EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
Mostrar mensagens com a etiqueta Escola Emídio Navarro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Escola Emídio Navarro. Mostrar todas as mensagens

20160722

Brasões de Viseu - "Casa do Arco"


GIF via GIPHY


A casa possui no cunhal que confina com a "Porta dos Cavaleiros" uma segunda pedra de armas e um pedaço de cornija, mais antigas em que poucos reparam:
"Escudo esquartelado: I e IV - Gouveias. II e III - Castelo-Branco.
De "Leonel de Queiroz de Castello-Branco, que está sepultado em Orgens com um escudo igual"
"Este escudo de armas (Gouveia e Castello-Branco) foi de Leonel de Queiroz de Castello-Branco, que está sepultado em Órgens com um escudo igual. Este Leonel foi senhor da casa do Arco e foi 4º avô de Duarte Pacheco de Albuquerque, senhor da dita casa do Arco. Vide “Ascendências Visienses. Ensaio genealógico sobre a nobreza de Viseu. Séculos XIV a XVII”, de Manuel Abranches de Soveral"
Fonte: Comentário anónimo em "Solares e Brasões" que muito agradeço porque a pedra de armas que é referida em raras fontes, não estava identificada.

20150803

A "Casa do Arco - Solar dos Albuquerques"


"Vizeu - Casa do Arco", Bilhete Postal editado pela Papelaria Borges, Coimbra, circulado em  21 de Abril de 1906.
Escudo de fantasia em cartela de conchados, encimado por coronel de nobreza. Esquartelado: I  e IV - Albuquerque. II - Amaral. III - Cardoso. (MATTOS), Armando de - "O Tombo Heráldico de Viseu", Gaia, Oficinas da Sociedade Editorial Pátria - Lda, 1932, p.14 ).

A “Casa do Arco” ou “Solar dos Albuquerques”  localizada na Avenida Emídio Navarro, encostada à “Porta dos Cavaleiros”, foi mandada construir por D. João do Amaral Coelho, Capitão-Mor de Viseu, no séc. XVII, em data posterior a 1640. A casa foi herdada pela sua filha Dª. Eugénia do Amaral que veio a casar com D. Duarte Pacheco de Albuquerque Cardoso de Vilhegas, Morgado do Couto de Baixo, que continuou a aumentar e melhorar a edificação. Foi o seu filho D. Francisco de Albuquerque do Amaral Cardoso e Vilhegas quem deu ao imóvel a feição final que não sendo merecedora de menção especial é elegante, nas suas linhas sóbrias, com um bonito portal encimado com o brasão dos Albuquerques do Amaral Cardoso e várias janelas de moldura e avental.
A casa foi residência dos “Albuquerques”, os fidalgos do Arco, até ao final do séc. XIX. Em Agosto de 1882 hospedou o rei D. Luís e a rainha D. Maria Pia, o senhor do palacete António de Albuquerque Amaral Cardoso (1834/1911) que era um fervoroso “miguelista” ausentou-se para não ter de receber a família real e foi substituído pelo seu irmão Fernando Albuquerque que fez as honras da casa.
O solar ficou célebre pelas festas que ali aconteceram, pelo luxo e fausto que os seus donos gostavam de ostentar. A família começou a viver tempos difíceis, o último proprietário D. António de Albuquerque do Amaral Cardoso (1886/1923) foi um esbanjador, viciado no jogo e ficou conhecido por ser o autor de um livro considerado escandaloso - “O Marquês da Bacalhoa” [LER], publicado em 1908 que ridicularizava a família real e a monarquia.
A propriedade foi hipotecada e vendida em hasta publica, em 5 de Outubro de 1886, para pagamento de dívidas de jogo. Em 2 de Agosto de 1887 foi comprada pelo Estado para instalar vários serviços públicos e a Escola Prática de Agricultura. Da construção original nada resta além da fachada brasonada, a imponente escadaria, e vários painéis de azulejos. A Escola Industrial e Comercial de Viseu, actual Escola Secundária Emídio Navarro, ocupou o edifício que foi mais tarde adaptado para ginásios e refeitório. Recentemente a construção foi remodelada para receber, entre outros serviços a biblioteca e o museu.
A ligação da “Casa do Arco” e da vizinha “Fonte de S. Francisco” ao romance “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco, publicado em 1862, é uma fantasia, uma liberdade do romancista. O cinema, mais recentemente pela mão de Manoel de Oliveira, reforçou a “lenda” ao usar os locais como cenário para o seu filme homónimo (1978).

