente, digo
Que há fantasia
Neste dia,
Que o mundo me parece
Vestido por ciganas adivinhas,
E que gosto de o ver, e me apetece
Ter folhas, como as vinhas.
Miguel Torga - Outono
20121126
Outono
20120922
O "Lago da Cava de Viriato" no Outono
20111226
Alguns Cogumelos
Alguns cogumelos não identificados. Nunca colha cogumelos para a alimentação ou outros efeitos se não for um bom conhecedor.
Saber + [Cogumelos Mágicos]
20111221
Mais Alguns Cogumelos
Vários cogumelos não identificados, encontrados durante um dos meus passeios.
Atenção - não apanhe quaisquer cogumelos, se não for um bom conhecedor, porque embora todos se possam comer... muitos deles poderão ser a sua última refeição.
20111220
Cogumelos - Amanita muscaria
Amanita muscaria, o seu consumo provoca intoxicações e alucinações, a despontar por entre a caruma [Saber +]
20111219
Cogumelos - "Scleroderma polyrhizum"
20111216
Cogumelos - "Amanita muscaria"
A Amanita muscaria é uma das várias espécies de cogumelos tóxicos que é possível encontrar nas nossas matas e florestas. Também tem a capacidade de provocar alucinações. Muito comum é facilmente identificável pela cor vermelha, do chapéu que não engana e pelas "escamas brancas" que o salpicam. Muito vistoso, é usado na ilustração e mesmo como personagem de histórias infantis.
20111112
20111104
I Feira da Castanha e do Mel - Lustosa

20091111
S. Martinho, Lume, Castanhas e Vinho
É sabido que a apanha das castanhas no Norte de Portugal encerra o ciclo das colheitas. Felizmente ainda posso saborear as minhas próprias castanhas no Dia de Todos os Santos e depois encher a barriga no dia de São Martinho [biografia], 11 de Novembro, como determina a tradição.
"Pelo São Martinho, vai à adega e abre o pipinho!" - é outra tradição mas esta já não posso cumprir porque já tive e agora não tenho videiras e adega...
A castanha é muito consumida cozida, assada ou mesmo crua embora o seu sabor insonso não seja muito agradável, tem os seus apreciadores. A castanha é um fruto seco muito interessante do ponto de vista nutricional, muito rico em hidratos de carbono complexos é porém de pouco valor proteico. Não tem glúten e constitui uma excelente fonte de fibra, ácidos gordos polinsaturados, vitaminas e minerais. A abundância de fibra faz com que uma pequena quantidade de castanhas seja suficiente para satisfazer o apetite e ainda com a grande vantagem dos seus glúcidos serem de digestão lenta, evitando a subida rápida da glicose. A castanha não tem colesterol e é aconselhada para quem sofrer de doenças renais, hepáticas e gota. Sob a forma de puré é um bom alimento para doentes com problemas digestivos. Os diabéticos deverão consumir as castanhas com moderação.
20091108
Passadeira e Iluminação na Cava de Viriato
Se tivessem sido mais inteligentes poderiam ter construído e equipado o “Centro Interpretativo” para o qual disseram ter sido recusado apoio.
20091106
O Açafrão na "Cava de Viriato"
Os egípcios cultivavam o açafrão como planta sagrada que era usada em cerimónias religiosas sendo oferecido ao deus Sol. Na Babilónia usavam-no para fabricar essências aromáticas, enquanto na Grécia era empregado para tingir os cabelos. Os assírios usavam o açafrão para fins medicinais, aparecendo referido no papiro médico de Thebes de 1522 a.C.. Uma referência mais distante, num livro de medicina chinesa datado de 2600 a.C., considerava o açafrão um fortificante e estimulante sexual, mais tarde Henrique VIII de Inglaterra (1491-1547) um grande apreciador da especiaria, mandava condenar à forca quem fosse apanhado a falsificar açafrão...

















