EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20171121

Ano Oficial para Visitar Viseu


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Não deixe terminar o Ano Oficial para Visitar Viseu, sem visitar a Cava de Viriato e observar as belezas escondidas no Lago da Cava


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O sinal de Stop desapareceu e no seu lugar encontrei hoje um sofá...

20171119

A "Cava de Viriato"


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(...)" O monumento mais considerável, que encontramos na cidade de Vizeu, he o denominado Cava de de Viriato: especie de fortificação, cujos muros de terra, hoje quasi gastos pela incuria, ignorancia e rapacidade humana, contando talvez 20 seculos de existencia, tem servido de base à tradição popular (...)"

José de Oliveira Berardo, "Memória 1ª", publicada no jornal Liberal em 1857, citado no "Portugal Antigo e Moderno - Diccionario..." de Augusto de Pinho Leal, continuado por Pedro Augusto Ferreira - Lisboa 1890

20171115

Publicação # 13.000


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Todos os anos, a partir de 2011, tenho voltado a encontrar este robot de plástico no "Lago da Cava" e lá irá continuar! até quando?

20171113

"Ampliando" a Cava de Viriato


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Num dos taludes da Cava de Viriato do qual restam menos vestígios, nalguns locais pouco ultrapassará os 2 metros de altura, há cerca de 6 meses foi feito um aterro ilegal para permitir a instalação de um negócio de venda de lenha. O acontecimento foi abordado na Rua Direita e em poucos dias a lenha foi retirada e  o aterro viria a ser vedado, antes que rapidamente se transformasse num local de depósito de lixo e de entulho. Esta foi uma medida adequada, porém o aterro continua a desfigurar o monumento. Os dias e os meses continuam a passar e o proprietário dos terrenos, localizados na margem direita do ribeiro de Santiago, não concretiza a retirada do aterro que terá sido executado às ordens de um arrendatário.

20171104

Vândalos Atacam na Rua dos Plátanos


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Sinal de Stop arrancado na Rua dos Plátanos (Cava de Viriato) na saída para a Rua dos Heróis Lusitanos.



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O sinal vandalizado junto aos contentores para o lixo doméstico existentes na Rua do Heróis Lusitanos, felizmente não o levaram para muito longe. Ou era muito pesado, ou tiveram receio que aparecesse algum polícia...

20171027

"Honrando" o Viriato


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Assim se honra o Viriato em Viseu...  Com gente desta, não há Sobrado que o salve!

20171023

Javali na "Cava de Viriato"


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Rijo (Adelino Azevedo Pinto) afirmou que a Cava de Viriato estava desprezada e só lhe faltavam javalis, descrevia uma situação que ainda hoje poderá ser encontrada nas faces exteriores dos dois taludes NNO, em grande parte coincidentes com o Poço ou Lago da Cava, confinantes com a Quinta da Machada. Nos taludes crescem mimosas, carvalhos, carvalhiços, codeços e outra vegetação que  oculta um troço do antigo fosso que chega a parecer uma lixeira selvagem. A quinta está cheia de silvas, mato, salgueiros e amieiros que quase fizeram desaparecer os marmeleiros que pontuavam a margem do lago. Uma autêntica vergonha que não parece embaraçar a câmara municipal que até colocou um octógno no seu logótipo, para lembrar a importância do monumento, considerado um dos maiores ícones do Município de Viseu e da Cidade Jardim.


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Aspectos do alto do talude da Cava de Viriato, junto ao Lago da Cava e do exterior nas proximidades da Vila Ferreira, na Rua dos Heróis Lusitanos. Reparem na cobertura vegetal visível do lado esquerdo das imagens que serve para tapar as misérias.

P.S. : O javali não é verdadeiro mas um alvo de borracha que foi utilizado num torneio de tiro ao arco e besta, realizado no passado mês de Setembro no Dia de Viriato, no âmbito da feira anual.

A Indecorosa "Lixeira"


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Algumas imagens da passadeira de granito, inovação do projecto de arranjo urbanístico da Cava de Viriato, e do Lago da Cava


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Alguns dos objectos que é possível avistar do talude, mesmo sem possuir olho de lince. Mas há  mais à vista ou já escondidos pela acumulação de folhas mortas ou lamas. Ver lixo variado, ou se preferir ver mais pneus.

20171022

Outono na "Cava de Viriato"

Este ano há muitas bolotas, na Cava de Viriato, embora devido à seca sejam de pequeno calibre

Jovem Desce a "Cava de Viriato"


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Jovem adolescente arrisca-se a ir parar ao hospital ao descer a correr do talude da Cava de Viriato. O ditado que afirma:  Para baixo, todos os santos ajudam! neste caso não é válido porque descer é muito mais perigoso que subir, principalmente a correr. Eram dois, o primeiro saiu-se bem e o segundo, depois de alguma hesitação atreveu-se e saiu-se bem.
Mas que estúpida ideia de fazer desaparecer a Cava de baixo e os acessos ao talude, junto ao Monumento a Viriato. Os arquitectos do Programa Polis, enfiaram cada barrete à câmara municipal e aos viseenses.