Fonte principal: "Monumentalidade Visiense" de Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa [Ver]

20150619

A "Fonte de São Francisco"

Colecção Passaporte (LOTY)

Junto da “Porta dos Cavaleiros” e em frente do Solar dos fidalgos do Arco pertença da família Albuquerque do Amaral Cardoso foi construído, no ano de 1741, um fontanário em granito com as armas reais portuguesas colocadas sobre um nicho com uma imagem de São Francisco de Assis. De feição barroca a sua construção deve-se a António de Albuquerque que aproveitou um chafariz já existente no local. A fachada está dividida em três corpos separados por pilastras, encimadas por fogaréus. No corpo principal estão colocadas duas bicas em forma de malmequer e o tanque. Da água que jorrava das suas bicas diziam-se maravilhas mas há cerca de duas décadas e depois das escavações para a construção do "Centro Comercial Académico", a água passou a rarear e a ser imprópria para consumo. Na parede posterior, totalmente revestida com azulejos de padrão, existe um banco e um painel com as armas de Viseu.
A ligação da fonte e da família proprietária do solar fronteiro ao romance de Camilo Castelo Branco, “Amor de Perdição” não passa de uma fantasia do escritor que descreveu uma violenta cena de pancadaria junto da fonte.

Bilhete Postal nº 7 da Colecção Passaporte (LOTY), fotografia provavelmente da década de 1950. A imagem permite ver em segundo plano, logo atrás e à esquerda da fonte, o edifício onde entre 1942 e 1989 funcionou a sede do extinto "Clube Académico de Futebol - C.A.F.", mais conhecido como "Académico de Viseu". No rés do chão tiveram porta aberta os "Armazéns Avenida de António das Águas", especializados na venda de mobílias e colchões.

À Atenção dos "Serviços Municipalizados"



À atenção dos "Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Viseu", no futuro empresa municipal "Águas de Viseu" [LER]! o tanque de "Fonte de São Francisco" está a necessitar de limpeza, ou será necessário esperar pelo mês de Agosto?

20150320

Narciso Joaquim Gomes - R.I.P.


Esta fotografia foi "roubada" mas está de volta porque se realizaram hoje as cerimónias fúnebres do Sr. Narciso Joaquim Gomes. foi graças a esse infeliz acontecimento que revi os seus filhos, Luís Filipe e Júlio e o seu primo Prof. Rui Caçador que na imagem procurava uma lente de contacto no meu equipamento. O Sr. Narciso também  assistiu a este jogo de Andebol de 7 [ver]. Aos filhos Rosa, Luís Filipe e Júlio e a todos os outros familiares aqui fica um voto renovado do condolências. Pessoa muito bem considerada, ex-atleta e grande dirigente do Sport Lisboa e Benfica, mereceu a honra de ter a urna coberta com o estandarte do seu clube.

