Já vai sendo mais que tempo de acabar com a publicidade enganadora e já agora, não deverá sair muito caro, colocar uma nova tabuleta informativa porque a original há muito "desapareceu", e poderia esclarecer os visitantes sobre o "segredo", porque das ruínas arqueológicas da Praça D. Duarte apenas é visível a representação no pavimento de uma das estruturas encontradas que poderá corresponder a um templo romano. Atrair visitantes e na falta de outra motivação, engendrar um "Ano Oficial para visitar Viseu", será uma boa opção de "marketing" mas continuar a publicitar ruínas invisíveis, é uma estratégia muito pouco recomendável.
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20170323
20170106
Sé-Catedral de Viseu
"Sé-Catedral e Museu de Grão Vasco" (Secs. XII e XVIII) - Bilhete Postal da Comissão Municipal de Turismo (Viseu 1937/40?)
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Largo S. Teotónio
20160410
" A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu"
“A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu” de Alexandre Alves, Fotos de Delfim Ferreira e Jorge Alves, Edição Câmara Municipal de Viseu e outros, Viseu 1995.
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Dr. Alexandre Alves,
Sé Catedral,
Sugestões Livros
Local:
Viseu, Portugal
20160116
Armas de D. Miguel da Silva
Escudo com o Leão dos Silva sob galero eclesiástico de onde pendem 12 borlas
O Bispo de Viseu D. Miguel da Silva [ligação], depois Cardeal em Roma, foi o grande protector de Vasco Fernandes, pintor viseense conhecido por "Grão Vasco". A aversão que o rei D. João III teve pelo grande humanista também se deveu à sua oposição à instalação da "Santa Inquisição" em Portugal. Nas imagens as armas de D. Miguel da Silva (Évora, c. 1480 - Roma, 5 de Junho de 1556) na abóbada do claustro que mandou construir na Sé Catedral de Viseu, com desenho do arquitecto italiano Francisco de Cremona.
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D. Miguel Silva,
Sé de Viseu
Local:
Viseu, Portugal
20160109
Túmulo do Bispo D. João Vicente
Túmulo de D. João Vicente no claustro da Sé Catedral de Viseu
D. João Vicente, Bispo de Viseu entre 1446 e 1463 foi conhecido por "Bispo Azul", por ter trazido para Portugal a Ordem dos Cónegos Seculares de São João Envangelista, os frades Lóios, que vestiam de azul e também eram conhecidos como os "Padres azúis".
O túmulo construído no século XV, em granito é uma arca tumular que tem na tampa uma estátua jacente, com a cabeça coberta por uma mitra respousando sobre duas almofadas. O bispo veste uma casula ao gosto gótico e as mãos, cruzadas sobre o peito, seguram o báculo. A arca tumular, apoiada sobre leões, pertenceu à antiga Capela do Espírito Santo, mandada construir por D. João Vicente e destinada a receber o seu sepulcro. A capela passou a ser designada como Capela de Jesus ou do Calvário, por nela ter sido colocado um quadro de Grão Vasco. Em 1944 foi transformada em capela baptismal, encontrando-se actualmente o túmulo no Claustro da Sé de Viseu.
D. João Vicente natural de Lisboa, também bispo de Lamego, cargo que ocupou antes de vir para Viseu, foi um dos mais ilustres prelados viseenses. Graduado em Medicina pela Universidade de Lisboa, onde ensinou durante sete anos, foi nomeado por D. Duarte para Físico-mor do Reino. Pessoa de confiança da casa real, acompanhou à Flandres a Infanta D. Isabel filha de D. João I, noiva de Filipe-o-Bom, duque de Borgonha. Fez a reforma da Ordem de Cristo, da qual foi Visitador, a pedido do Infante D. Henrique, 1º Duque de Viseu. Faleceu em Viseu, no dia 30 de Agosto de 1463, com oitenta e três anos de idade, rodeado da fama de santidade.
