EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20170425

Avenida Alberto Sampaio


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Foi a “Revolução de 25 de Abril” que tornou possível que a “Avenida 28 de Maio”, data do golpe militar que assinalou o final da “1ª República” (1926) e viria abrir as portas ao regime totalitário que duraria 48 longos anos, voltasse a honrar o nome de Alberto Sampaio, tipógrafo, jornalista, difusor dos ideais republicanos e socialistas que havia sido atribuído à “Rua nº 1 de Massorim”, em de 24 de Novembro de 1910, na sequência do derrube da Monarquia (5 de Outubro), pela Comissão Administrativa Municipal. A comissão republicana tomou posse no dia 10 de Outubro e a presidência foi confiada a António Barroso Pereira Vitorino.

20160612

Antigo Convento de Santo António


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O demolido "Convento de Santo António de Massorim", entre a "Capela de Nossa Senhora da Vitória" e a "Igreja dos Terceiros (Ordem Terceira de São Francisco)", Bilhete postal ilustrado, dos primeiros anos dos Séc. XX. Edição "Tenda dos Artelheiros - Viseu", Impressão Tip. Sociedade Papelaria. Lda. - Porto"
O convento de Santo António dos frades capuchos (Franciscanos) e a igreja depois da extinção das ordens religiosas foram objecto de confisco (1834). O convento foi ocupado pelo exército, até aos primeiros ano da década de 1950 serviu de aquartelamento ao Regimento de Infantaria 14, a igreja foi profanada e chegou a ser usada como armazém pelos militares.

20130520

Chaminés de Viseu


Chaminé e folhas de palmeira numa vivenda em zona privilegiada algures em Viseu

20121126

Postais Antigos de Viseu # 42


"Vizeu - Massorim - Avenida Alberto Sampaio", Bilhete Postal, edição da Tabacaria Costa - Viseu, não circulado, datável da primeira ou segunda década do séc. XX

20120602

Cyber-Estudo Escadinhas Santo Agostinho


A adaptação do antigo café/esplanada das “Escadinhas de Santo Agostinho” a espaço para “Cyber-Estudo” está quase concluída. Pelo que me foi possível observar  faltará apenas concluir o sistema de iluminação da sala principal, colocar o necessário mobiliário e finalmente instalar o equipamento informático. Os trabalhos incluíram a limpeza do sistema de circulação da água do jardim das escadinhas e das paredes, caneiros e degraus.
Espera-se que em breve o espaço possa ser aberto ao público e no próximo ano lectivo a Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva,  fique mais desafogada porque está transformada numa grande “sala de estudo” e quem desejar “ler”, sente muitas dificuldades para encontrar um lugar vago porque os estudantes são muitos e as “salas de estudo”, ainda muito poucas.

20120514

"Cyber-Estudo" Escadinhas Sto. Agostinho



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O "Espaço de Cyber-Estudo" [ler] que está a ser construído nas Escadinhas de Santo Agostinho vai ser mais uma obra encomendada pela autarquia que não irá ser terminada dentro do prazo inicialmente contratualizado - 120 dias [ver]. Os Trabalhos a mais, os Trabalhos a menos, a Supressão de erros e omissões e a Suspensão dos trabalhos servem para justificar a demora. No Sábado as obras prosseguiam, talvez para recuperar o "atraso". A cobertura/miradouro, depois de impermeabilizada, está a receber um piso executado em vidraço e no interior estão a ser colocados os tectos e os pavimentos.


20120321

"Cyber-Estudo" a Passo de Caracol



Os trabalhos de transformação do café e esplanada das escadinhas de Santo Agostinho num espaço de “Cyber-Estudo”, tinham um prazo de execução de 120 dias que já deverá ter expirado [ver]. Esta manhã verifiquei que além da vedação, apenas foram executadas demolições e a impermeabilização da placa da cobertura. Por este andamento não será tão cedo que o espaço poderá receber os primeiros utentes. É notório que este tipo de equipamentos fazem imensa falta e o melhor exemplo está nas salas de leitura de biblioteca municipal, que pouco mais são que salas de estudo.