AJ

20140422

A Casa do Arco ou Solar dos Albuquerques


 

A “Casa do Arco” ou “Solar dos Albuquerques” está localizada na Avenida Emídio Navarro, encostada à “Porta dos Cavaleiros”, foi mandada construir por D. João do Amaral Coelho, Capitão-Mor de Viseu, no séc. XVII, em data posterior a 1640. A casa foi herdada pela sua filha Dª. Eugénia do Amaral que veio a casar com D. Duarte Pacheco de Albuquerque Cardoso de Vilhegas, Morgado do Couto de Baixo, que continuou a aumentar e melhorar a edificação. Foi o seu filho D. Francisco de Albuquerque do Amaral Cardoso e Vilhegas que deu ao imóvel a feição final que não sendo merecedor de menção especial é elegante, nas suas linhas sóbrias, com um bonito portal, encimado com o brasão dos Albuquerques do Amaral Cardoso e várias janelas de moldura e avental.
A casa foi residência dos “Albuquerques”, os fidalgos do Arco, até ao final do séc. XIX. Em Agosto de 1882 hospedou o rei D. Luís e a rainha D. Maria Pia, o senhor do palacete, António de Albuquerque Amaral Cardoso (1834/1911), era um fervoroso “miguelista”, saiu de casa para não ter de receber a família real e foi substituído pelo seu irmão Fernando Albuquerque que fez as honras da casa.
O solar ficou célebre pelas festas que ali aconteceram, pelo luxo e fausto que os seus donos gostavam de ostentar. A família começou a viver tempos difíceis, o último proprietário D. António de Albuquerque do Amaral Cardoso (1886/1923), foi um esbanjador, viciado no jogo e ficou conhecido por ser o autor de um livro considerado escandaloso - “O Marquês da Bacalhoa”, publicado em 1908 que ridicularizava a família real e a monarquia [ligação].
A propriedade foi hipotecada e vendida em hasta publica, em 5 de Outubro de 1886, para pagamento de dívidas de jogo. Em 2 de Agosto de 1887 foi comprada pelo Estado para instalar vários serviços públicos e a Escola Prática de Agricultura. Da construção original nada resta além da fachada brasonada, a imponente escadaria, e vários painéis de azulejos. A Escola Industrial e Comercial de Viseu, a actual Escola Secundária Emídio Navarro, ocupou o edifício que foi mais tarde adaptado para ginásios e refeitório., Recentemente a construção foi remodelada para receber, entre outros serviços a biblioteca e o museu.
A ligação da “Casa do Arco” e da vizinha “Fonte de S. Francisco” ao romance “Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Branco, publicado em 1862, é uma fantasia, uma liberdade do romancista. O cinema, mais recentemente pela mão de Manoel de Oliveira, reforçou a “lenda” ao usar os locais como cenário para o seu filme homónimo (1978).
Fonte:"Monumentalidade Visiense" de Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa [ligação]

20130408

Lampiões de Viseu


Candeeiro em ferro forjado nas instalações da Escola Secundária Emídio Navarro, antiga "Casa do Arco" [saber +], junto à Porta dos Cavaleiros [saber +]
  

20130403

"A Mocidade Portuguesa"

 
"Os teus Deveres
Não faltes aos exercícios nem à ginástica;
Não insultes; ....
Não procures inùtilmente o perigo, mas defronta-o sem receio, sempre que for necessário.
Confia, ao teu comandante de castelo ou ao teu director as tuas necessidades, as tuas tristezas e as tuas doenças;
Os Teus Direitos (...)
E a Mocidade servir-te-á, - fazendo de ti um homem forte, um português perfeito, um bom cristão.(...)
E os teus superiores ajudar-te-ão - apagando as tuas tristezas, procurando remediar as tuas necessidades, preparando-te para uma vida com dignidade e para a morte sem arrependimentos! (...)
10º - O BOM FILIADO não acha nunca demais o esforço que os dirigentes lhe pedem, nem de menos o que os outros fazem."(...)

"Deveres da Mocidade Portuguesa" - Ala de Viseu nº 3, Escola Industrial e Comercial de Viseu, Centro Escolar nº 5 - (Tipografia Beira Alta, Lda., Viseu, Agosto de 1965, 1000 exemplares)

20130213

"Deveres Escolares" dos Alunos


9º - Não é permitido ao aluno apresentar-se nas aulas e exames com vestuário, ligeiro, mais próprio de estâncias de veraneio, de manifestações campistas que do ambiente escolar. Não USAR BARBAS, CABELO COMPRIDO, MELENAS e outros exageros capilares, mais próprios de TEDDY – BOYS que de alunos normais. Não esquecer que a higiene é a base da saúde.