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Local:
Viseu, Portugal
20160104
Nossa Senhora da Silveira
A Nossa Senhora da Silveira, do Pedrogal ou da Silva foi assim chamada porque quando os mouros invadiram as Hespanhas e depois de terem levado de vencida os reinos cristãos se encaminhavam para Viseu, onde a imagem era objecto de grande veneração e temendo-se a sua destruição, foi escondida numa pedreira e coberta por um monte de cascalho. Passaram muitos anos e o local cobriu-se de silvas. Viseu foi definitivamente reconquistada por Fernando Magno no dia 25 de Julho de 1058 e a imagem pode ser recuperada. A grande devoção e fama de milagreira não se limitava apenas à cidade e ia até mais longe. Os moradores do concelho de Azurara, actualmente Mangualde, vinham todos os anos no dia 11 de Junho, dia de São Barnabé, em procissão com as cruzes de todas as paróquias. Participava na procissão, pelo menos uma pessoa de cada família mais os membros da câmara municipal. No mesmo dia também vinham as gentes da freguesia de Lourosa e de Vila Chã, agradecer “os infinitos milagres”.
“(…) No anno de mil seiscentos e noventa e cinco – 1695 – ouve nesta cidade huma constituição de febres malignas, tão perniciosas, que na casa onde davão, adoecião todos e muntos morrião; foi Deos servido de applacar este contagio e sem duvida por intercessão desta Senhora; passarão alguns meses, que serião cinco ou seis, quando novamente começarão outra vez as doenças na cidade e com mayor rigor e aperto que na passada ocasião: nesta aflição, que foi Julho de mil seiscentos e noventa e seis – 1696 – resolveo o Ilustrissimo Dom Hieronimo Soares, com o seu Cabbido, que se fizesse a esta Senhora huma novena de preces e para mais a obrigarem a levassem em procissão pelas ruas da cidade, antes de se dar principio à novena, contra o estillo comum, pois se costumão fazer no último dia. Foi este dia tão alegre (…) e a vesita que a Senhora fez aos enfermos foi tão eficax que se podia affirmar que immediatamente melhorarão todos, porque daquela hora por diante não adoeceo mais pessoa alguma e convalescerão tão brevemente, que nos princípios do mês de Agosto nao havia vestigios de doenças, antes muntas aclamaçoens do estupendo milagre que a Senhora havia obrado.(…)”
Fonte: Nicolão Antonio de Figueiredo (Vizeu de Setembro 29 de 1758) - “Memorias Paroquiais Setecentistas - 1 Viseu”, Viseu 2005
“(…) No anno de mil seiscentos e noventa e cinco – 1695 – ouve nesta cidade huma constituição de febres malignas, tão perniciosas, que na casa onde davão, adoecião todos e muntos morrião; foi Deos servido de applacar este contagio e sem duvida por intercessão desta Senhora; passarão alguns meses, que serião cinco ou seis, quando novamente começarão outra vez as doenças na cidade e com mayor rigor e aperto que na passada ocasião: nesta aflição, que foi Julho de mil seiscentos e noventa e seis – 1696 – resolveo o Ilustrissimo Dom Hieronimo Soares, com o seu Cabbido, que se fizesse a esta Senhora huma novena de preces e para mais a obrigarem a levassem em procissão pelas ruas da cidade, antes de se dar principio à novena, contra o estillo comum, pois se costumão fazer no último dia. Foi este dia tão alegre (…) e a vesita que a Senhora fez aos enfermos foi tão eficax que se podia affirmar que immediatamente melhorarão todos, porque daquela hora por diante não adoeceo mais pessoa alguma e convalescerão tão brevemente, que nos princípios do mês de Agosto nao havia vestigios de doenças, antes muntas aclamaçoens do estupendo milagre que a Senhora havia obrado.(…)”
Fonte: Nicolão Antonio de Figueiredo (Vizeu de Setembro 29 de 1758) - “Memorias Paroquiais Setecentistas - 1 Viseu”, Viseu 2005
A Nossa Senhora do Altar-Mor, a padroeira da Sé segundo Vergílio Correia é “(…) uma, das mais belas estátuas góticas existentes em Portugal (…)”. A miraculosa imagem tem sete palmos de altura e o Menino Jesus no braço esquerdo, apoiado sobre o ombro, sendo também conhecida por Nossa Senhora da Silva, da Silveira ou do Pedrogal.