"VIZEU - Entrada da Cava de Viriato"


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"VIZEU - Entrada da Cava de Viriato", Bilhete Postal Ilustrado, Editor F. A. Martins, Camões, 35 - Lisboa para a Caza Allemâ - Vizeu, Circulado em 20 de Maio de 1904

Outono na "Cava de Viriato"


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Namorados passeiam sobre a passadeira de granito de um dos taludes da Cava de Viriato


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Folha de plátano sobre uma da lajes da inovadora passadeira de granito

20171021

A Feira ainda não Terminou?


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Um mau hábito que a Viseu Marca, a nova associação de city marketing e branding territorial que organiza a feira anual de Viseu, herdou da Expovis, Lda. e ainda mantém é o facto de terminado o evento, este ano em 17 de Setembro, não retirar a vedação na sua totalidade e manter o Viriato de castigo atrás das grades.

20171006

Outono na Cava de Viriato


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Javali encontrado na Cava de Viriato. Contrariamente ao ano passado, este ano há muitas bolotas, embora grande parte delas de pequeno calibre.

Outono e Vândalos na Cava de Viriato


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Os vândalos continuam a fazer estragos na Cava de Viriato! Segundo apurei aqui fica a arma do crime... 


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Foram destruídos mais um holofote e um marcador da passadeira de granito da mal concebida e inútil iluminação, decorativa do monumento.

20171005

Vândalos e Bruxos na Cava de Viriato


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A iluminação decorativa do Monumento a Viriato foi atacada por vândalos e bruxo, ou bruxa ? foi realizar um trabalhinho, com arroz, maçãs e flores nas costas do murete do conjunto escultórico, de finalidade desconhecida. mas que não deverá estar ligada ao semi-abandono da Cava de Viriato.

Singularidades da Melhor Cidade


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Aspectos da Ecopista (Ligação da Ecopista do Dão ao Fontelo) no Campo de Viriato. Desde que paguem tudo se aluga... até a ecopista!

20170921

"LIBERTAI O POVO"


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Grafitti anónimo - ""LIBERTAI O POVO"

A iluminação festiva do Monumento a Viriato, Museu da Electricidade e os "spots" fotográficos (Armas da cidade e fachada da Sé Catedral), instalados na Praça D. Duarte, Rossio e na feira anual, custaram à Câmara Municipal de Viseu 16.890,00 Euros + IVA. Nem me passa pela cabeça contestar as condições acordadas, para o período de 11 de Agosto a 17 de Setembro, 38 dias a duração da feira anual de 2017, mas faria todo o sentido que essa despesa onerasse o orçamento da feira.

20170913

Memórias de Feira de São Mateus 2005


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Viriato no Monumento a Viriato de Mariano Benlliure (1940)

