20171023
Javali na "Cava de Viriato"
20170918
A FEIRA FRANCA ACABOU
20160930
Recordando os Comboios de Viseu
20160921
"Um Tormento Ferrugento"
Enquanto esperamos pelo novo comboio, é bom recordar as ronçeiras locomotivas a vapor e as desconfortáveis carruagens que foram substituídas pelas balouçantes automotoras e mais tarde, depois de encerradas as linhas do Vale do Dão e do Vouga, pelos autocarros que também acabaram por levar sumiço.
20160917
"Retalhos dos Meus Trabalhos"
"A feira Franca acabou"
RAPAZES TOMAI CAUTELA
20150917
O Viriato de Novo na Escuridão
"Retalhos dos Meus Trabalhos" - Viseu, Dezembro de 1985
20150813
Rapazes Tomai Cautela...
Rapazes Tomai Cautela...
(...)
À noite, no "picadeiro",
Certo menino matreiro
Das fortunas indagou.
Créditos todos falidos,
Mulheres com teres p´ròs vestidos
Nem uma só encontrou!...
Com esta vida tão cara
Só quem tiver grande tara
Se deixa ir no embrulho...
Numa casa sem ter pão
Lá diz um velho refrão
Que nunca cessa o barulho.
Meninas dos tempos de hoje
Vede como um homem foge
De vos pedir ao papá.
Escusais fingir riqueza
Sentando-vos numa mesa
Do tal "Pavilhão de Chã"....
Tudo em vós são fantasias
Por isso ficais p´ra tias
E as Feira hão-de passar...
Mulher que tem merecimentos
Escusa, como os jumentos,
Que a levem a afeirar...
Adelino Azevedo Pinto (Rijo), in "Retalhos dos Meus Trabalhos", Viseu 1985
20150729
O "Viriato no Recato..."
Viriato, meu vizinho,
20150728
"FEIRAR ESTÁ-NOS NO SANGUE"
(...)
Chegai aqui, vinde cá,
Sempre novidades há,
Pois tudo se renova...
A experiência aconselha
Que uma feira, mesmo velha,
É sempre uma feira nova!...
São as barracas iguais,
Pouco menos pouco mais
Do que foi o ano passado?
Nestas coisas transitórias
Tem sempre novas histórias
Tudo o que for renovado...
Hoje, nas feiras modernas,
Os burros de quatro pernas
Já são uma raridade...
Muito embora haja mais
Na sua esperteza... iguais,
Mas é doutra qualidade...
(...)
Adelino Azevedo Pinto (Rijo) in "Retalhos dos Meus Trabalhos"
20150719
Adelino Azevedo Pinto (Rijo)
Adelino Azevedo Pinto (Rijo)
20150630
Adelino Azevedo Pinto (Rijo)
Mais sedutora não vi...
És linda como uma rosa...
Se há rosas iguais a ti!
Azevedo Pinto (Rijo)
Adelino Nogueira Azevedo Pinto nasceu na Casa da Roupeira, uma casa solarenga da freguesia de Santa Leocádia, concelho do Baião, distrito do Porto. Viveu entre 1934 e 19 de Julho de 1991 em Viseu onde exerceu várias actividades sendo mais a mais conhecida a do ensino de condução automóvel. Encontrei-o muitas vezes no seu outro ofício, o de jornalista de bloco de apontamentos na mão a tirar notas para “escrevinhar” as suas reportagens. Colaborou em diversos jornais “Gazeta de Coimbra”, “Política Nova”, “Voz das Beiras”, “Jornal de Viseu” e foi correspondente do “O Comércio do Porto”.
20120903
20120827
Feira de São Mateus
20120430
Postais Antigos de Viseu # 15
(…)
Ao seu pé uma feira,
Porca, suja que mal cheira,
Com bois vacas e vitelas!
- São reais as queixas minhas –
Sem que nas casas vizinhas
Possam abrir-se as janelas!
(…)
Adelino Azevedo Pinto (Rijo)
20110926
A Feira Franca Acabou
A feira Franca acabou
E creio bem que deixou
A todos boa impressão
Burros venderam-se aos centos,
Em mulheres p´ra bons intentos
Houve pouca transacção…
(…)
"Rapazes Tomai Cautela..." de Adelino Azevedo Pinto [ligação]
20100216
Azulejos de Viseu - Rua Capitão Salomão
20091012
Eleitoralismo no Concelho de Viseu
A poucos dias das eleições autárquicas foram anunciadas várias obras na cidade, relembro algumas: a Praia fluvial do Rio Pavia, a requalificação do Parque Aquilino Ribeiro, a Quinta da Cruz e inauguradas/abertas pequenas ou grandes melhorias: os guarda-sóis para táxis, para os jogadores da “sueca” do Fontelo, um abrigo para passageiros dos autocarros no Largo Mousinho Albuquerque e outras. Entre as maiores não se pode ignorar o funicular e dois novos arruamentos, a Rua Adelino Azevedo Pinto (o poeta Rijo) e a Avenida Engº António Coelho de Araújo. Neste dois últimos casos, a pressa foi tanta que até se esqueceram de retirar a placa que nas traseiras do tribunal indica tratar-se de uma via sem saída. Pelas aldeias de todo Concelho certamente que o panorama foi idêntico, noutra escala naturalmente.
P.S. - Na sarjeta corre um dos novos “afluentes” do Rio Pavia vindo das caves dos prédios vizinhos. Em 20 anos depois de gastos "rios de dinheiros" e de promessas não cumpridas o rio continua sem água no Verão.
20091007
Parque Linear do Rio Pavia
UM RIO QUE NÃO TEM BRIO
(...)
Com o calor só arrasta
Uma coisa quase pasta
E que nos meses de agora,
Por pegadiça e caturra,
Não tem forças de ir embora!...
É aquilo uma vergonha!
Afirmo sem qualquer ronha
E com desgosto profundo,
Que tamanha porcaria
Como vai pelo Pavia
Não deve haver neste Mundo!
(...)
Adelino Azevedo Pinto (Rijo) in "Retalhos dos Meus Trabalhos", Viseu 1985 [Biografia]