“(…) Por ocasião de calamidades, como surtos de epidemias, maus anos agrícolas, a paz entre as nações ameaçada, era a pesada imagem da Senhora descida do trono e levada em procissão pelas ruas da cidade, por entre súplicas ardentes do povo ansioso.(…)”
“(…) Esculpida em calcáreo da região de Coimbra, atribui-a Reynaldo dos Santos à segunda metade de Quatrocentos. Araão de Lacerda, pelo seu lado, situa-a com reserva no conjunto das Virgens trecentistas .(…)”
Descrição do Prof. Vergílio Correia: “Envolta num manto que lhe cobre a cabeça e desce depois aos ombros e a modela a seguir no corpo e até aos joelhos, natural no movimento da capa de panejamento nada exagerados no pregueado, essa Senhora, de rosto oval longo, fronte alta, nariz recto e lábios franzindo levemente no movimento que precede o sorriso de melancolia e misericórdia, segura sobre o braço esquerdo, um Menino que sorri francamente, apontando com o dedinho da dextra para a planta do pé direito soerguido. De calcáreo alvo e brando de Ançã, como a maioria das imagens do seu estilo, foi decerto executada em Coimbra nos meados do século XIV.”(…)
Fonte: Alexandre Alves, in “A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu”, Viseu 1995
Portanto é fácil concluir que esta imagem não pode ser a da Senhora da Silveira a que se refere a tradição, só poderá ter sido outra de que se perdeu o rastro ou mais provável ainda que se trate de uma lenda porque a dominação de Viseu pelos árabes foi iniciada no começo do século VIII, apenas teve duas interrupções de pouco mais de meio século, entre os finais do século IX e X e prolongou-se até meados do séc. XI.
20150424
São Teotónio e D. Afonso Henriques
São Teotónio admoesta o rei D. Afonso Henriques e os seus barões para que liberte os cristãos, moçárabes capturados e feitos prisioneiros nas proximidades de Sevilha. Habitualmente não se faziam prisioneiro e quem fosse apanhado era passado pelo fio da espada.
Painel de azulejos executado em Coimbra na oficina do oleiro Agostinho de Paiva. A pintura de má qualidade foi atribuída a Manuel da Silva, pintor e dourador de Lisboa mas residente e a trabalhar em Coimbra, que à época esteve a trabalhar na Sé. Os azulejos assentes, entre 1720 e 1722 por José de Góis, nas paredes interiores da Sé, foram em 1921 levantados e aplicados no claustro da Sé. Este painel está na parede virada a Poente.
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Sé Catedral
Local:
Viseu, Portugal
20150403
Capela da Senhora da Piedade
Capela da Senhora da Piedade retábulo dos Santos Brancos
A Capela da Senhora da Piedade (dos Santos Brancos, do Descimento da Cruz ou do Senhor Morto) localizada junto da porta que serve de acesso à Catedral de Santa Maria de Viseu e ao Claustro Renascentista de D. Miguel da Silva, é primeira das capelas ou altares actualmente existentes no claustro da Sé. Finamente esculpido em 1567 na oficina de João de Ruão, em Coimbra passou a ser popularmente conhecida como "Capela dos Santos Brancos" porque o retábulo, por razões desconhecidas, não chegou a ser policromado. O tema da obra é a Piedade (Pietà), a cena apresenta seis figuras com o centro ocupado por Cristo morto no regaço de Maria, sua mãe, figuram ainda no trabalho, Salomé, Madalena, Nicodemo e José de Arimateia.