Viseu, 15 de Agosto de 2005


Ontem fui despertado pelo estrondo dos bombos dos Zés Pereira de Quintela de Orgens e vi que as luzes da Feira de São Mateus estavam acesas. Decidi ir ver as novidades. Desci do meu poleiro e como continuo às escuras... ninguém deu pela minha falta. Fui mudar de roupa, calcei umas sapatilhas confortavéis e fui ver a nova feira.
Na porta que ostenta o meu nome reparei que a decoração segue o muro e não está centrada com a entrada ou com a Avenida da Bélgica. Finalmente percebi a razão de ser do muro e da pala...
A decoração é graciosa e apresenta vários arcos curvos, com 5 estrelas muito azuis e de tamanhos variados. É encimada por uma representação de um sistema solar, com o astro central em 3D. Agradou-me bastante.
Vi depois uma rua central troço da Av. Emídio Navarro que irá ser rectificado quando a Feira acabar, devido às inúmeras reclamações e protestos dos mercadores e moradores. A iluminação pareceu-me pouco conseguida, é pobre e demasiado espaçada.
Deitei os olhos às novas barracas, pequenas e com telas de correr em material plastificado que me pareceram muito fragéis e muito pouco seguras. Logo de seguida tive a confirmação, um comerciante tenciona lá deixar, durante a noite, o seu cão para ficar de guarda à barraca.
Outra novidade é que este ano as barracas estão identificadas com o nome do comerciante ou expositor.
Reparei que o palco está de costas para a Rua da Ponte de Pau, ainda bem... vou poder regalar-me, de novo, com o Tony Carreira, já no dia 20!
Até 25 de Setembro vou ver e ouvir outros artistas, na maioria da chamada música “Pimba”! Aqui não houve novidade!
Ao passar junto palco vi um grupo que avançava na minha direcção, em passo estugado, fiquei assustado e afastei-me um pouco para não correr o risco de ser reconhecido. Reparei então que traziam fatos escuros e eram comandados pelo Senhor Dr. Ruas que acompanhava um ilustre ministro, o Senhor Ministro do Ambiente e de outras coisas, Prof. Dr. Francisco Carlos da Graça Nunes Correia e era acolitado pelo Senhor Jorge e Carvalho, da EXPOVIS e por diversos senhores vereadores da Casa Municipal e distintas autoridades civis e militares...
Dirigiam-se para às barracas das farturas e certamente foram refrescar-se e provar produtos de Viseu como: Farturas à moda de Lisboa, churros recheados e os deliciosos capuccinos ou cinbalinos! Boa!
No palco actuavam as “Cabacinhas de São Tiago”, com muito alegria e com uma tocata com instrumentos bem típicos - os acordeons !
Terminadas estas danças tive que me resguardar rapidamente, pois o “Trem Eléctrico”, da 67ª Volta a Portugal em bicicleta, fazia um barulho esnsurdecedor, mesmo para ouvidos de bronze. Lá no alto ainda vi, balançando-se , duas jovens loiras, demasiado magras e pálidas para o meu gosto...
Novidade é a instalação, o jogo de luz e formas, instalado à esquerda do palco. São vários tramos de arcos cruzados, de cor azul, o mesmo azul das estrelas da entrada. Também gostei.
As ruas são este ano espaçosas, mas com pouca luz. A nossa velha feira valia muito e era apreciada pela variedade e beleza da iluminação, que mudava de arruamento para arruamento. Agora toda essa beleza se foi e no seu lugar ficaram aqueles feios e cinzentos tubos em metal com 2 pequenas lâmpadas em cima.
Na nova zona dos restaurante e das tradicionais enguias, felizmente já não vemos as barracas de anos anteriores. A Feira parecia um bairro de lata em que faltavam condições de higiene e segurança.
Saí pela Porta de São Mateus para apreciar a entrada e fiquei siderado, então não é que colocaram sobre a entrada um “buraco negro”... felizmente não me aproximei demasiado.
Apercebi-me que o povo vinha apressado, com fome de Feira e entrava logo na primeira porta disponível, que no ano passado era apenas porta de serviço e ignorava a Porta de São Mateus.
Existe agora uma nova via que atravessa longitudinalmente toda a feira, desde São Mateus, passando pelo Pavilhão Multiusos e terminando na Porta do Sol Posto. Este arruamento pareceu-me igualmente com iluminação muito sóbria e repetindo, com pequena variação o tema da outra rua.
No pavilhão, onde o calor continua insuportável, montaram de novo “stands” nos corredores, diminuindo a segurança em caso de emergência.
No terreiro em frente ficam as diversões para miúdos e graúdos. Vi muita variedade e sobretudo espaço para passear e deslocar-se de modo seguro, o que não aconteceu no ano passado, em que tudo estava ao monte e motivou enorme críticas.
De costas para o Pavia e para o Forum ficaram as barracas das loiças onde vi velhos conhecidos, do tempo em que eu ficava, iluminado e dentro da Feira e os “cacos” eram vendidos aos meus pés.
Outra novidade são os pequenos veículos eléctricos, para deslocações de deficientes, de técnicos ou socorro no recinto. Vi funcionar o sistema! Um electricista montado num carrinho buzinava furiosamente e procurava romper pela multidão que se movimentava em sentido inverso. Os vistantes olhavam incrédulos e pareciam perguntar: Para onde vai este doido ?
Na Porta do Sol Poente, mais parece que o Sol está a nascer e o aspecto da entrada é muito mau. Dá ideia tratar-se da entrada para um curro! Desculpem mas sempre fui frontal !
Voltando para o meu poleiro e caminhando para a antiga Central Eléctrica, vi que o edifício, Museu da EDP, está encerrado, tem aspecto desleixado e os seus pátios e jardins estão sujos e maltratados.
Continuando o meu caminho entrei noutro mundo.... pareceu-me entrar num acampamento de bárbaros, como diziam os romanos. Decoração quase inexistente, pouca luz, barracas degradadas, toldos velhos, piso irregular. Vi uma feira lastimável, foi então que percebi a razão da nova entrada, aquela que o povo apressado usa! Mas que contraste, afinal a feira velha continua... apesar dos ares de modernidade.
Não vi a tradicional Feira do Artesanato, nem qualquer instalação sanitária. Como nos WC do Multiusos havia fila, em especial nos das senhoras, voltei para junto dos meus amigos e fui mijar atrás do cedro.
Sou de bronze mas, não sou burro !

Viriato

20170912

Pneu de Tractor no "Lago da Cava"


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Pneu de tractor fotografado no Lago da Cava de Viriato, entretanto misteriosamente desaparecido (foto de arquivo Google Photos, 12 de Setembro de 2014). Em 3 anos alguma coisa mudou...