IGUALMENTE quanto ao vestuário, arranjo e porte das alunas, não pode a Escola desinteressar-se delas, cabendo-lhe uma fiscalização no sentido da defesa do seu prestígio moral e da honra, do pudor e do recato da mulher, não permitindo também o uso de pinturas, de penteados exagerados e extravagantes, comprometedores da higiene pessoal e também manifestações de TEDDY-GIRLS.

17º - Não jogar a bola no recreio; não cuspir no chão; não lançar papéis no chão; não assobiar.

Esta edição foi impressa nos anos de 1960, as regras eram 29 e estiveram em vigor até ao dia 25 de Abril de 1974, na Escola Industrial e Comercial de Viseu (actual Escola Seundário Emídio Navarrro). 

20130208

Colegas de Escola de 1972

 Clique sobre a imagem para aumentar

Alunos do 2º E, do Curso Geral de Comércio, Escola Industrial e Comercial de Viseu (actual Escola Sec. Emídio Navarro) em 23 de Maio de 1972.
Primeiro plano: Néry, Victor, Mário Júlio, Artur Gil, Gomes e J. Luís; segundo plano: Bártolo, Caramelo, Quintela, Torres, Inácio, Octávio e Teago; terceiro plano: Baptista, Campos, Máximo, João  Pais, Manuel e Gouveia (estariam em falta o Figueiredo e o Vitinho). Saudades, sim mas da juventude porque foram tempos difíceis, mas não faltou a alegria.

20130206

1974 - Campeões de Andebol

Clique sobre a imagem para aumentar

Segundo plano: João, Abel, Carvalho (Canário), Paiva, Constantino e Matos. Primeiro plano: Martins, Campos, Figueiredo e Cristovão. 5 de Junho de 1974, Pavilhão do Fontelo, equipa vencedora do Campeonato Interturmas, de Andebol no ano lectivo de 1973/74, disputado pelos alunos da Escola Industrial e Comercial de Viseu (actual Escola Secundária Emídio Navarro).

20130129

Recordando o 1º de Dezembro de 1972


Um dos golos do Liceu Nacional de Viseu (Escola Sec. Alves Martins) que o AJ sofreu quando representava as cores da Escola Industrial e Comercial de Viseu (Escola Emídio Navarro) e que terminou com um empate, para que ninguém ficasse muito aborrecido...

20130125

Andebol Escola I. Comercial Viseu


Selecção de Andebol da Escola Industrial e Comercial de Viseu (actual Escola Secundária Emídio Navarro), 1 de Dezembro de 1972, Pavilhão Gimnodesportivo do Fontelo. O jogo disputado com o Liceu Nacional de Viseu (actual Escola Secundária Alves Martins) - terminou com um empate mas ignoro os números. Segunda fila: Abrantes, João, Felgar, Carlos Jorge, João Pais, Alexandre Albuquerque, João Coelho; Primeira fila: Alexandre Melo, Campos, Abel, Orlando, Nuno e Rego.

20130123

Jogo de Andebol Interrompido!


