EDITORIAL


Quando eu me poupe a falar,
Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!
José Régio


Aqui o "Acordo Ortográfico" vale ZERO!
Reparos ou sugestões são bem aceites mas devem ser apresentadas pessoalmente ao autor.
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20170709

Encontrei em Viseu a "Cidade-Jardim"


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Viseu a Cidade-Jardim e 2017 Ano Oficial para Visitar Viseu - Pormenor sujo e muito mal cheiroso, do Parque Linear do rio Pavia, da margem direita junto à ponte da Avenida Dr. António José de Almeida. É provável que a limpeza seja da responsabilidade de alguma empresa contratada pela câmara municipal, esta é uma situação que se repete e o cheiro nauseabundo prova que não é recente. 

20160530

Palacete do Conselheiro Afonso de Melo


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O Palacete do Conselheiro Afonso de Melo localizado na Avenida António José de Almeida, conhecido durante muitos anos como “Casa do Rossio”, começou a ser construído nos finais do século XIX (1871), por iniciativa do Conselheiro José Maria de Sousa Macedo que foi o último presidente da Câmara Municipal de Viseu antes do derrube do regime monárquico e implantação da República, em 5 de Outubro de 1910. O imóvel teve sucessivos proprietários até chegar à posse de Afonso de Melo por herança da sua esposa. O Conselheiro Afonso de Melo Pinto Veloso, nasceu em Águeda em 9 de Setembro de 1878, formado em Direito exerceu diversos cargos de relevo: Juiz no Supremo Tribunal de Justiça, Governador Civil do Funchal, representante de Portugal no Tribunal Internacional de Haia, Senador, Ministro da Justiça e Ministro da Instrução Pública [saber +].
O edifício possui planta rectangular, evoluindo em dois pisos, com mansarda e fachadas simétricas. O pano da fachada central ostenta boa cantaria de granito decorada com motivos vegetalistas, típicos da “Arte Nova”. A mansarda ostenta vãos de perfil circular, contrastando com os perfis rectilíneos dos dois pisos principais. Um corpo anexo com mansarda e três janelas maineladas (separadas por colunas), com painéis de azulejos, sobre um arco abatido dava acesso às traseiras.
O palacete foi durante várias décadas o centro da vida social, cultural e política viseense, de modo especial enquanto foi propriedade do General José Victorino de Souza e Albuquerque, que aí faleceu em 30 de Dezembro de 1916. A casa acolheu o Presidente da República, General Óscar Fragoso Carmona, quando visitou e pernoitou na cidade em Junho de 1928. No piso térreo esteve instalado um “supermercado”, que usava o piso superior como armazém O edifício ficou cada vez mais degradado até que em 1989 foi vendido a um banco que fez grandes obras de restauro e adaptação às novas funções. Do edifício original apenas restam a fachada, a sala de música e a sala de reuniões. A casa foi classificada como "Imóvel de Interesse Municipal", por edital de 22 de Abril de 2004.

Fonte principal: “Monumentalidade Visiense”, de Júlio Cruz e Jorge Braga da Costa, Edição AVIS, Viseu, 2007

20160527

"Mercado Municipal"- Gonçalo Mar



"2º Festival Street Art de Viseu" - pintura de Gonçalo Mar no "Mercado  Municipal", acesso pela Av. Dr. António José de Almeida.

"Dão e Eva" - "Lord Mantrastre"


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"Dão e Eva" mural de "Lord Mantrastre" na Central Municipal de Transportes (Av. Dr. António José de Almeida) - "2º Festival Street Art" de Viseu".

20160523

"Dão e Eva" - Lord Mantraste


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"Dão e Eva" de Lord Mantraste no "Centro Municipal de Transportes" (Central de Camionagem). O rio (Dão) que Eva lança para o vale florido, será de água cor de vinho? ou mesmo vinho tinto...

20160116

"Guias da Cidade de Viseu"



"Guias da Cidade de Viseu" - "Antiga e nobilíssima cidade de Portugal", Edição da Comissão de Iniciativa e Turismo de Viseu (Dezembro de 1931 e Setembro de 1936/versão língua inglesa), texto do Capitão Almeida Moreira (não referido) e fotografias de João C. Coutinho  Octávio Bobone [Saber +]

"Quem chegar a Viseu pelo caminho de ferro do Vale do Vouga ou pelo da Companhia Nacional, servidos ambos por uma estação comum, de pobre aspecto arquitectónico, deixada esta, encontrar-se-á num pequeno largo que dá ligação para a Avenida Capitão Homem Ribeiro e para a nova Avenida António José de Almeida, ainda em construcção."(...)

20150525

O Chamado Festival de "Street Art"




Aqui ficam os trabalhos finalizados de Marco Mendes (Taberna na Rua Escura), "Mariana, a Miserável", "MESK" e Fidel Évora (Rapaz a tirar o espinho do pé), executados no âmbito da agenda municipal de promoção do Vinho do Dão. Marco Mendes teve de pintar outro tema porque o projecto original (Tributo a Malhoa), não se coadunava com o local que lhe foi atribuído. O trabalho de "Mariana, a Miserável", ganhou muito com a utilização de cores mas apenas poderá ser devidamente fruído, pelos hóspedes da unidade hoteleira que fica defronte... O mural de "MESK" também foi colorido e ficou beneficiado, embora as parras e as uvas tenham ficado algo menorizadas. O grande mural de Fidel Évora que consumiu longas horas de trabalho e suor foi executado com  menos pormenores e introduzidos elementos coloridos.