20111111

Futuro Espaço Cyber Estudo



O antigo café e esplanada localizado no cimo das Escadinhas de Santo Agostinho, que ligam a Avenida Alberto Sampaio à Rua Cândido dos Reis, foi encerrado e irá ser transformado numa sala de estudo. As obras de adaptação já foram adjudicada e incluem a criação de dois pequenos gabinetes, outros dois de maior dimensão, uma sala de estudo e outra equipada com equipamento informático, dotado acesso à rede global de computadores.
O valor da adjudicação foi fixado em 108.775,38 euros, por decisão da câmara municipal tomada em 7 de Julho de 2011 e a minuta do contrato aprovada em 18 de Agosto, entretanto o espaço já estava a ser vandalizado [ligação].
Agora que o local já foi vedado e foi feita a divulgação do contrato à Comunicação Social, resta aguardar que os trabalhos sejam executados e a contento [ligação].

20111024

Cyber-Estudo Escadinhas Sto. Agostinho


(...)"Tendo por base a informação da Divisão de Estudos e Projectos de 22-06-11, prestada no histórico do registo n.º E.48811/2010, bem como o Relatório Final de Análise de Propostas, a ele anexado, elaborado pelo Júri nomeado para o efeito através da deliberação n.º 407 da Reunião Ordinária da Câmara realizada em 14-04-2011, referente ao Procedimento por Concurso Público oportunamente promovido, a Câmara deliberou adjudicar a empreitada supra referida à empresa “Irmãos Almeida Cabral, Lda.”, pelo valor de 108.775,38 euros, acrescido de IVA, que, de acordo com o critério de adjudicação previamente fixado, se revelou ser a proposta de Esta deliberação, para efeitos de execução imediata, foi aprovada em minuta." (...)

Extracto da Acta da reunião ordinária da Câmara Municipal de Viseu, realizada no dia 7 de Julho de 2011

Porque será que a obra ainda não avançou? O bar/esplanada localizado ao cimo das Escadinhas de Santo Agostinho, que depois das obras irá dar lugar à sala de estudo, já foi vandalizado. Por enquanto apenas quebraram alguns vidros, a começar por uma das portas, rasgaram a cobertura amovível, sujaram as paredes, rebentaram o balcão, as prateleiras, as portas da copa e as casas de banho e o quadro eléctrico. Também já fizeram uma pequena fogueira no interior, mas tudo bem porque se poupa trabalho nas necessárias demolições...

20111017

Rua Mestre Arnaldo Malho


A Rua Mestre Arnaldo Malho [saber +] fica na freguesia do Coração de Jesus, no Massorim, junto ao Moinho de Vento, entre a Rua Mestre Álvaro Loureiro e a Rua Conselheiro Sousa Macedo. Sobre o Mestre Malho escreveu outro Mestre e seu grande amigo:
"Arnaldo Malho, o coração mais alevantado e as mãos mais destras que pegaram alguma vez no ferro. Fazia renda com ele; esculpia nele retratos como greda; fazia toda a obra de filigrana. Quando se lhe enaltecia o artefacto limitava-se a dizer:
-Não nasci Malho ?"

Aquilino Ribeiro

20070925

Azulejos de Viseu


Outro Santo António e o Menino na Rua Alexandre Herculano
Festejado o São Mateus voltamos ao santo que foi durante muitos séculos o mais apreciado e lembrado em Viseu, talvez devido à forte presença dos frades franciscanos na região. Santo António foi franciscano, como os azulejos mostram e o Convento Franciscano de Orgens foi fundado em 1410, por Frei Pedro de Almancos. Os frades capuchos sempre foram muito apreciados e dois séculos depois, em 1613 foram autorizados a mudar-se para Viseu a pedido dos fidalgos e do povo. Depois de várias casas transitórias em 1635 instalaram-se no Convento de Santo António de Mançorim (localizado no início do Avenida 25 de Abril e Hotel Grão Vasco, junto da Igreja dos Terceiros - Ordem Terceira Franciscana) onde se mantiveram até à extinção das Ordens religiosas em 1834. No local ainda hoje existe um convento e está a sedeada a Ordem Franciscana Secular de Viseu. As Festas da Cidade que se realizavam pelo Santo António eram chamariz para muita gente que apreciava as touradas, a música e os folguedos à conta do santo. Essa tradição só foi quebrada há poucas décadas com a promoção do São Mateus feita pela câmara e pelas comissões da Feira. O povo continua a colar azulejos do popular, brejeiro e casamenteiro santo, que começou por se chamar Fernando e a ignorar o evangelista até chegar uma nova feira.