Fonte principal: Alexandre Alves - "A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu" [ver
Fonte principal: Alexandre Alves - "A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu" [ver
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Catedral Santa Maria,
Claustro Renascentista
Local:
Viseu, Portugal
20150331
Brasões de Viseu - Rainha D. Maria
Brasão da segunda esposa de D. Manuel I, "O Venturoso", Maria de Aragão e Castela (Córdova, 29 de Junho de 1482 - Lisboa, 1517), terceira filha dos Reis Católicos, Isabel I de Castela e Fernando II de Aragão. A rainha D. Maria recebeu o senhorio de Viseu em 1506, por esse motivo o seu brasão está num dos fechos da "Abóbada dos Nós" da Sé Catedral de Viseu.
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Local:
Viseu, Portugal
20150330
São Teotónio e D. Afonso Henriques
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Para revestir e decorar as paredes laterais da Catedral de Santa Maria de Viseu a oficina de Coimbra do Mestre oleiro Agostinho de Paiva onde trabalhavam o pintor Manuel da Silva e o assentador de azulejos José Góis recebeu uma encomenda, executada entre 1721 e 1722. Para as paredes do lado direito foram executados três grandes painéis com cenas da Vida de São Teotónio, padroeiro da Diocese. Este painel apresenta-nos numa longa cena São Teotónio, Prior do Convento de Santa Cruz de Coimbra no ano de 1132, a lançar os hábitos a novos confrades da Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, na presença de D. Afonso Henriques representado ao centro enquadrado por uma moldura (janela), rodeado de quatro cavaleiros. Os painéis de azulejos estiveram até 1921 na catedral e foram retirados e aplicados nas paredes Sul e Poente, do Claustro Renascentista de D. Miguel da Silva. A qualidade da pintura é má, a cena está enquadrada por duas cariátides, barras de grinaldas e anjos mas tudo um estilo muito pesado e deselegante.
Fonte principal: Alexandre Alves - "A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu"
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Sé Catedral
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Viseu, Portugal
20150323
20150311
Abóbada da Capela Mor da Sé
A imagem da Imaculada Conceição
Homem com cacete ataca um dragão
A abóbada da Capela Mor da Sé Catedral de Viseu é decoração a "grotesco", com o centro ocupado por uma imagem da Imaculada Conceição, do autor da pintura a têmpera e da época em que foi executada, nada se sabe porém a abóbada foi limpa e restaurada pelo mestre pintor Cristóvão Rodrigues Loureiro,um artista viseense no início do séc. XX.
Fonte: "A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu", Dr. Alexandre Alves [ver]
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Viseu, Portugal
20150223
Brasões de Viseu - D. Gonçalo Pinheiro
As armas policromadas de D. Gonçalo Pinheiro - 33º Bispo de Viseu/1553-1567. Escudo Partido I – Pinheiro e II – Ataíde, assente em dois báculos, passados em aspa e rematado por uma mitra com faixas, existente no fecho da abóbada da capela mandada construir pelo bispo, na Sé Catedral de Santa Maria de Viseu, para seu jazigo. Porém em 15 de Novembro de 1567, data do falecimento do ilustre prelado e diplomata, ainda a obra não estava concluída e o corpo foi sepultado no lajeado da Capela-mor. Esta capela é conhecida como Capela de S. Sebastião ou da Vera Cruz, porque nela esteve exposta a tábua do mártir atravessado pelas flechas, pintada por Grão Vasco. Aqui teve a sua sede a Irmandade de Santa Cruz que se fundiu com a do Senhor dos Passos, para dar origem à Irmandade de Santa Cruz e Passos que em 1855 se instalou na Igreja de São Miguel do Fetal.
Fontes: "A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu", de Alexandre Alves,, 1ª Edição, Viseu, 1995, Armando de Mattos - "O Tombo Heráldico de Viseu", Gaia, Oficinas da Sociedade Editorial Pátria. Lda, - 1932 e breve biografia de D. Gonçalo Pinheiro [ler].