20150522

O Chamado Festival de "Street Art"



Alguns aspectos do trabalho de "Mariana, a Miserável" [ver], "Mesk" [ver] e Fidel Évora [ver], os tons do Marco Mendes [ver] e Frederico Draw [ver] ficam para depois.

20150410

Publicidade Gratuita à Conta do Viriato


Abriu há poucos dias na Avenida Dr. António José de Almeida o "Vyriattus Restaurante"

20150409

Hoje Encontrei...


Na Avenida da Europa, nas traseiras do painel publicitário digital


Na Av. Dr. António José de Almeida, dissuasor de estacionamento antes da rotunda

20141020

Publicidade Antiga


Anúncio da "Recauchutagem Viriato, Lda" publicado em 1970, imagem retirada do baú de "Viseu com Z" [ver]

20120121

Cabeçudo # 1



Clique por favor sobre a imagem para ler a mensagem do Cabeçudo. O Cabeçudo está no facebook [ver]

Cabeçudo # 2



Clique por favor sobre a imagem para ler o que diz o Cabeçudo

20091204

D. Afonso Henriques em Viseu



Quando em 27 de Janeiro de 2009 na TSF (*) o então vereador da cultura da Câmara Municipal de Viseu, José Moreira, anunciou o início das comemorações dos 900 anos do nascimento de D. Afonso Henriques para o dia 30 desse mês, com o ponto alto no mês de Agosto em que a cidade receberia um congresso internacional dedicado a Afonso Henriques e sua época, terá reconhecido que em Viseu não existia: (...) "beco, nem praça, nem busto, absolutamente nada com o nome do nosso primeiro rei" (...), enganou-se redondamente, como a imagem muito bem documenta.

Certamente muitos repararam que os pendões que anunciavam a celebração do nascimento daquele que viria a ser o nosso primeiro rei e que segundo a tese defendida por A. de Almeida Fernandes [ligação], secundado por outros historiadores aconteceu em Viseu foram retirados para dar lugar aos pendões do congresso da ANMP. Porém estava aprazada uma missa solene a realizar na Sé de Viseu no próximo dia 6 de Dezembro (11h00) o dia da sua morte acontecida em Coimbra no ano de 1185, de que não tive mais notícia.

* Fonte "Afonso Henriques: um Rei polémico" de Barroso da Fonte, Editora Cidade Berço, Guimarães, Junho de 2009 [ligação]. Obra publicada com o objectivo de "contestar a especulação" da tese de A. de Almeida Fernandes.

20080127

Olhando o Mamarracho de perto...



Para "requalificar" a cidade de Viseu não seria uma excelente ideia começar por demolir o Mamarracho?
O que diria a ParqueExpo a quem a câmara encomendou o estudo estratégico para o centro histórico se lhe fosse pedida uma opinião...

20080113

Viseu não muito antigo




“Whoever arrives at Viseu either by the Valley of the Vouga railway or National Company’s line will alight at the same station, a building of pooe architectural aspect, and on leaving it will find himself in a small square wich connects the Captain Homem Ribeiro Avenida with the new António José de Almeida one still in construction.
Following that wooded thoroughfare, for about 100 metres Viriato’s Camp is discovered. In front is seen Viriato’s Cave, a Lusitano-Roaman entrenchment, octogonal in shape, and today transformed into a thickly wooded and pleasant promenade.” (...)


Viseu, September 1936

Chegava-se a Viseu de comboio...como se podia ler na abertura deste livrinho que dava a conhecer as belezas naturais, o património histórico construído e o artístico recolhido no Museu Grão Vasco.
A visita iniciava-se na Estação dos Caminhos-de-ferro seguida duma descrição da Cava e terminava com quatro sugestões para visitar o Monte de Santa Luzia, o Convento de Orgens, a Casa de Marzovelos e o Penedo da Saudade em Paradinha. É um guia para turistas ilustrado com diversas fotos dos locais mais interessantes da cidade, de algumas salas do museu e de emblemáticas pinturas de Grão Vasco.
Adquiri este guia no Verão passado na Feira das velharias que depois de transferida para o Mercado 2 de Maio, "requalificado" por Siza Vieira, está em constante declínio. Aquele espaço mais se assemelha a um cemitério já muitos o afirmaram. Melhor fortuna se deseja à Cava de Viriato onde no primeiro lanço, troço onde está o monumento dedicado a Viriato, os trabalhos me parecem exagerados. Esperemos que a modernização não vá longe demais e que não haja intervenções de mau gosto e desperdício.

20070927

Aldrabas, Batentes e Portas de Viseu

Puxador em porta da Av. Dr. António José de Almeida...ou a Avenida da Estação dos comboios...