Rui Caçador (agora Prof.) procurando uma lente de contacto no equipamento do AJ (início dos anos 80) e o resto do pessoal a procurar no campo de alcatrão... Os vermelhos, antigos alunos da agora denominada Escola Emídio Navarro, deram uma cabazada aos estudantes mais novos

20110804

Estacionamento Caótico em Viseu



O "estacionamento caótico" em Viseu continua e mais uma vez irá aumentar com as férias do Verão e a ocupação do Campo de Viriato pela Feira de São Mateus que retira centenas de lugares de estacionamento e atrai muitos milhares de veículos à cidade.
Na Rua Mestre Teotónio Pedro Albuquerque, frente à Escola Emídio Navarro, a polícia não teria mãos a medir se fizesse o seu trabalho com regularidade. Os lugares são tão convidativos que nem os dois sinais de sinais de sentido proibido, impedem o estacionamento e claro a circulação. Aqui a situação é bem pior em tempo de aulas porque os "paizinhos" insistem em deixar e recolher os seus rebentos na porta da escola e circulam nos dois sentidos com impunidade.

P.S. - A câmara municipal tenciona futuramente prolongar o Jardim de Santo António e fazer desaparecer a rua.

20110218

D. Ricardo Russell Bispo de Viseu


"D. Ricardo Russell - Um Inglês, bispo de Viseu" de Fernando Augusto de Gouveia e Sousa , separata da revista "Beira Alta - Viseu - 1951", reedição fac-similada por ocasião dos 100 anos da Escola Secundária de Emídio Navarro, Viseu, 1999

20081028




OUTONO DA MINHA VIDA

As folhas caem
como desfalecidas.
O vento as leva
e outras nascem.
Nós partimos
e outros chegam.
Ainda estou vivendo;
o meu Outono!
O corpo dorido
e as folhas amarelecidas,
parecem Outono.
O meu Outono é Inverno:
frio, triste, doente.
Não há agasalho
que aqueça a minha tristeza,
nem um sol nascente,
que traga de volta a alegria.
Outono:
folhas caídas sem destino
que leva o vento.
Agarrado à esperança,
espero pela bonança,
para ser folha com destino …

José Manuel Brazão no "Cantinho da Poesia" da página da "Escola Secundária Emídio Navarro"- Viseu.

20071019

Azulejos de Viseu


Azulejos da Fábrica Constância de Lisboa no ginásio da Escola Emído Navarro

"Com o nome de Escola de Desenho Industrial de Viseu, foi estabelecimento de ensino criado por Decreto Régio de 09/12/1898, tendo entrado em funcionamento no ano lectivo de 1899/1900. Ao longo de oito décadas, foi sofrendo alteração na sua estrutura e designação. O Decreto nº 2609-E, de 4 de Setembro de 1916, traz já a designação de Escola Industrial e Comercial Emídio Navarro de Viseu, pelo facto de ter sido introduzido o Curso Elementar do Comércio. Por Decreto nº 5029, de 1 de Dezembro de 1918, foi criada a Escola Comercial de Viseu. Entre 1914 e 1926 funcionaram duas Escolas, na Casa do Arco: Escola Comercial de Viseu e Escola de Carpintaria, Serralharia e Trabalhos Femininos de Emídio Navarro de Viseu. Por Decreto de 30 de Setembro de 1926, as duas Escolas são convertidas num só estabelecimento de ensino, denominado Escola Industrial e Comercial de Viseu. Em 1930, através do Decreto nº 18420, de 4 de Junho, a Escola mudou de nome: Escola Industrial e Comercial Dr. Azevedo Neves – Viseu. A partir de 25 de Agosto de 1948, a Escola voltou a ser Escola Industrial e Comercial de Viseu e, em 29 de Outubro de 1979, pela Portaria nº 608, passou a designar-se Escola Secundária de Emídio Navarro – Viseu."

Investigação do Dr. Nazaré de Oliveira - publicada na página da Escola Sec. Emído Navarro - Viseu.

20070208

Aldrabas, batentes e portas de Viseu







Pormenores da porta principal da Casa do Arco, antiga casa senhorial do séc. XVIII onde foi instalada, em 1852 a Escola Práctica Agrícola de Viseu e em 1898, a Escola de Desenho Industrial de Viseu antecessora da actual Escola Secundária Emídio Navarro que ainda ocupa esta velha casa, adaptada como ginásio, cozinha e refeitório.