Fontes: "A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu", de Alexandre Alves,, 1ª Edição, Viseu, 1995, Armando de Mattos - "O Tombo Heráldico de Viseu", Gaia, Oficinas da Sociedade Editorial Pátria. Lda, - 1932 e breve biografia de D. Gonçalo Pinheiro [ler].
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20150213
Emblemas de Viseu - D. Afonso V
Rodízio, aspergindo gotas de água - emblema de D. Afonso V, na abóbada dos nós da Sé Catedral de Viseu (1513), dourada e pintada,
durante a grande vacância de 1720-1741, por Manuel da Silva, pintor de
Lisboa a residir em Coimbra.
Fonte - "A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu", de Alexandre Alves [ver]
Fonte - "A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu", de Alexandre Alves [ver]
20150212
Emblemas de Viseu - D. Manuel I
Esfera Armilar - emblema pessoal de D. Manuel I, na abóbada dos nós da Sé Catedral de Viseu (1513), dourada e pintada, durante a grande vacância de 1720-1741, por Manuel da Silva, pintor de Lisboa a residir em Coimbra.
Fonte - "A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu", de Alexandre Alves [ver]
Fonte - "A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu", de Alexandre Alves [ver]
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Viseu, Portugal
20150209
20150206
São João Baptista
Escultura de São João Baptista, em madeira encarnada, da oficina de Lisboa de Claude Laprade (a. 1723), existente na Capela do Santo Precursor na Sé Catedral de Santa Maria de Viseu
Fonte: Alexandre Alves in "A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu", 1ª edição, Viseu, 1995
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A Sé Catedral de S. M. de Viseu
"A Sé Catedral de Santa Maria de Viseu", de Alexandre Alves, Edição da Câmara Municipal de Viseu, Santa Casa da Misericórdia de Viseu e Grupo de Amigos do Museu Grão Vasco, Fotografias de Delfim Ferreira e Jorge Alves, Fotocomposição, montagem, gravuras e impressão Éden Gráfico, SA, 1ª Edição, Viseu, 1995
"O rigor do texto que é a expressão do elaborado exercício de investigação combina-se com um estilo fresco que propicia agradabilidade da leitura."
Alberto Correia
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Sugestões Livros
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20141226
São João Evangelista
A imagem de São João Evangelista existente na frontaria da Catedral de Santa Maria de Viseu terá sido uma encomenda de D. Manuel de Saldanha, reitor da Universidade de Coimbra e bispo eleito de Viseu, a canteiros de Coimbra na segunda metade do séc. XVII. A actual frontaria que veio substituir a anterior fachada mandada erguer pelo bispo D. Diogo Ortiz de Vilhegas, em estilo manuelino, arruinada em 10 de Fevereiro 1635 em consequência da queda da torre norte ocorrida durante um temporal, foi desenhada pelo arquitecto João de Moreno, de Salamanca e tem três níveis o último dos quais sobrepujado com uma cruz e seis imagens, com a mesma origem sendo a cimeira de Santa Maria da Assunção, padroeira da catedral, os quatro evangelistas (São João, São Mateus, São Marcos e São Lucas) e ainda São Teotónio, que foi prior da Sé de Viseu.
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20141222
São Marcos na Sé de Viseu
A imagem de São Marcos existente na frontaria da Sé Catedral de Viseu é
um trabalho
da escola de canteiros de Coimbra, datado da segunda metade do séc.
XVII. A actual frontaria que veio substituir a anterior fachada mandada erguer pelo bispo D. Diogo Ortiz de Vilhegas, em estilo manuelino, arruinada em 10 de Fevereiro 1635 em consequência da queda da torre norte ocorrida durante um temporal, foi desenhada pelo arquitecto João de Moreno, de Salamanca e tem três
níveis o último dos quais sobrepujado com uma cruz e seis imagens, com a mesma origem sendo a cimeira de Santa Maria da Assunção, padroeira
da catedral, os quatro evangelistas (São João, São Mateus, São Marcos e
São Lucas) e ainda São Teotónio, que foi prior da Sé de Viseu.
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